SBB

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Nota de Falecimento

Faleceu, na noite de ontem, o pastor Ronaldo Arndt Junior, ex-estagiário de Prudentópolis, em decorrênia de complicações em sua recuperação de um acidente automibilístico sofrido.

Que Deus conforte a família enlutada, neste triste momento, na certeza da vida eterna garantida por Jesus Cristo.



"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra viverá" João 11.25.

A extinção dos professores


Ano é 2.209 D.C. - ou seja, daqui a duzentos anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:

– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor? 

O velho responde, então, que professores no início, eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.

– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade.O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.

Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. Os professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.

Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.

Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade. 
Autor desconhecido

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Leituras da Semana

3º Domingo no Advento - Trienal B

Salmo 126

Isaías 61. 1-4, 8-11

1 Tessalonicenses 5.16-24

Evangelho de João 1.6-8, 19-28

Boa Leitura!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Base sólida



Quando se constrói um edifício uma das maiores preocupações é com o solo, alicerces e estrutura da construção. São investidos valores significativos nesta fase da obra para que no futuro o prédio não desabe e cause uma tragédia. Na nossa vida não é diferente. É preciso investir na base, no alicerce. Você está fazendo isto? Qual é o alicerce da sua vida? Muitos têm como base sua família, trabalho, saúde, dinheiro, etc... Mas e se  perdermos tudo isto? Como ficaremos? Por isto o nosso desejo é que você tenha como alicerce de sua vida Jesus Cristo. É ele o alicerce seguro, que mesmo que haja um terremoto em sua vida ele dará sustentação a você a fará com que você não caia.  Ele é o único alicerce 100% seguro.

Oração: Bondoso Deus, tu és a rocha eterna, em ti quero firmar a minha vida. Quero tê-lo como meu alicerce seguro. Amém.

Leia em sua Bíblia: João 6. 46-49

sábado, 3 de dezembro de 2011

Conheça a Bíblia – 1 Samuel


1 Samuel e 2 Samuel foram escritos como um só livro. A antiga versão grega conhecida como Septuaginta dividiu o livro em dois, e no século XVI essa divisão foi introduzida também no AT hebraico. O livro de 1 Samuel registra a passagem do período dos juízes para a época dos reis. Essa mudança na vida nacional do povo de Israel gira em torno de três personagens principais: 
Samuel, o último dos juízes; Saul e Davi, os dois primeiros reis.

Essa mudança foi difícil. Quando o povo disse que queriam um rei para os governar, tanto Deus como Samuel sentiram que estavam sendo rejeitados. E, logo o sul desobedeceu às ordens de Samuel. Deus o rejeitou e se arrependeu de ter feito Saul rei. O livro termina com a morte trágica de Saul.

O livro passa a mensagem de que o povo de Deus precisa saber que a obediência a Deus lhes traz bênçãos; desobediência traz castigo. O verdadeiro rei de Israel é o SENHOR. A mensagem principal de 1 e 2 Samuel é que a última palavra sempre está com Deus. Ele é o Senhor de todos, e todas as coisas acontecem de acordo com a sua vontade.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Frase da Semana

"Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente."
Érico Veríssimo