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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

QUEM É JESUS?

 

Marcos 8.27-38 – 2º Quaresma
Introdução
      Hoje eu gostaria de repetir a vocês a pergunta que Jesus fez a seus discípulos. E gostaria fazê-lo da seguinte forma: Dar a cada um, um pedaço de papel e um lápis e pedir: Quem é Jesus? Escreva sua resposta. Para depois ler as respostas aqui e comentá-las. Podemos faze-lo? Vocês concordam?
      Sabem que esta pergunta é a mais importante com respeito a Jesus. Cada cristão deve saber respondê-la com clareza e firmeza. Jesus disse: “Se não crerdes que eu sou, morrereis nos vossos pecados. Então lhe perguntaram: Quem és tu? Respondeu-lhes Jesus: Que é que desde o princípio vos tenho dito?” (João 8.24,25) A resposta sobre Jesus não é simplesmente conhecer o nome dele, saber algo a respeito dele, mas conhecê-lo de fato. Quem ele é? O Messias, o Salvador da humanidade. Sim, o único e suficiente salvador da humanidade. “Ele a salvou não com ouro e prata, mas com seu santo e precioso sangue, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16)

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           O primeiro ponto que preciso destacar em relação ao nosso texto, é: Em que ocasião Jesus fez esta pergunta a seus discípulos? Ele não fez esta pergunta quando os convidou para que o seguissem. Naquela ocasião, Jesus só disse: “Segue-me”! (Mateus 9.9) Não pediu, nem exigiu nada deles. Não perguntou pela fé, nem pediu uma promessa de fidelidade. Só disse: Segue-me! E Mateus – como também depois, os demais - se levantou e o seguiu.
Isto, porque ninguém pode por a fé cristã numa pessoa, nem exigi-la de uma pessoa. Nem obrigar uma pessoa à fé. Nem os pais podem obrigar a seus filhos a crer. Eles podem ensiná-los, mas crer, a fé é um dom de Deus. Ninguém pode vir à fé por sua própria força.
      A fé em Jesus, o Espírito Santo gera. E ele a gera pelo ouvir da Palavra de Deus e o sacramento do santo batismo. A fé em Jesus é gerada pelo ver e ouvir a Jesus. Por isso Jesus os convidou: Seguem-me. - Agora, passados três anos na companhia de Deus, veio o teste pela pergunta: “Quem diz o povo que eu sou”?
     Eles responderam, em primeiro lugar, aquilo que ouviram do povo. É João batista! É Elias. É um dos profetas! - O que nós ouvimos hoje, em nosso derredor, a respeito de Jesus? Caí na tentação de consultar o facebook e o youtube. Que horror! – Jesus é a primeira criatura que Deus (Jeová) criou. O ser igual ao pai significa simplesmente, porque todo o filho é cópia do pai.  Negam que “Jesus Cristo é o verdadeiro Deus, gerado do Pai desde a eternidade”. 
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     Ignoram a palavra eternidade. Eternidade não tem começo nem fim. Negam a divindade de Jesus e com isto a Trindade, etc. Alguns dizem que ele, nascido da virgem Maria, é filho adotivo de Deus, a quem Deus deu certos poderes. Alguns já colocam “um ser humano” e não “verdadeiro homem”. Seria para evitar gênero? Assim temos hoje o Espiritismo, para quem Jesus só foi um grande mestre. Os Testemunhas de Jeová, para quem Jesus foi um simples profeta. E quanto à obra redentora de Jesus, os adventistas afirmam que ele só salvou os eleitos e não todos. Outros dizem que Jesus nos salvou só em parte. Ele fez a sua parte, nós temos que fazer a nossa. Assim poderíamos seguir e coletar mais erros sobre a pergunta: Que diz o povo que eu sou?
      Então Jesus dirigiu a pergunta diretamente aos discípulos: “Mas vós, quem dizeis que eu sou?” Após três anos em companhia com Jesus, Jesus pergunta a seus discípulos: “Mas vós, quem dizeis que eu sou?” Quantos anos cada um de nós já está em companhia com Jesus”? Qual a tua resposta?
      O apóstolo Pedro respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo!” Em outra ocasião, quando vários discípulos se escandalizaram com a pregação de Jesus e o abandonaram, então Jesus perguntou a seus discípulos: “Será que vocês também querem se retirar”? (João 6.67) Simão Pedro respondeu: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna, e nós temos crido e conhecido que tu é o Santo de Deus” (v.68.69). As duas respostas são em si iguais. Nós temos conhecido, isto é, durante os três anos aprendemos isso. E o que eles reconheceram? Que Jesus é o Cristo, isto é, o Messias que Deus prometeu após a queda de Adão e Eva em pecado (Gênesis 3.15). A respeito de quem os profetas deram detalhes ( Isaías 53). E eles viram e reconheceram que Jesus é o Messias prometido por Deus, o Filho de Deus, o Santo de Deus, o único e suficiente Salvador da humanidade (Atos 4.12). Portanto, eles falaram da pessoa e da obra de Jesus. 
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           Já no tempo dos apóstolos, quando foram pregar o evangelho, surgiram doutrinas erradas a respeito de Cristo. Os apóstolos tiveram que advertir e exortar para que as congregações permanecessem na “doutrina dos apóstolos” (Atos 2.42). O apóstolo João admoesta: “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica justiça é justo, assim como ele é justo” (1 João 3.7). E: “Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo o espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus, pelo contrário, este é o espírito do anticristo” (1 João 4.2,3).       No início do segundo séculos do cristianismo foi necessário, tanto para rebater os erros como para afirmar a verdade a respeito de Deus e de Jesus Cristo, elaborada uma confissão clara. Surgiu assim o Credo Apostólico. Apostólico, porque é formada por palavras das cartas dos apóstolos. Os desvios, porém, continuaram. Foi necessário ampliar a confissão. Surgiu o Credo Niceno, ano 325, para destacar “que Jesus Cristo é uma só substância com o Pai” (João 10.30). E mais tarde, pelo ano fim do 5º século foi elaborado o Credo Atanasiano, que destaca a Trindade, a obra de Cristo e a pessoa e obra do Espírito Santo. Ali se afirma: “Esta é a verdadeira fé cristã. Aquele que não crer com firmeza e fidelidade, não poderá ser salvo”. Os três credos são chamados de credos ecumênicos, pois todas as igrejas cristã que permanecem na Bíblia as adotaram e confessam. Estes Credos estão em nosso Hinário.
      Se portanto hoje alguém nos perguntar: Quem é Jesus Cristo? Nós respondemos com o Credo Apostólico. E se queremos deixar bem claro sobre a pessoa de Cristo, respondemos com o Credo Niceno. Ou o Credo Atanasiano. Nós usamos estes três Credo na igreja. Pressupõe-se que, pelo menos os dois primeiros: Credo Apostólico e Niceno, cada cristão saiba de cor.
      Se portanto, numa roda de pessoa surge a pergunta: Quem é Jesus Cristo, ou se alguém nos pergunta diretamente sobre Jesus, responderemos: “Eu creio em Deus Pai Todo poderoso, Criador de céu e terra. E, em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso senhor, o qual foi concebido pelo Espírito santo, nasceu da virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, ... E alguém quiser mais informações, poderemos recomendar nossa literatura.
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           Nesta época de muita confusão importa que sejamos claros testemunhas de Jesus. Importa perguntar as pessoas; Você conhece a Cristo. O que você sabe ou crê a respeito dele. Pois quem não crê nele está no caminho para a eterna condenação. Hoje nada é mais importante para uma pessoa do que conhecer a Cristo e sua obra salvífica. E nosso maior prazer é falar a respeito. Recebemos de nossos pais o claro ensino. Façamos uso dele para levar pessoas a Cristo. Amém.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

QUEM É JESUS CRISTO?


TEMA: TESTIFIQUEMOS QUE JESUS É O MESSIAS
TEXTO: MT 16.13.20


       O que as pessoas pensam a respeito de Jesus? O que se fala de Jesus hoje em dia? As respostas são diversas: Para alguns, Jesus foi um grande homem. Ou então um grande personagem que ficou na história. Para outros, foi um grande filósofo. Não faltam os que classificam como sendo um fundador de uma religião, ao lado de Buda e Maomé.

      Em nosso texto, o povo, seguindo a tradição, considera Jesus como um dos antigos profetas redivivos, definindo-o a partir de personagens do passado, cuja volta era esperada no final dos tempos. E os discípulos o que pensavam de Jesus? Pedro responde: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo! ”. A confissão de Pedro contraria a todas as opiniões dadas acerca de Jesus. Porque não é uma conclusão ou resultado de uma análise minuciosa da pessoa de Jesus. Mas, sim, uma confissão de fé, reconhecendo em Cristo, o Messias, o ungido de Deus. Tu és o Cristo”. Foi uma resposta sem hesitação, cheia de convicção. Uma resposta que se tornou uma declaração fundamental de fé cristã. Resposta simples, mas profunda. Somente uma fé firme e forte, poderia fazer tal confissão que Simão Pedro fez.
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      Qual é a nossa resposta a respeito de Jesus? É esta também  a nossa confissão: “Tu és o Cristo de Deus”? Ou temos outra resposta? Será que as opiniões mudaram a respeito de Jesus? Não nos surpreendamos se encontramos ainda hoje as mesmas diversidades de opiniões sobre Cristo e seu evangelho. Hoje em dia há a mesma confusão na mente das pessoas a respeito de Jesus. Milhares de pessoas em todos os tempos, mesmo na igreja, gastam a sua vida questionando, e têm as diversas opiniões a respeito de Cristo:

      Pedro em sua confissão nos deu um lindo exemplo de testemunhar. Jesus quer que nós também testifiquemos: “Tu és o Cristo de Deus”. Uma ordem que provém do próprio Deus: “Sereis minhas testemunhas... até aos confins da terra”. (Atos 1.8). Eis a nossa tarefa de anunciar ao mundo o evangelho. Mas não queremos pregar um Cristo que veio ao mundo para ensinar bons ensinamentos, úteis para a vida terrena. Não queremos pregar um Cristo como sendo um curandeiro, um milagreiro ou libertador nos momentos de aflições. Não queremos dizer ao mundo que Jesus foi um filósofo, um socialista, um reformador e impostor. Queremos dizer à humanidade que Jesus não foi um simples mestre. Mas sim, o Cristo que veio trazer o perdão e a paz, sacrificando sua própria vida para nos unir com Deus. Queremos testificar que Cristo é o verdadeiro Filho de Deus que deveria vir ao mundo conforme a promessa dada aos pais no AT

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      Confessemos, hoje e sempre: “Tu és o Cristo de Deus”. Tu és o Messias. Que Deus em sua graça nos concede a fé de sempre reconhecermos e confessarmos a Cristo o nosso Senhor e Salvador.
 
Alcemar Cabreira

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O SOCCORRO DE DEUS

 
 
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TEXTO: Sl 121
TEMA: O MEU SOCORRO VEM DO SENHOR


      O salmista inicia, dizendo: “Elevo os olhos para os montes” (v.1a). É uma oração em busca de ajuda, pois o salmista se vê impotente para chegar ao seu destino em segurança por seus meios próprios. Por isso, ele busca por um protetor. Sendo assim, ao se deparar diante de perigos e dificuldades olhou para dentro de si e chegou a uma questão importante: “De onde me virá o socorro?” (v.1b). Onde posso encontrar ajuda? Ele não encontra socorro nos montes. Não é dos montes que ele espera o auxilio. Não seria nos montes que os peregrinos encontrariam ajuda, diante das dificuldades que enfrentariam durante a viagem. Por mais elevado que fosse um monte, dele não poderia vir o esperado socorro. Mas somente no Senhor. 
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      Também precisamos de ajuda, auxílio, socorro, pois enfrentamos situações difíceis na família, na saúde, no trabalho, no casamento, no relacionamento com pessoas. Nessas horas, costumamos recorrer aos amigos, parentes, irmãos na fé etc. Mas estes, algumas vezes, por certas razões, não conseguem nos ajudar. Ficamos desesperados e olhamos ao redor e formulamos a mesma pergunta: De onde virá o meu socorro? Para muitas pessoas o socorro vem do mundo e das pessoas; outras procuram nas vãs filosofias, no dinheiro e nos vícios; também têm aquelas que procuram olhar para dentro de seu interior, procurando respostas para seus problemas, ao invés de buscar ajuda no próprio Deus. 

      Nesses momentos devemos recorrer ao nosso Senhor e Salvador que Ele nos dará o socorro esperado. Somente o nosso Senhor é capaz de nos tirar das situações difíceis e atender ao nosso pedido de socorro. Foi o que fez Davi.
      Depois de pensar coerentemente nas possíveis soluções para os seus problemas, Davi chega a uma conclusão magnífica. Ele encontrou uma resposta: "O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra” (v.2).  O clamor provém de quem já conhece Deus. Reconhece que Deus “fez a terra”. Ele associa Deus ao ato da criação. Aquele que nos criou também nos sustenta. Ele nos conhece. Cuida e está pronto a nos ajudar. Esse era o seu protetor: o Deus onipotente e soberano. 
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     Deus conhece muito bem os caminhos pelo qual teremos que trilhar para alcançar o propósito que Ele projetou para nossas vidas, o mais importante é saber que o nosso socorro vem do Senhor, e que Ele continua guardando a nossa entrada, a nossa saída desde agora e para todo sempre. Amém!

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

REFLEXÃO

AS TEMPESTADES NA VIDA!
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      Acredito que a maioria já presenciou uma tempestade. Ela nem sempre é previsível, pois, muitas vezes, ela ocorre repentinamente. As tempestades da vida também são inesperadas. Geralmente somos apanhados de surpresa, são enfermidades inesperadas, desemprego, problemas conjugais, acidentes, mortes, conflitos, etc.
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     Diante de tal situação ficamos preocupados, ansiosos, assustados ou até mesmo desesperados. Os ventos têm soprado por todos os lados, deixando o mar cada vez mais revolto e as ondas cada vez mais altas ao ponto de balançar toda a estrutura do nosso barco. Sentimos que o nosso barco realmente vai afundar, e parece que Deus se esqueceu de nós ou até mesmo não nos ouve mais, parecendo que este será o nosso fim, tão trágico, achamos que jamais iremos conseguir passar do outro lado, da outra margem do mar.
 
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      Porque Deus age assim conosco? Esta é a pergunta que a maioria das pessoas têm feito. Não se conformam com esta realidade. Foge da compreensão humana tal situação.
     Lembre-se que as tribulações e os problemas que enfrentamos, nos planos de Deus, sempre visam um objetivo: Deus quer por à prova a nossa fé, para torná-la mais forte e pura, nos momentos de extrema angustia, tristeza, dores, doenças, acidentes, ou problemas de ordem econômica e desemprego. É justamente nestes momentos que deixamos de confiar em Deus. Deixamos Deus de lado. Como se tudo dependesse da nossa inteligência e da capacidade humana. Mas não há motivos para temer! Não estamos sós neste barco! Jesus está conosco! Este é o grande consolo!
      Queira Deus dar-nos confiança quando o mar da vida se agita e assim agarremo-nos em Cristo, confiando plenamente em suas promessas.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

QUARESMA

A PALAVRA QUARESMA
      A palavra quaresma vem do latim, quadragésima dies (o dia quadragésimo, antes da Páscoa). É um período de 40 dias. Ele começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira da Semana Santa, ou seis semanas que antecedem a páscoa.
     É um tempo litúrgico de arrependimento; de reflexão e reconhecimento da obra redentora do Salvador Jesus Cristo. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

NOTÍCIAS

Inscrições abertas para o Congresso Nacional de Professores de Escola Dominical da IELB
Confira a programação do evento que será realizado nos dias 19 e 20 de maio de 2018, em Florianópolis, SC
Inscrições abertas para Congresso Nacional de Professores de Escola Dominical da IELB

     Já estão abertas as inscrições para o 1º Congresso Nacional de Professores de Escola Dominical da IELB, que será nos dias 19 e 20 de maio de 2018, em Florianópolis, SC. É uma excelente oportunidade para os Professores de Escola Dominical, tanto para os que já atuam como professores e para aqueles que desejam iniciar em Escola Dominical.
Saiba mais
1. Data: 19 (Sábado) até 20 (domingo) de maio de 2018.  A chegada pode ser no dia 18 (Sexta-feira). O jantar do dia 18 está incluída no pacote do Congresso, nos custos do evento.
2. Local: Hotel Tropicanas - Florianópolis, SC - Rua Mário Lacombe, 352, Praia de Canasvieiras, Florianópolis, SC.
3. Temática: “Ensinando na alegria da salvação: Restitui-me a alegria da tua salvação” (Sl 51.12).
4. Palestras: a) Ensinando na alegria da salvação - Na família
b) Ensinando na alegria da salvação - Na Escola Dominical
5. Vídeos: Vídeos de capacitação de professores estão sendo produzidos e serão disponibilizados aos participantes. Os participantes poderão trazer Pen-Drives para copiar estes vídeos.
6. Oficinas: Diversas oficinas de atividades práticas serão oferecidas aos participantes.
7. Inscrições: Até o dia 02 maio de 2018 pelo e-mail: martinho@ielb.org.br (informar : a) Nome; b) Sexo; c) Congregação; d) Hora de chegada e de saída)
8. Custos: R$ 250,00 por pessoa. Neste custo estão incluídas duas diárias completas com as refeições (Da janta de sexta-feira de noite até o almoço de domingo). É um preço especial para o nosso Congresso. O pagamento será feito na chegada ao Congresso.
 
Lembrete
Durante o ano de 2018 não serão realizados os ERPEDS regionais oferecidos pela Comissão de Escola Dominical da IELB. O Departamento de Educação Cristã da IELB recomenda que os distritos e as paróquias organizem ERPEDs locais, podendo fazer uso do material e orientações que serão oferecidos neste Congresso Nacional.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

João 7.43
Houve uma dissensão entre o povo por causa de Jesus.

      Após ser batizado por João Batista, Jesus iniciou seu ministério. Ele escolheu alguns discípulos e foi para a Galileia, onde começou a pregar currar doentes. Sua fama correu célere. Multidões vieram de todos as partes. Certo dia, a multidão o apertou tanto que ele pediu a um de seus discípulos para que lhe preparasse um barco, para servir-lhe de púlpito (Marcos 3.9).
      Não demorou muito, já nos primeiros dias “houve divisão entre o povo por causa dele”. O profeta Simeão, por ocasião da circuncisão de Jesus, havia dito: “Eis que este menino está destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos em Israel, e para ser alvo de contradição” (Lucas 2.34). Isto se mostrou já no início do seu ministério. O evangelista Marcos nos dá três exemplos disso, que ainda hoje são atuais.
      Primeiro exemplo são os escribas que vieram de Jerusalém para ver que movimento era esse, o de Jesus.
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Eles ouviram a mensagem de Jesus. Viram seus milagres. Não tinham resposta para isso. Mas declararam: “Ele está fora de si. Possesso de Belzebu, o maioral dos demônios” (Marcos 3.21,22). Os fariseus e escribas rejeitaram Jesus, acusando-o de falso profeta.
      Jesus ouvindo tal afronta, lhes falou sobre o pecado contra do Espírito Santo. Ele disse: “Aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu do pecado eterno” (Marcos 3.29). Eles ouviram as pregações de Jesus. Viram seus milagres, mas em seu egoísmo blasfemaram de Jesus. Enquanto permaneciam nessas blasfêmias, não teriam perdão. Perdão é para pessoas que reconhecem seus pecados e desesperam em si.
      Segundo exemplo. São os próprios familiares de Jesus.
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 Eles vieram de Nazaré para ver o que estava acontecendo com Jesus. Compreenderam sua mensagem, mas opinaram que isto era fanatismo demais, que traria problemas com a igreja. Queriam levá-lo para casa.
     Devido a multidão, não conseguiram chegar perto. Então avisaram a Jesus: “Tua mãe e teus irmãos e irmãs estão aí a tua procura”. Jesus respondeu: “Quem é minha mãe e meus irmãos? Olhando ao seu redor disse: Eis minha mãe e meu irmãos. Portanto, qualquer que fizer a vontade de Deus esse é meu irmão e mãe” (Marcos 3.31-35).
     Lembremos a palavra de Jesus: “A vontade de meu Pai é esta que creiam naquele que por ele foi envaido (a saber, em Jesus)” (João6.29). Esta é a vontade de Deus Pai. Sua mãe e seus irmãos queriam o bem de Jesus, como muitos outros após eles. Mas, faltava-lhes ainda uma compreensão melhor da pessoa e obra de Jesus. Que reconheceram mais tarde.
      Terceiro exemplo, os discípulos de Jesus.
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O que eles pensavam a respeito de Jesus? O evangelista Marcos nos revela algo a respeito, de como eles lutaram com a perguntas: Quem é Jesus? Jesus não se revelou logo completamente a eles. Ele os chamou e deixou que primeiro ouvissem a ele e vissem seus milagres, que eram os sinais de ser ele o Messias prometido, o Filho de Deus. Suas palavra e atos estavam cheios de dicas que despertavam a pergunta: Quem é este? Ele perdoa pecados. Algo que só Deus pode fazer. Ele se chama o “noivo” da igreja. Só Deus é o noivo da igreja. Ele se diz Senhor do sábado. Isso só cabe a Deus.
       As pessoas que acompanhavam Jesus ouvindo suas palavras e vendo seus milagres reconheceram, mesmo que com vagar, que Jesus era o Messias prometido, o Filho de Deus. Passo a passo Jesus os conduzia ao conhecimento. – como hoje os estudantes de teologia são aprofundados no conhecimento da Palavra de Deus. Eles lutam durante o estudo com muitas perguntas e dúvidas - até chegarem à grande confissão do apóstolo Pedro: “Tu és o Messias, o Filho de Deus”.
     Este foi o caminho pelo qual Jesus guiou e firmou seus discípulos no conhecimento. E ele o faz ainda hoje assim. Quando Jesus chama alguém para que o siga, ele não exige da pessoa logo uma confissão completa de sua fé. Ele só pede que ouça sua palavra. Também um discípulo de Jesus se defronta com dúvidas e perguntas.
      Após Jesus ter acalmado a tempestade (Marcos 4.35-41), os discípulos se perguntaram: Quem é este?
      Vem o dia em que ouviram e viram o bastante para poderem responder com suas próprias palavras a pergunta de Jesus: E vós quem dizeis que eu sou. E eles responderam: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus” (Mateus 16.16).
      Esse é o caminho ainda hoje para quem quer seguir a Jesus. E mesmo como discípulo, ao longo da caminhada surgem perguntas, dúvidas e discussões. Para clarificá-las a igreja reuniu seus melhores pastores e professores, os quais elaboraram os Credos, para afirmar a verdade e combater os erros. Credo Apostólico (desde cedo), Credo Niceno (ano 325), Credo Atanasiano, no 5º século. No tempo de Lutero a Confissão de Augsburgo (1530) e outros que foram reunidos no Livro de Concórdia (1580). As principais doutrinas foram reunidas de forma simples no Catecismo Menor do Dr. Martinho Lutero. Hoje o temos com uma explicação do pastor Heinrich C. Schwan. Este Catecismo é usado na instrução de Confirmandos e deveria ser relido pelo menos uma vez em cada ano, ao longo de nossa vida.              
HK