PAISAGEM DA AUSTRÁLIA
SBB
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
REFLEXÃO
Na fila da morte!!!
A história de um jovem atirando e matando em uma universidade não é novidade. Porém o fato novo é a declaração de que o assassino teria organizado uma “fila” das vítimas. Isso ocorreu em uma pequena Universidade dos Estados Unidos.
Imaginem a angústia daqueles que estavam nessa fila!
A verdade é que podemos comparar nossas vidas como que numa fila para a morte, de forma que a cada dia, certamente nossa vez vai se aproximando.
A diferença é que não precisamos andar nesta fila angustiados e temerosos. Isso porque num domingo do primeiro século Jesus ressuscitou. Ele que fora crucificado na sexta-feira anterior, voltou à vida e transformou a profunda angustia da morte em esperança.
Jesus já havia ressuscitado outras pessoas, como a filha de Jairo (Mc 5), e um amigo íntimo chamado Lázaro (Jo 10). Aliás, esse tal de Lázaro já tinha sido sepultado há quatro dias.
Mas no Domingo da primeira Páscoa do Novo Testamento, Jesus não venceu a morte de um homem apenas, mas arruinou o poder da Morte. Assim está escrito em 1 Co 15.56: O que dá à morte o poder de ferir é o pecado. Em sua morte, Jesus tomou sobre si o nosso pecado. E Ele, mesmo sem ter pecado algum, sofreu a maldição da morte (Gl 3.13), para pagar por todos os pecados e vencer a morte com a ressurreição.
Apesar da obra da redenção estar consumada, continuamos na fila, e nos aproximamos todos da nossa morte, porém, os que creem em Jesus não precisam se angustiar, pois eles receberam a promessa de que não sofrerão a Segunda Morte.
Mas o que é essa Segunda Morte? É a eterna angústia da condenação (Ap 20.14)!
Por isso poderíamos repetir o famoso versículo de João 3.16 escrevendo: porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo o que nele crer, não pereça (sofra a segunda morte), mas tenha a vida eterna.
Davi escreveu: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo (Sl 23.4).”
Ainda que estejamos na Fila da Morte, não teremos medo de nada, pois já temos a Vida Eterna, e a presença consoladora para cada passo de nossas vidas já aqui nessa Grande Universidade que é a nossa vida.
Pastor Ismar L. Pinz
domingo, 5 de agosto de 2012
MENSAGEM
Pela espada e pelo Espírito
Nos últimos estudos, ouvimos falar que Jesus é Deus entrando na história da humanidade, é o Guerreiro enviado por Deus para cumprir a Missão de Resgate. Essa Missão é o plano traçado por Deus, executado por Jesus, e anunciado pelo poder do Espírito Santo, no qual Jesus libertou a humanidade do poder do pecado. Ele fez isso morrendo em nosso lugar, carregando na cruz o peso dos nossos pecados; e o plano de Deus era claro, era preciso que o cordeiro oferecido em sacrifício (Jesus) não tivesse manchas, que fosse puro, sem pecado (Ex 12.1-5). Mas, se Jesus era tão humano quanto cada um de nós, como ele fez isso?
Jesus viveu pela espada
O capítulo 4 de Mateus começa afirmando que Jesus foi levado ao deserto para ser tentado pelo Diabo. Você consegue se imaginar no lugar de Jesus? O que você faria se estivesse em um deserto, acompanhado somente pela pessoa que mais quer o seu mal? Depois de 40 dias, você está com fome, cansado, e com a pior companhia possível. Seu inimigo põe em questão quem você realmente é (Mt 4.3 e 6), duvida de sua honra, de seu potencial. Ele até mesmo propõe um acordo, dizendo que pode livrar você da situação horrível em que se encontra, se você fizer algo humilhante – e que não deveria fazer – para ele (Mt 4.8-9).
Jesus agiu com firmeza, com o foco na Missão que tinha para cumprir, sabendo que não poderia se render, pois tudo isso estava nos planos de Deus. Ele tinha perfeita compreensão de qual era o plano, ele sabia que era o Messias, aquele que foi enviado para salvar a humanidade; e tinha certeza disso porque as Escrituras Sagradas anunciavam o plano de forma clara (Lc 24.25-27; Jo 5.39-40; Mt 5.17-18). Por isso, em todos os momentos e na hora da dificuldade, Jesus viveu pela espada, a mais poderosa arma, que é a Palavra de Deus (Mt 4.4, 6 e 10).
Jesus viveu pelo Espírito
Jesus foi tentado da mesma maneira que nós, mas não pecou (Hb 4.15); isso foi possível porque ele viveu pelo poder do Espírito. No batismo, o Espírito de Deus desceu sobre Jesus (Mt 3.16), e, em seguida, o próprio Espírito o conduziu ao deserto para ser tentado (Mt 4.1). Em toda a sua vida, Jesus estava acompanhado pelo Espírito Santo (Mt 1.20; Lc 1.15; Lc 4.14; Lc 10.21; At 1.2). E, pelo poder do Espírito Santo, a disposição de Jesus era sempre obedecer a seu Pai.
Como você reagiria se um carpinteiro o convidasse a largar sua profissão – de onde você tira seu sustento – para segui-lo? E se o argumento que ele utilizasse não garantisse um salário melhor, e na verdade, nem sequer um salário? (Mt 4.18-19). Como é que esse homem simples pode ter atraído multidões (Mt 4.25)?
Jesus viveu pela espada e pelo Espírito. Em Hebreus 4.12, lemos que “a palavra de Deus é viva e poderosa e corta mais do que qualquer espada afiada dos dois lados. Ela vai até o lugar mais fundo da alma e do espírito, vai até o íntimo das pessoas e julga os desejos e pensamentos do coração delas”. O convite que os pescadores receberam veio de um homem cheio do Espírito Santo, e o que ele dizia era capaz de transformar opiniões, arrasar multidões, porque ele tinha palavras que dão vida eterna (Jo 6.67-69).
Para nós, o que isso significa?
Ser cristão não é garantia de uma vida fácil. As dificuldades virão, acompanhadas de críticas e dúvidas. Se você é cristão, sabe disso. Mas saiba também que nosso General nos convida a vivermos com ele, pela espada e pelo Espírito (Ef 6.17-18).
Em meio a tentações, tome a espada em punhos. A Bíblia tem tanta importância, não porque nela você vai encontrar um manual, uma receita para viver de forma correta, mas porque ela pode “dar a sabedoria que leva à salvação, por meio da fé em Cristo Jesus” (2 Tm 3.15). A palavra de Deus não vai garantir que você não caia, ou que você não passe por dificuldades, mas vai lembrá-lo de que Jesus também passou por isso, e venceu. Para ele você pode expor suas fraquezas, e nele você encontrará graça sempre que precisar de ajuda (Hb 4.16).
sábado, 4 de agosto de 2012
Conheça a Bíblia - SALMOS
ESTAS 150 ORAÇÕES FORAM USADAS PELOS HEBREUS (ISRAELITAS) PARA EXPRESSAR SUA RELAÇÃO COM DEUS. ABRANGEM TODO CAMPO DAS EMOÇÕES HUMANAS, DESDE A ALEGRIA ATÉ O ÓDIO, DA ESPERANÇA AO DESESPERO.
O AUTOR. Segundo os títulos, Davi foi o autor de 73 salmos; Asafe, de 12. Os filhos de Coré, 11; Salomão, 2; Moisés e Etã um cada um. No caso de 50 salmos, não se menciona seu autor. A versão dos Setenta ou Septuaginta acrescenta Ageu e Zacarias como autores de 5 salmos. Então, metade dos Salmos é atribuída por suas inscrições a Davi, o rei cantor de Israel, que em geral procedem da idade áurea de Israel, por volta do ano 1000 a.C. Sem a menor dúvida, alguns foram escritos mais tarde, na época do cativeiro (por exemplo, o Salmo 137).
A reputação de Davi como músico é mencionada repetidamente (II Samuel 23:1; I Samuel 16:18; Amós 6:5). Os livros das Crônicas explicam com clareza que Davi organizou coros no templo e compôs salmos para eles (I Crônicas 16:4, 5; 25:1-5). O próprio Senhor Jesus Cristo fundamentou um importante argumento sobre a validez do título do salmo 110 (Marcos 12:36).
A PECULIARIDADE DA POESIA HEBRAICA. A poesia hebraica não consiste no ritmo, mas principalmente na repetição de pensamentos apresentados em cláusulas paralelas, como, por exemplo: "Não nos tratou segundo os nossos pecados, nem nos retribuiu segundo as nossas iniquidades" (103:10). Se prestarmos atenção a este paralelismo, poderemos, às vezes, interpretar palavras obscuras mediante o paralelo mais claro. Outro recurso que se emprega com freqüência no artifício poético é a dramatização. Davi não escreve para si próprio. Escreve para outros. O salmista escreve para todos nós, e podemos apropriarmos de que aqui também Davi escreve às vezes na primeira pessoa do singular; não obstante isso, proporciona-nos pormenores vividos das experiências do Messias.
O CONTEÚDO. Os salmos expressam verdades profundas num estilo poético, com a intenção de penetrar os recônditos do coração. Devem ensinar-nos que o conhecimento intelectual não é suficiente; o coração deve ser alcançado pela graça redentora de Deus. Cerca da metade dos salmos pode ser classificada como orações de fé proferidas em épocas de angústia. Salmos tão preciosos como os de número 23, 91, 121 e muitos outros, sustentam-nos nos momentos de necessidades mais urgentes, nos fortalece quando a hora da provação nos apanha de surpresa. Mais ou menos 40 salmos são dedicados ao tema do louvor.
É difícil fazer uma classificação minuciosa dos salmos, visto como são obras profundamente poéticas, e um salmo pode tratar de assuntos diferentes. Os salmos do homem justo são representados pelos de números 1, 15, 101. 112 e 133. Seis poderiam denominar-se salmos messiânicos: 2, 21, 45, 72, 110 e 132. Os salmos 32 e 51 são chamados, de modo geral, penitenciais, juntamente com partes dos salmos 38, 130 e 143. Os salmos imprecatórios pedem vingança sobre os inimigos de Deus; são eles: 69, 101, 137 e parte dos salmos 35, 55 e 58. Há, pelo menos, quatro salmos históricos: 78, 81, 105 e 106. Dois ressaltam a Palavra e a Lei de Deus: 19 e 119.
OS SALMOS MESSIÂNICOS. Os salmos messiânicos que se referem a Cristo, no Novo Testamento, são: 2, 8, 16, 22, 40, 41, 45, 68, 69, 89, 102, 109, 110 e 118. Alguns destes são tipicamente messiânicos, isto é, escritos a respeito de nossas experiências em geral, mas aplicados a Cristo. Outros são diretamente proféticos. Os salmos 2, 45 e 110 predizem o Rei messiânico. No salmo 45:6, o Messias é Deus; no 110, é ele o Sacerdote, Rei e Senhor de Davi; no salmo 2, é o Filho de Deus que deve ser adorado. Outros salmos fazem referência a seus sofrimentos (22), seu sacrifício (40), sua ressurreição (16:10, 11). No salmo 89, ele é quem completa a aliança davídica em cumprimento das esperanças de Israel.
O AUTOR. Segundo os títulos, Davi foi o autor de 73 salmos; Asafe, de 12. Os filhos de Coré, 11; Salomão, 2; Moisés e Etã um cada um. No caso de 50 salmos, não se menciona seu autor. A versão dos Setenta ou Septuaginta acrescenta Ageu e Zacarias como autores de 5 salmos. Então, metade dos Salmos é atribuída por suas inscrições a Davi, o rei cantor de Israel, que em geral procedem da idade áurea de Israel, por volta do ano 1000 a.C. Sem a menor dúvida, alguns foram escritos mais tarde, na época do cativeiro (por exemplo, o Salmo 137).
A reputação de Davi como músico é mencionada repetidamente (II Samuel 23:1; I Samuel 16:18; Amós 6:5). Os livros das Crônicas explicam com clareza que Davi organizou coros no templo e compôs salmos para eles (I Crônicas 16:4, 5; 25:1-5). O próprio Senhor Jesus Cristo fundamentou um importante argumento sobre a validez do título do salmo 110 (Marcos 12:36).
A PECULIARIDADE DA POESIA HEBRAICA. A poesia hebraica não consiste no ritmo, mas principalmente na repetição de pensamentos apresentados em cláusulas paralelas, como, por exemplo: "Não nos tratou segundo os nossos pecados, nem nos retribuiu segundo as nossas iniquidades" (103:10). Se prestarmos atenção a este paralelismo, poderemos, às vezes, interpretar palavras obscuras mediante o paralelo mais claro. Outro recurso que se emprega com freqüência no artifício poético é a dramatização. Davi não escreve para si próprio. Escreve para outros. O salmista escreve para todos nós, e podemos apropriarmos de que aqui também Davi escreve às vezes na primeira pessoa do singular; não obstante isso, proporciona-nos pormenores vividos das experiências do Messias.
O CONTEÚDO. Os salmos expressam verdades profundas num estilo poético, com a intenção de penetrar os recônditos do coração. Devem ensinar-nos que o conhecimento intelectual não é suficiente; o coração deve ser alcançado pela graça redentora de Deus. Cerca da metade dos salmos pode ser classificada como orações de fé proferidas em épocas de angústia. Salmos tão preciosos como os de número 23, 91, 121 e muitos outros, sustentam-nos nos momentos de necessidades mais urgentes, nos fortalece quando a hora da provação nos apanha de surpresa. Mais ou menos 40 salmos são dedicados ao tema do louvor.
É difícil fazer uma classificação minuciosa dos salmos, visto como são obras profundamente poéticas, e um salmo pode tratar de assuntos diferentes. Os salmos do homem justo são representados pelos de números 1, 15, 101. 112 e 133. Seis poderiam denominar-se salmos messiânicos: 2, 21, 45, 72, 110 e 132. Os salmos 32 e 51 são chamados, de modo geral, penitenciais, juntamente com partes dos salmos 38, 130 e 143. Os salmos imprecatórios pedem vingança sobre os inimigos de Deus; são eles: 69, 101, 137 e parte dos salmos 35, 55 e 58. Há, pelo menos, quatro salmos históricos: 78, 81, 105 e 106. Dois ressaltam a Palavra e a Lei de Deus: 19 e 119.
OS SALMOS MESSIÂNICOS. Os salmos messiânicos que se referem a Cristo, no Novo Testamento, são: 2, 8, 16, 22, 40, 41, 45, 68, 69, 89, 102, 109, 110 e 118. Alguns destes são tipicamente messiânicos, isto é, escritos a respeito de nossas experiências em geral, mas aplicados a Cristo. Outros são diretamente proféticos. Os salmos 2, 45 e 110 predizem o Rei messiânico. No salmo 45:6, o Messias é Deus; no 110, é ele o Sacerdote, Rei e Senhor de Davi; no salmo 2, é o Filho de Deus que deve ser adorado. Outros salmos fazem referência a seus sofrimentos (22), seu sacrifício (40), sua ressurreição (16:10, 11). No salmo 89, ele é quem completa a aliança davídica em cumprimento das esperanças de Israel.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
FRASE DA SEMANA
"A AUTORIDADE SEM SABEDORIA É COMO O MACHADO SEM FIO, QUE TENDE MAIS A ESTRAGAR DO QUE A CORTAR".
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"... Segundo o poder que o Senhor me deu para edificação, e não para destruição".
2 Coríntios 3.10
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
CRISTÃOS PERSEGUIDOS
POR QUE OS CRISTÃOS SÃO PERSEGUIDOS?
Será por causa da verdade que anunciam? Por que seguem a Cristo Jesus? Por que querem viver num mundo de respeito e de paz?
Palavras de Jesus : "Sabei que antes de odiarem a vocês, adiaram a mim". João 15.18
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
IMAGEM DA SEMANA
Projeto da Escola Bíblica de Prudentópolis "LÁ TINHA LATA, AQUI TEM FLOR" já está dando o ar da graça no pátio da igreja, com estas lindas flores. São dezenas de plantas "Amor-Perfeito" que estão embelezando o jardim da Escola Bíblica. Parabéns crianças e professoras.
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