LINDO POR DO SOL - Austrália
SBB
quarta-feira, 6 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
REFLEXÃO
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais.
Algumas, mesmo ainda em botão.
Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar.
A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor.
E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.
Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro
sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós.
Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente.
Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos.Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente.
E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos.
Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás.
E então nos perguntamos: E agora?
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos. Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso. Não olhe para trás. O que passou, passou.
O que perdemos, perdemos. Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós. Pense!...
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Conheça a Bíblia - Apocalipse
Tema do livro: Foi escrito para encorajar os cristãos que estavam sendo perseguidos e para firmá-los na confiança de que Deus cuidará deles. Usando símbolos e visões, o escritor ilustra o triunfo do bem sobre o mal e a criação de uma nova terra e um novo céu.
Ao autor do livro de Apocalipse dá-se simplesmente o nome de João. Estava na ilha de Patmos, onde se achava exilado por causa de sua fé cristã (1:4-9; 22:8) Era bem conhecido entre as igrejas da Ásia, e considerado "profeta"(22:9). Justino Mártir (cerca do ano 135 d.C.) e Irineu (cerca do ano 180 d.C.), citaram verbalmente este livro, atribuindo-o a João, um apóstolo de Cristo. Dado que sua linguagem é tão diferente do evangelho segundo São João, alguns intérpretes da Bíblia, pensam que não foi escrito pela mesma pessoa. Contudo, o pensamento conservador atribui a João, filho de Zebedeu, a escritura deste livro, por volta do ano 95 d.C., durante o governo de Domiciano.
A chave deste livro encontra-se no versículo inicial. "Revelação de Jesus Cristo". O propósito principal consiste em revelar o Senhor Jesus Cristo como o Redentor do mundo e Vencedor do mal, e apresentar de forma simbólica o programa mediante o qual ele desempenhará seu trabalho.
A conclusão do livro é um convite à devoção. Se Cristo vai retornar, a santidade e o trabalho são obrigatórios no que respeita a seu povo. A oração no final deve expressar o desejo de todo crente: "Amém. Vem, Senhor Jesus"(22:20).
Enquanto Gênesis é o livro das origens, Apocalipse é o livro das consumações.
Gênesis relata:
A origens dos céus, da terra, do mar, da noite, do sol, da lua, da morte, da dor e da maldição.
Apocalipse relata:
Que haverá novos céus e nova terra, que não haverá mais mar, nem noite, que não haverá necessidade de sol nem de lua, que não haverá mais morte nem dor nem maldição.
O perigo da ostentação (Construção de torres)
| autor: Paróquia Concórdia
A palavra “ostentação” tem como significado a ação ou o efeito de ostentar. Ostentar é o mesmo que exibir, colocar em destaque, tornar visível e notório. Esta ação, normalmente, acontece em detrimento de alguma coisa, ou até mesmo, de outra pessoa. Nós gostamos de exibir as nossas aquisições e conquistas. Não raras vezes mostramos nossos pertences para demonstrar maior capacidade ou poder aquisitivo.
Recentemente, no Japão, foi inaugurada a maior torre do mundo. É uma obra fascinante levando em consideração a frequência de terremotos neste país. Qual é a real necessidade de tamanha construção? Assim como em outros países, é possível perceber um sentimento de orgulho nesta obra. A pobreza neste país que ostenta a construção da maior torre do mundo é uma realidade escondida. Os pobres japoneses se esforçam para que a desigualdade social não apareça.
Não é de hoje que o orgulho e a ostentação fazem parte do nosso dia-a-dia. Nos tempos bíblicos, mais precisamente após o dilúvio, alguns povos se reuniram e decidiram: “Vamos construir uma cidade que tenha uma torre que chegue até o céu. Assim ficaremos famosos e não seremos espalhados pelo mundo inteiro.” (Gênesis 11.4). Os babilônios também tinham o costume de construir enormes templos em forma de torres para poderem chegar onde moravam os deuses.
A chamada torre de Babel foi uma obra iniciada que levou Deus a agir. Era preciso colocar limites no ser humano. O desejo de ficarem famosos e unidos não aconteceu. Deus interveio “atrapalhando a língua falada por todos os moradores da terra e dali os espalhou pelo mundo inteiro.” (Gênesis 11.9).
Qual é o perigo da ostentação? É colocar-se acima das pessoas e, especialmente, de Deus. O objeto colocado em evidência motiva o orgulho e a fama. Em contrapartida, acontece o menosprezo aos outros. Facilmente deixamos de ajudar alguém porque este pode ficar em melhores condições. Muitas vezes, sem nos darmos de conta, estamos construindo grandes torres enquanto milhares de pessoas estão cada vez mais pobres e necessitadas.
A propósito, a Igreja Cristã está celebrando a festa de Pentecostes. É o cumprimento da promessa de Jesus, enviando o Espírito Santo para chamar e reunir (congregar) o povo de Deus. Os cristãos reunidos não devem construir torres que separam ou ostentam poder. Mas, proclamar o Evangelho (o perdão dos pecados e a salvação eterna mediante a fé em Cristo), amar e servir uns aos outros. É desta forma que perigo da ostentação é vencido e deixado de lado.
Pastor Fernando Emilio Graffunder
A palavra “ostentação” tem como significado a ação ou o efeito de ostentar. Ostentar é o mesmo que exibir, colocar em destaque, tornar visível e notório. Esta ação, normalmente, acontece em detrimento de alguma coisa, ou até mesmo, de outra pessoa. Nós gostamos de exibir as nossas aquisições e conquistas. Não raras vezes mostramos nossos pertences para demonstrar maior capacidade ou poder aquisitivo.
Recentemente, no Japão, foi inaugurada a maior torre do mundo. É uma obra fascinante levando em consideração a frequência de terremotos neste país. Qual é a real necessidade de tamanha construção? Assim como em outros países, é possível perceber um sentimento de orgulho nesta obra. A pobreza neste país que ostenta a construção da maior torre do mundo é uma realidade escondida. Os pobres japoneses se esforçam para que a desigualdade social não apareça.
Não é de hoje que o orgulho e a ostentação fazem parte do nosso dia-a-dia. Nos tempos bíblicos, mais precisamente após o dilúvio, alguns povos se reuniram e decidiram: “Vamos construir uma cidade que tenha uma torre que chegue até o céu. Assim ficaremos famosos e não seremos espalhados pelo mundo inteiro.” (Gênesis 11.4). Os babilônios também tinham o costume de construir enormes templos em forma de torres para poderem chegar onde moravam os deuses.
A chamada torre de Babel foi uma obra iniciada que levou Deus a agir. Era preciso colocar limites no ser humano. O desejo de ficarem famosos e unidos não aconteceu. Deus interveio “atrapalhando a língua falada por todos os moradores da terra e dali os espalhou pelo mundo inteiro.” (Gênesis 11.9).
Qual é o perigo da ostentação? É colocar-se acima das pessoas e, especialmente, de Deus. O objeto colocado em evidência motiva o orgulho e a fama. Em contrapartida, acontece o menosprezo aos outros. Facilmente deixamos de ajudar alguém porque este pode ficar em melhores condições. Muitas vezes, sem nos darmos de conta, estamos construindo grandes torres enquanto milhares de pessoas estão cada vez mais pobres e necessitadas.
A propósito, a Igreja Cristã está celebrando a festa de Pentecostes. É o cumprimento da promessa de Jesus, enviando o Espírito Santo para chamar e reunir (congregar) o povo de Deus. Os cristãos reunidos não devem construir torres que separam ou ostentam poder. Mas, proclamar o Evangelho (o perdão dos pecados e a salvação eterna mediante a fé em Cristo), amar e servir uns aos outros. É desta forma que perigo da ostentação é vencido e deixado de lado.
O mundo acabará em 21/12/2012?
Parece que não mais! Experimente procurar por "2012 fim do mundo" em um buscador na internet. O resultado será de 476 mil ocorrências, ou páginas. O assunto virou febre. Conforme o próprio Google, antes de 2008, poucas pessoas faziam a busca "2012 mayans" (maias, em inglês). Em 2009, as buscas disparam e, em novembro daquele ano, eram seis vezes maiores do que em qualquer mês dos anos anteriores.
Até o cinema embarcou nessa de fim do mundo (e Hollywood conseguiu irritar até a Nasa com o que apresentou).
Mas essa "profecia" de que tudo acabará em um ano realmente existiu? Quais são os argumentos a favor do fim do mundo em 21 de dezembro de 2012? E os contra? Veja no link a seguir um pouco da discussão sobre essa história. E as descobertas mais recentes que querem provar agora o que nós já sabíamos, que o fim do mundo não será mais este ano.
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+maia+e+derruba+fim+do+mundo.html
domingo, 3 de junho de 2012
REFLEXÃO DE DOMINGO
NUDEZ EXPOSTA
O caso das fotos íntimas da atriz me fez pensar
em outro tipo de cuidado, além dos riscos do exibicionismo físico. Se a
facilidade de copiar e transmitir imagens nos faz pensar duas vezes sobre a
necessidade de registrar fotos e vídeos comprometedores, preocupação semelhante
deveria acontecer em âmbito espiritual. Porque, cedo ou tarde, virão chantagens
e extorsões. Aliás, quem faz o alerta é o apóstolo Paulo num tempo sem internet.
Ele compara a imagem da igreja com o corpo humano, e diz: “O fato é que as
partes do corpo que parecem ser as mais fracas são as mais necessárias, e
aquelas que achamos menos honrosas são as que tratamos com mais honra. E as
partes que parecem ser feias recebem um cuidado especial” (1 Coríntios
12.22-23). Mais adiante ele explica que os cristãos são o corpo de Cristo. O
problema é que a igreja de Corinto estava se expondo em intrigas por
exibicionismo espiritual, e imagens íntimas vazaram e criaram escândalo. O que
também virou caso de polícia (1 Co 6.1), e literalmente a nudez do corpo
transformou-se em imoralidade sexual (1 Co 6.18). Toda a epístola é um
interessante manual para proteger a privacidade do corpo de
Cristo.
Gênesis registra que após a primeira desobediência humana, Adão e Eva perceberam que estavam nus, ficaram envergonhados e esconderam as suas intimidades. Logo após a promessa para encobrir a corrupção explícita do ser humano (Gn 3.15 e Ap 12.17), o texto observa que foi o próprio Criador quem confeccionou roupas para o casal. Isto oferece dois recados: Desde que mundo é mundo, ficar pelado por aí é vergonhoso. E o único jeito para ocultar o pecado é vestir o que Deus costura. Sobre esta roupa divina Paulo escreveu: “Porque vocês foram batizados para ficarem unidos com Cristo e assim se revestiram com as qualidades do próprio Cristo” (Gálatas 3.27). Sem dúvida é preciso todo o cuidado quando o assunto é nudez.
Marcos Schmidt- pastor em Novo Hamburgo
Gênesis registra que após a primeira desobediência humana, Adão e Eva perceberam que estavam nus, ficaram envergonhados e esconderam as suas intimidades. Logo após a promessa para encobrir a corrupção explícita do ser humano (Gn 3.15 e Ap 12.17), o texto observa que foi o próprio Criador quem confeccionou roupas para o casal. Isto oferece dois recados: Desde que mundo é mundo, ficar pelado por aí é vergonhoso. E o único jeito para ocultar o pecado é vestir o que Deus costura. Sobre esta roupa divina Paulo escreveu: “Porque vocês foram batizados para ficarem unidos com Cristo e assim se revestiram com as qualidades do próprio Cristo” (Gálatas 3.27). Sem dúvida é preciso todo o cuidado quando o assunto é nudez.
Marcos Schmidt- pastor em Novo Hamburgo
sexta-feira, 1 de junho de 2012
FRASE DA SEMANA
“Exercer a liderança cristã na Igreja de Cristo envolve um grande investimento de trabalho, de estudo, de pesquisa, de suor, de oração e de joelhos dobrados diante de Deus, o Doador de todas as dádivas.”
(p.143, Leopoldo Heimannn, “Os Leigos da Minha Igreja”,
Edit. Concórdia e Ulbra Edit., 2009).
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