SBB

terça-feira, 18 de novembro de 2014

ARTIGO PARA REFLEXÃO

Quero saber mais sobre ressurreição!

ESTUDO – RESSURREIÇÃO
 
     1. A possibilidade da ressurreição. Não pode a razão provar que não haverá ressurreição, mas não pode compreender a possibilidade de uma ressurreição. Por isso alguns a põe em dúvida (conforme 1 Coríntios 15.12: “Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não ressurreição de mortos?”) e outros a ridicularizam (conforme Atos 17.32: “Quando ouviram falar de ressurreição de mortos, uns escarneceram, e outros disseram: a respeito disso te ouviremos noutra ocasião”). A experiência e a observação não a sustentam, e não podemos entender como um corpo que retornou ao pó ou foi devorado por feras possa reviver e voltar a obter sua forma anterior. Mas a todas essas dúvidas e objeções quanto à possibilidade da ressurreição do corpo se pode responder com as palavras de Cristo: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus” (Mateus 22.29). Quem crê que há um Deus onipotente não terá dificuldade para crer que ele é capaz de ressuscitar os mortos.
     2. O fato da ressurreição do corpo deve ser estabelecido com a Escritura. Visto ser Deus quem ressuscita os mortos, só ele pode dizer-nos se o fará. A Bíblia é muito definida sobre esse assunto.
      Fé no perdão dos pecados implica fé na ressurreição. A morte é o salário do pecado (Romanos 6.23). Cristo nos libertou do pecado, conseqüentemente, também da morte (Hebreus 2.14,15). Por isso a fé em Cristo traz consigo a esperança na ressurreição (João 11.25,26).
      A ressurreição de nosso Senhor Jesus prova que há ressurreição de corpo.  “Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo, não ressuscitou” (1 Coríntios 15.16). “Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem” (1 Coríntios 15.20).
      Cristo prova com o Antigo Testamento que há ressurreição dos mortos (Mateus 22.31,32: “E, quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é um Deus de mortos e sim de vivos” Jesus citando Êxodo 3.6). Jó confessa sua fé na ressurreição (Jó 19.25-27: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros”). Em Daniel 12.2 lemos: “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para a vergonha e horror eterno”. No Novo Testamento lemos: “Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo” (João 5.28,29). Por isso todo cristão confessa, à base da Escritura: “Creio na ressurreição dos mortos”.
     3. O tempo. Contrariamente aos pré-milenaristas, segundo os quais a ressurreição dos santos ocorrerá no início do milênio, e a ressurreição dos demais por ocasião da vinda de Cristo para o juízo, a Bíblia ensina uma ressurreição geral de todos os mortos no fim do tempo. Falando de crentes, Cristo diz que os ressuscitará no último dia.

domingo, 16 de novembro de 2014

MENSAGEM PARA DOMINGO

“Ó Senhor Deus, não te afastes de mim! Vem depressa me socorrer” (Sl 22.19).
     Neste ponto, a oração de Jesus, que falava dos inimigos, é voltada a Deus. Ele pede que seu Pai não o abandone mais, mas que venha depressa em seu auxílio. Jesus chama Deus de seu “socorro” e pede que não se afaste dele, que corra em sua direção, rapidamente, chegando perto e dando-lhe ajuda.
     Às vezes, quando passamos por lutas difíceis em nossa vida parece que Deus está distante, sem notar nossa necessidade ou mesmo sem se preocupar com a situação. Jesus nos dá um tremendo exemplo com seu apelo emocionado, pedindo que Deus venha depressa, proporcionando ajuda e todo  consolo necessário. Mas há uma grande diferença entre os nossos sofrimentos e os de Jesus. Ele tornou-se pecado por nós, e, por isso, foi abandonado por Deus. Mas, já que ele removeu os nossos pecados, nós nunca seremos abandonados.
     O Salmo 46.1 nos lembra: “Deus é o nosso refúgio e a nossa força, socorro que não falta em tempos de aflição”. Depois de sua ressurreição, Jesus prometeu: “Lembrem disso: eu estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos” (Mt 28.20).
     Jesus levou nossos pecados sobre si e carregou a maldição e o castigo implacável de Deus em nosso lugar. E é por isso que nós nunca precisamos ter medo de que Deus vá nos abandonar ou ficar longe de nós enquanto sofremos. Ele está aqui para nos consolar, nos sustentar, nos fortalecer, e nos salvar.
     Oração: Senhor Jesus Cristo, obrigado por remover o meu pecado e culpa, para que, assim, eu possa com confiança pedir a sua ajuda a qualquer momento. Amém

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

FRASE DA SEMANA

"UM HOMEM QUE NÃO LÊ BONS LIVROS NÃO POSSUI NENHUMA VANTAGEM SOBRE O HOMEM QUE NÃO PODE LÊ-LOS".
 
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"Aplica à disciplina o teu coração e os teus ouvidos às palavras do conhecimento".
 
Provérbios 23.12

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

IMAGEM DA SEMANA

Pastores do DIPARSUL se reúnem em Cruz Machado na chácara do pastor Danilo Neunfeldt.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

ARTIGO PARA REFLEXÃO

Como é Jesus?

RETRATO DE JESUS

     “Sabendo que desejas conhecer quanto vou narrar, existindo nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é inculcado o profeta da verdade, e os seus discípulos dizem que é Filho de Deus; Criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado; em verdade, ó César, cada dia se ouvem coisas maravilhosas desse Jesus: ressuscita os mortos, cura os enfermos em uma só palavra; é um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto, e há tanta majestade no rosto, que aqueles que o veem são forçados a amá-lo ou temê-lo. Tem os cabelos da cor da amêndoa bem madura, são distendidos até as orelhas e das orelhas até as espáduas, são da cor da terra, porém, mais reluzentes.
      Tem no meio da sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso nos Nazarenos, o seu rosto é cheio, o aspecto é muito sereno, nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face, de uma cor moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis.
      A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, mas separada pelo meio, seu olhar é muito afetuoso e grave: tem os olhos expressivos e claros, o que surpreende é que resplandecem no seu rosto como os raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo o seu semblante, porque quando resplende, apavora, e quando ameniza, faz chorar; faz-se amar e é alegre com gravidade.
      Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas antes chorar. Tem os braços e as mãos muito belos; na palestra, contenda muito, mas o faz raramente e, quando dele se aproxima, verifica-se que é muito modesto na presença e na pessoa. É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à sua mãe, a qual é de uma rara beleza, não tendo, jamais, visto por estas partes uma mulher tão bela, porém, se a Majestade tua, ó César, deseja vê-lo, como no aviso passado escreveste, dá-me ordens, que não faltarei de mandá-lo o mais depressa possível.
      De letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem coisa alguma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim, porém em sua presença falando com ele, tremem e admiram.
      Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes. E em verdade, segundo me dizem os hebreus, não se ouviram, jamais, tais conselhos, de grande doutrina, como ensina este Jesus; muitos judeus o têm como Divino e muitos querem condená-lo, afirmando que é contra a lei de tua Majestade; eu sou grandemente molestado por estes malignos hebreus.
      Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas, ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele têm praticado, afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde, porém à tua obediência estou prontíssimo, aquilo que Tua Majestade ordenar será cumprido.
      Vale, da Majestade tua, fidelíssimo e obrigadíssimo… Públio Lêntulo, presidente da Judéia.
Lindizione setima, luna secunda.
      (Este documento foi encontrado no arquivo do Duque de Cesadini, em Roma. Nesta carta se traça o retrato físico e moral de Jesus, e foi mandada de Jerusalém ao Imperador Tibério César, em Roma, no tempo de Jesus.)

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

A BÍBLIA EM "O ESTADÃO" (SP)


  A 'Bíblia' se diversifica para atrair mais leitores
José Maria Mayrink - O Estado de S. Paulo
08 Novembro 2014 | 03h 00

Edições requintadas convivem com outras despojadas

De edições despojadas de uso cotidiano a versões requintadas para pesquisa e estudo, as editoras evangélicas e católicas usam a criatividade no marketing, o aprimoramento das traduções e uma renovação gráfica aprimorada para atrair mais leitores da Bíblia, o livro mais vendido no mercado editorial. 
 
A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) distribuiu mais de 131 milhões de textos das Escrituras Sagradas, desde a inauguração de sua gráfica, em setembro de 1995, até 25 de outubro de 2014. Foram 114.926.286 da Bíblia completa e 16.742.102 do Novo Testamento. Em 2013, foram distribuídas 7.910.360 exemplares do Antigo Testamento, com crescimento de 7% em comparação com o ano anterior. Essa tem sido a média anual, informa o pastor luterano Erni Seibert, secretário de Comunicação e de Ação Social da SBB. O total de Escrituras - somando-se a Bíblia completa, Novo Testamento, livretos com trechos escolhidos e folhetos - alcança 265.151.267 de publicações. A SBB tem parceria com Edições Paulinas, católica, para publicação da Bíblia católica, com os oito livros canônicos não reconhecidos pela Reforma protestante. 

“Um de nossos lançamentos mais recentes é a Bíblia GPS, projeto vindo da Alemanha e climatizado no Brasil, com um roteiro de referências e mapas que ajuda o leitor a situar-se no texto”, explica Seibert. A interligação entre diferentes passagens permite ao leitor ter acesso a informações, por exemplo, sobre que relação existe entre o Antigo e o Novo Testamento. O termo GPS, moderno instrumento de localização para se traçar um roteiro entre pontos geográficos, deve ser entendido, nessa apresentação das Escrituras, como uma analogia. 


Daniel Teixeira/Estadão
Variação. Milhares de exemplares são vendidos no País
O texto inclui-se na série de edições destinadas a acadêmicos e estudiosos,mas, ao alcance dos leitores comuns, na grande maioria evangélicos de várias igrejas. A mesma coisa ocorre com outras versões da Bíblia. A SBB adapta apresentação gráfica e explicações a segmentos bem definidos. A editora tem A Bíblia da Mulher, Bíblia Sagrada Entre Meninas e Deus, Bíblia Missionária de Estudo, Bíblia do Samaritano e outras variações, além de panfletos com histórias bíblicas para crianças. A tradução da maioria delas é a Almeida (Antônio Ferreira de Almeida) Revista e Atualizada, na linguagem de hoje.

No caso da Bíblia GPS, a editora parceira é a Esperança, ligada à Allianz Mission na Alemanha, com trabalhos em mais de 20 países, entre os quais China e Vietnã. Edições do Antigo Testamento em hebraico e do Novo Testamento em grego, nos dois casos com tradução interlinear, são dirigidas a professores, estudantes e biblistas evangélicos, católicos, ortodoxos e judeus. Uma edição do Novo Testamento, Salmos e Provérbios em chinês, lançada em parceria com a Sociedade Bíblica de Hong Kong, destina-se à colônia chinesa no Brasil e aos cristãos na China. No Brasil, há traduções para línguas indígenas (guarani e kaingang) e para dialetos alemães falados por pequenos grupos no Sul e do Espírito Santo. O Livro de Rute foi publicado em Calon Chibi em parceria da SBB com a Missão Amigos dos Ciganos. A SBB tem também edição em Braile. 

O best-seller da editora é a Bíblia de Lutero, editada em 2012. A tradução do alemão para o português (Almeida Revista e Atualizada) é baseada na versão protestante de Martinho Lutero que, na Reforma, lançou as Escrituras em língua vernácula, quando a Igreja Católica só oferecia o texto da Vulgata em latim. Essa edição contém mais de 900 reflexões de Lutero intercaladas no texto e anexos com partituras e hinos de autoria do reformador. Essa Bíblia despertou enorme interesse também entre os católicos, com a aproximação, incentivada pelos últimos papas, entre Roma e os luteranos. A diferença das bíblias evangélicas em relação às católicas é que elas não incluem oito livros que Lutero e outros reformadores não consideram canônicos, ou seja, de inspiração divina. 

A publicação anual da SBB corresponde a cinco vezes a tiragem somada da Bíblia nas principais editoras católicas, que venderam ano passado cerca de 1,6 milhão de exemplares. A Ave Maria publicou 600 mil cópias. Seu produto mais conhecido é a Bíblia Sagrada Ave Maria, cuja primeira edição saiu em 1959. Foi uma novidade na época, porque a Igreja Católica não divulgava traduções em português. A editora lançou em 2009 Minha Primeira Bíblia com a Turma da Mônica, em forma de historinhas infantis.

Além da Editora Ave Maria, publicam a Bíblia, em diversos modelos e traduções, as editoras católicas Loyola, Paulinas, Paulus, Santuário e Vozes. Outras editoras, como a da Canção Nova, participam de coedições. A Paulus, dos padres paulinos, lançou, em 2013, a Nova Bíblia Pastoral, em linguagem acessível a tradução feita das línguas originais. Em 1990, Edições Paulinas (das irmãs paulinas) havia publicado a Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. O texto só foi ligeiramente revisado. As diferenças mais notáveis estão nas notas de pé de páginas e nos entretítulos. A Bíblia Pastoral é muito utilizada nas comunidades eclesiais de base e nos movimentos populares da Igreja.

Há sete anos no mercado, a Edições CNBB lançou uma versão comemorativa pelos 500 anos de evangelização do Brasil e dos 50 anos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em 2001. “No próximo ano, será lançada a Bíblia Sagrada, resultado de oito anos de estudos de doutores em Bíblia”, informa o diretor geral da Edições CNBB, padre Valdeir dos Santos Goulart.