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sábado, 20 de junho de 2020

CULTO DOMÉSTICO PARA 21/06/2020


Culto Doméstico - 08.2017 – Reeditado - 21.06.2020
Contatos para sugestões e colaborações com: Pastor Martinho Sonntag - martinho@ielb.org.br - (51) 99644-0761 ou (51) 3332-2111 (IELB)
Siga também em ielbprudentopolis@blogspot.com
1. Saudação e acolhimento (pelo líder)
2. Invocação - Iniciamos este Culto Doméstico em nome de Deus Pai, Deus Filho e
Deus Espírito Santo, um só Deus em três Pessoas. Amém.
3. Oração (todos) Amado Deus Pai eterno, estamos muito felizes por sermos teus filhos. Somos muito gratos por seres nosso Pai Eterno, por graça de Jesus Cristo, teu Filho e nosso Salvador.
Pedimos que olhes para cada um de nós com a tua compaixão e misericórdia. Perdoa todos os nossos pecados, sejam eles de ação ou de omissão - quando não fazemos o que Tu queres que seja feito por nós. Ajuda-nos com o teu Espírito Santo para que nossa fé seja fortalecida e sejamos capazes de Te servirmos no lar, no trabalho, na igreja e na pátria.  Abençoa o Culto Doméstico de hoje e a cada um dos presentes. Em nome de Jesus. Amém.
4. Hino: 322 HL
1. Guia-nos, Jesus, teu caminho é luz. Vacilar nós não queremos, Sempre a ti fiéis seremos. Toma a mão dos teus, Leva-os para os céus.
2. Em aperto e dor mostra o teu favor. Quando vem a desventura, O teu filho não murmura. Pelas aflições vamos às mansões.
3. Quando a provação fere o coração, sob o peso da inclemência, dá-nos sempre paciência. Faze-nos fitar o celeste lar.
4. Vem-nos conduzir ao feliz porvir. Não nos deixes sem amparo no caminho agreste e amaro. Finda a vida aqui, leva-nos a Ti.
5. Leitura Bíblica: Rm 13
Reflexão – Tema: Paciência!
O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece” (1 Co 13.4)
Imagine a situação no aeroporto: Muitas pessoas aguardavam o embarque num voo internacional. Mas o voo atrasou por causa de problemas mecânicos. Foram 15 minutos de espera para saber se o embarque aconteceria. O tempo passava. Foram mais 30 minutos, e depois mais 2 horas e nenhuma solução. Os tripulantes procuravam acalmar a multidão de pessoas que estava cansada de tanto esperar.
O tempo passava sem que houvesse uma solução. Em consequência, as pessoas ficavam mais irrequietas e iradas. Com o tempo, quase todos perderam a paciência. A multidão enfurecida começou um alvoroço gritando palavrões não publicáveis. Até o piloto foi chamado para explicar as providências que estavam sendo tomadas para resolver o problema mecânico. Em vez de ser ouvido, ele foi insultado.
Em meio à confusão generalizada, um dos poucos homens que ainda aparentava calma, falou: “A paciência vai ser uma atitude necessária hoje à noite”.
O apóstolo Paulo menciona a paciência como uma das manifestações de quem ama.
O apóstolo indica que a paciência é fruto do Espírito. Ele escreve: “Mas o Espírito de Deus produz o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade, a humildade e o domínio próprio” (Gl 5.22-23 - NTLH).
Caros irmãos, a vida reserva momentos difíceis para todos, também para os cristãos. Cada um está sujeito à dificuldades pessoais, por exemplo, com doenças, com a falta de recursos financeiros, com acidentes e frustrações por causa de anseios e projetos que não se realizaram. A irritação, o nervosismo e a falta de paciência podem resultar de situações como estas.
A impaciência pode gerar outros males, como atritos com os familiares, violência e injustiças com pessoas que nada tem a ver com os problemas que a pessoa enfrenta.
Disse alguém: “A impaciência é um reflexo do nosso egocentrismo, em resposta às decepções da vida”. Este pensamento faz sentido. Michel Quoist escreve no livro “Construir o Homem e o Mundo” que “amar é dar-se”. Diz ele que amar é sair de si e ir ao encontro dos outros. O egocentrismo é o oposto do amor.
A melhor demonstração de amor é a que encontramos descrito em Jo 15.13: “Ninguém tem mais amor pelos seu amigos do que aquele que dá a sua vida por eles” (NTLH). Foi Jesus quem deu a sua vida por nós. Ao longo de sua trajetória terrena, Ele demostrou muita paciência com a humanidade. E esta paciência se prolonga até hoje e se projeta até à Sua Segunda Vinda.
A paciência, que é manifestação de amor, põe de lado nossos interesses e projetos puramente pessoais e procura seguir o modelo de Jesus Cristo. Inspirados por Deus, nós podemos ter paciência com os outros e ajudá-los.
Muitas vezes temos dificuldades em manter a paciência, especialmente quando sofremos injustiças, violência, calúnias e outros males que nos são impostos por pessoas maldosas. O apóstolo Paulo escreve que a paciência é uma demonstração de que um cristão é servo de Deus. “Em tudo mostramos que somos servos de Deus, suportando com muita paciência as aflições, os sofrimentos e as dificuldades” (2 Co 6.4 - NTLH).
Quando:
· Cônjuges convivem com paciência, amparando-se em amor;
· Pais e filhos interagem e se amparam mutuamente com paciência;
· Congregados convivem e trabalham com amor, harmonia e paciência;
· Todos se relacionarem com paciência em todos os relacionamentos, então, os desentendimentos, conflitos, separações e afastamentos são minorados e passamos a ser mais solidários, agradáveis e produtivos.
Em Gálatas 5, a paciência é mostrada como fruto do Espírito Santo. Ele nos capacita para sermos pacientes. Quanto mais nos alimentarmos dos meios da Graça (Palavra e Santa Ceia) e orarmos, mais seremos capacitados.
Sigamos a orientação da Palavra de Deus e apeguemo-nos com fé na obra de nosso Senhor Jesus Cristo, conforme o texto que segue:
“Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima. Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas. Irmãos, tomai por modelo no sofrimento e na paciência os profetas, os quais falaram em nome do Senhor. Eis que temos por felizes os que perseveraram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo” (Tiago 5.7-11).
Deus tem muita paciência com cada um de nós. Ele nos perdoa sempre quando vamos a ele em arrependimento e fé no Senhor Jesus Cristo, nos acolhe e ampara. É uma graça que não merecemos, mas Ele a dá por amor.
Supliquemos a Deus para que nos ajude a amar e a ter muita paciência com todos. Saibamos perdoar as pessoas e também pedir perdão pelos nossos erros.
E sabem mais? Quando interagimos com amor e paciência com as pessoas que queremos evangelizar, mais facilmente elas aceitam nosso testemunho de fé. Amém.
6. Canto: “Ninguém nos amou como o Filho de Deus” (102 LS).
a. Ninguém nos amou como o Filho de Deus, que a glória deixou nas venturas dos céus, fazendo-se igual ao homem mortal.
b. Ninguém nos amou como Cristo Jesus, que, humilde, aceitou a vil morte na cruz, a fim de nos dar no céu novo lar.
c. Ninguém nos amou como o Cristo Senhor, que as almas guiou como seu bom Pastor; na Bíblia nos deu consolo do céu.
d. Se Cristo, o Senhor, como nunca ninguém, nos deu tanto amor, vamos todos também com fé o adorar e o amar sem cessar.
7. Oração
Pai querido, o Senhor ouve a nossa oração, conhece nossos pensamentos, desejos e necessidades. Todos que vivemos nesse mundo passamos por momentos de tribulação, angústia, sofrimento, tentação, fracasso, problemas etc. Mas eu espero no Senhor e minha confiança está em Ti. Eu oro em nome de Jesus. Amém
8. Pai Nosso – em conjunto.
9. Bênção em conjunto

116 ANOS DA IELB

Live 116 anos da IELB

Em junho, a Igreja Evangélica Luterana do Brasil completa 116 anos. 

Participe da live em comemoração a essa data, no dia 24/06/2020, às 20h, com 

a participação do músico luterano Carlos Magrão.
 A live será transmitida nos canais do YouTube da IELB e do Carlos Magrão:

youtube.com/carlosmagraooficial Durante a transmissão você poderá doar qualquer valor!
Sua ajuda levará publicações da Editora Concórdia às pessoas atendidas pelos projetos sociais das congregações da IELB.

sexta-feira, 19 de junho de 2020

A INTENÇÃO E OBJETIVO DO PASTOR

Pastor 1 (com imagens) | Artesanatos bíblicos, Ovelhas, Desenhos
"A intenção do pastor é despertar as pessoas de sua sonolência e alertá-las contra a auto-ilusão. Esse, entretanto, não pode ser o objetivo último do pastor. Seu objetivo último deve ser este: fazer com que seus ouvintes tenham a certeza de que seus pecados estão perdoados diante de Deus, a certeza da esperança da vida eterna e a certeza de que podem enfrentar a morte com tranquilidade. Todo aquele que não faz disso seu objetivo último, não é pastor evangélico." [C. F. W. Walther]
Topper Pastor (com imagens) | Bolo com plaquinhas, Bolo evangelico ...

quarta-feira, 17 de junho de 2020

REFLEXÃO

PALAVRA DE DEUS - PALAVRA DE VIDA
"O Senhor Deus diz: - Está chegando o tempo em que farei uma nova aliança com o povo de Israel e com o povo de Judá. Essa aliança não será como aquela que eu fiz com os antepassados deles no dia em que os peguei pela mão e os tirei da terra do Egito. Embora eu fosse o Deus deles, eles quebraram a minha aliança. Sou eu, o Senhor, quem está falando. Quando esse tempo chegar, farei com o povo de Israel esta aliança: eu porei a minha lei na mente deles e no coração deles e escreverei; eu serei o Deus deles, e eles serão o meu povo. Sou eu, o Senhor, quem está falando. Ninguém vai precisar ensinar o seu patrício nem o seu parente, dizendo: Procure conhecer a Deus, o Senhor. Porque todos me conhecerão, tanto as pessoas mais importantes como as mais humildes. Pois eu perdoarei os seus pecados e nunca mais lembrarei das suas maldades. Eu, o Senhor, estou falando." Jeremias 31.31-34 (Bíblia na Versão NTLH)
Nova Aliança
Par de Alianças De Tungstênio 4mm no Elo7 | Laura Mello Joias (6EFEFF)
Mesmo não sendo um paralelo exato, a palavra "aliança" na Bíblia é muito parecida com um contrato. Em Jeremias 31, Deus fala sobre duas alianças. Uma nova, e uma que havia sido quebrada, mas não por Ele.
O povo havia quebrado uma aliança! Qual aliança? A aliança feita conforme Êxodo 19.5-6: "Agora, se me obedecerem e cumprirem a minha aliança vocês serão o meu povo, escolhido por mim. Vocês são um povo separado somente para mim e me servirão como sacerdotes." E um pouco adiante o povo responde no v. 8: "Nós faremos TUDO o que o Senhor ordenou."
Simplificando, Deus faria de Israel seu povo especial para um propósito especial, e do outro lado Israel deveria obedecer a Deus plenamente. O contrato estava pronto e assinado por ambas as partes de comum acordo. Deus cumpriu com sua parte. Mas o seu povo não.
Infelizmente, os israelitas eram como todos nós: PECADORES. Diariamente tendemos a escolher o pecado ao invés de o que é certo; mentira ao invés da verdade; palavras que ofendem ao invés de palavras bondosas; guardar rancor ao invés de perdoar; alimentar a raiva ao invés de ser pacientes; egoísmo ao invés de preocupação com o próximo..... Ou seja: Somos pobres e miseráveis pecadores.
Se nosso status diante de Deus dependesse de manter um acordo com Ele, estaríamos perdidos. Isso não significa e nunca significou que podemos descuidar de procurar viver da melhor forma possível, seguindo os mandamentos de Deus. Bem pelo contrário. A partir do momento que confessamos nossa fé em Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, estamos oficialmente assumindo o compromisso de viver como ele espera que vivamos. E ele sabe quando o nosso viver da fé é verdadeiro, mesmo que cheio de falhas. A Deus ninguém pode enganar. Dele não podemos esconder nada.
A nós só cabe ser gratos a Deus por ele fazer algo por nós. Ele diz conforme o v. 31: "Pois eu perdoarei os seus pecados e nunca mais lembrarei das suas maldades. Eu, o Senhor, estou falando." Era Deus quem estava deixando claro que mantém a sua aliança. Este perdão é conquistado para nós por meio da vida sem pecado de Jesus, sua morte na cruz, e sua ressurreição vitoriosa dentre os mortos. E hoje, pela fé em Jesus, o Deus do céu e da terra é o nosso Deus; e nós somos dele.
A única aliança, o único contrato que importa para você, é o que Deus assinou com o sangue de seu Filho, nosso Salvador, Jesus Cristo.
Oração: Bondoso Deus, obrigado por manter a tua parte nesta aliança. Sei que falho muito e não consigo nem de perto corresponder as tuas expectativas. Obrigado por me lavar do pecado por intermédio do Sangue de Jesus. Obrigado Deus por me amar. Eu também te amo. E quero melhorar no cumprir com minha parte neste contrato de serviço em amor. Amém.

segunda-feira, 15 de junho de 2020

REFLEXÃO PARA INICIAR A SEMANA.

O exercício de amar.
Mateus 5. 43 - 48.
Deus criou todas as coisas, e criou o amor amando a sua criação. Sim, Deus é amor. E é a ausência do amor que produz a indiferença e o ódio. Contrariando o senso comum e a Lei de Talião, que sugere punir um mal provocando outro em igual proporção e intensidade, Jesus nos ensina a responder o mal com o bem e a ausência do amor, com o amor.
Sinceramente, amar é uma tarefa muito difícil. A tal ponto que uma religiosa cristã, Teresa de Calcutá, falou: “É fácil fingir amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado”. Essa afirmação é fácil de explicar: entre conhecidos e familiares sabemos bem os defeitos uns dos outros, os hábitos que irritam. Por isso, a convivência é difícil. É mais fácil demonstrar afeto e preocupação por alguém distante, que não nos provoca desconforto.
Jesus quer mudar essa situação. Ele disse: “Mas eu lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês” (Mt 5.44). Ele nos convida, por seu amor, a amar o inimigo e orar pelos que nos perseguem ou desejam o nosso mal. O natural em nós seria desejar aniquilar o inimigo ou desafeto. Jesus nos propõe algo diferente, que contraria a lógica humana. É uma tarefa humanamente impossível. Sendo assim, estamos desobrigados a fazê-lo? Jesus diz que não e nos incentiva a amar. Primeiro, porque ele mesmo amou os seus inimigos e deu a sua vida por eles. Na cruz, pediu ao Pai que perdoasse aqueles que lhe maltratavam e ofendiam. Não esqueçamos jamais: Jesus deu a sua vida pela humanidade que era inimiga de Deus. Assim, ele nos transformou de inimigos em amigos de Deus. Exercitemos o amor, para transformar os nossos inimigos em amigos de Deus.
Oremos: Senhor, Deus de amor, tem paciência conosco que não sabemos amar. Ensina-nos a amar a todos, especialmente aos que nos têm por inimigos. Amém.
Rev. André Luis Bender

sábado, 13 de junho de 2020

CULTO DOMÉSTICO-14 DE JUNHO DE 2020



Culto Doméstico – 14/junho/2020 – 2º Domingo após Pentecostes
1. Saudação e acolhimento (pelo líder)
2. Invocação: Iniciamos em nome de Deus Pai, Filho e Espírito Santo, um só Deus para todo o sempre!
3. Oração: Deus Pai, Filho e Espírito Santo - Santíssima Trindade. Ouve o nosso louvor e nossas súplicas. Sabemos que tu amas o teu povo e que estás sempre pronto para nos ouvir. Assiste-nos como Pai que ama os seus filhos. Olha também por todos aqueles que ainda estão na descrença e angústia e envia o teu Espírito Santo para que os transforme em teus filhos. Manifesta a benignidade e o poder de teu Filho a todos que te buscam para que te possam contemplar com fé e gratidão. Fortalece a comunhão fraterna entre todos nós, para que juntos proclamemos com vigor a mensagem de salvação em Jesus Cristo. Compadece-te de nosso povo e guia as deliberações das autoridades. Abençoa as nossas escolas e ampara os nossos filhos. Compadece-te dos enfermos e solitários e ouve o suspiro daqueles que estão em doenças terminais. Abençoa o culto doméstico de hoje, por amor de Jesus Cristo. Amém.
4. Hino – 11 do HL (Os hinos podem ser acompanhados no site: Hinário Luterano-Letras e músicas)
Ide, consolai meu povo! É o clamor do terno Deus;
Aos que estão em densas trevas /Urge a voz dos altos céus.
A Jerusalém pregai / Sobre a paz de Deus, o Pai,
E dizei que perdoados / Foram todos os pecados.

Escutai a voz que clama / No deserto e na amplidão,
Anunciando aos penitentes / A graciosa salvação.
Do Senhor a voz ouvi, / E um caminho a ele abri;
Vales, montes, reverente, / Recebei-o mui contentes.

Mesmo cheios de pecado, / Em sua graça confiai;
Revestidos de humildade, / Em seu reino assim entrai.
Pois a glória do Senhor / Revelada é por amor,
E há de vê-la o mundo inteiro- / Eis a voz do mensageiro.
5. Leitura – Salmo 100 e Mateus 9.35 até 10.8
6. Confissão de fé – Credo Apostólico
7. Reflexão – Texto: Mateus 09.35 até 10.8
Amados irmãos no Senhor Jesus Cristo,
O Tema para hoje é: A misericórdia de Jesus pelas ovelhas sofridas e perdidas
        Da sua manifestação pública logo depois do seu batismo no rio Jordão até sua morte na cruz do Calvário, o Senhor Jesus trabalhou muito entre os homens. Em todas estas suas obras realizadas entre os homens, Jesus mostrou duas coisas:  1. O seu grande poder como Filho de Deus. 2. A sua grande misericórdia pela humanidade caída em pecado.
        O texto que lemos, enfatiza a misericórdia de Jesus. Aqui nos é revelado o coração misericordioso do Nosso Senhor pelas multidões sofridas que vinham ao seu encontro. “Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor” (v. 36).
        Quando Jesus contemplou aquelas multidões com misericórdia, ele mostrou aos discípulos o motivo da sua vinda ao mundo. Seu trabalho provocou admiração nas multidões e revolta nos líderes religiosos de Israel daqueles dias, conforme Mt 8,9.
        Qual era a real condição daquelas pessoas de quem Jesus se compadeceu? Jesus contemplou diante de si muitas pessoas que já se encontravam a algum tempo numa condição de total desamparo, abandono e opressão. Pessoas que caminhavam como um rebanho de ovelhas entregue a sua própria sorte, e sem nenhum pastor para conduzi-las e protegê-las.
        Jesus estava diante de pessoas sem conhecimento da palavra de Deus, sobrecarregadas de culpa e pecado, sem consolo e esperança de salvação. Por que aquelas multidões encontravam-se nessa triste e miserável situação? O problema em si não foi a falta de pastores, pois naqueles dias havia muitos líderes religiosos em Israel, os quais tinham o dever de pastorear o povo no caminho do Senhor e buscar as pessoas desviadas. O problema é que estes não estavam cumprindo fielmente o seu dever de pastorear aquelas pessoas. Houve negligência e descaso no pastoreio.
        As ovelhas perdidas não eram buscadas; as fracas não eram fortalecidas; as ignorantes não recebiam a boa instrução da palavra de Deus; enfim, as multidões caminhavam entregues a si mesmas, sem pastores para alimentá-las com a palavra de Deus e protegê-las dos inimigos. E quando havia pastoreio, este era realizado sem conhecimento e sem misericórdia. Muitas ovelhas estavam sendo oprimidas. Os pastores infiéis daqueles dias dominavam sobre as ovelhas com rigor e dureza, com regras e leis humanas. Por isso que Jesus os repreendeu severamente numa outra ocasião, conforme Mt 23.4,23.
        Vendo-as cansadas e abandonadas pelos pastores da época, Jesus, o Bom Pastor, compadeceu-se delas. Seu coração ficou muito comovido e ele encheu-se de misericórdia.      Misericórdia, segundo a Bíblia, não é apenas sentir pena de alguém que está sofrendo. Mas é um sentimento de compaixão que resulta numa ação para ajudar aquele que sofre. Jesus nos ensinou isto na parábola do bom samaritano. E ele praticava o que ensinava.
        Ele “percorria todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda a sorte de doenças e enfermidades”. Esse texto é um relato comovente de como Jesus agia em favor daquelas pessoas aflitas e desamparadas que não tinham pastor. Todas as cidades e povoados eram para ser atingidas com a sua palavra, chamando os pecadores à fé e ao arrependimento e oferecendo-lhes a graça, a paz e a salvação que ele mesmo veio trazer como o Messias de Deus.
        Ele buscava instruir seus ouvintes para terem vida e alcançarem a salvação. Enquanto os líderes de Israel sobrecarregavam as pessoas com seu ensino cheio de regras e costumes humanos, o Senhor Jesus oferecia alívio e descanso aos pecadores sobrecarregados de culpa e pecados que vinham ouvi-lo ( Mt. 11.28-30).
        Neste contexto, ele chama doze pessoas e as prepara para continuarem este trabalho levando consolo e conforto a todos. Para que preparem outros, e outros, e tantos outros, para realizarem o mesmo trabalho.
        Todas estas obras de misericórdia realizadas por Jesus o encaminhavam à sua morte na cruz, a qual foi a grande manifestação da sua misericórdia por nós pecadores. Dos altos céus, o Senhor contemplou a nossa terrível miséria como pecadores perdidos e dignos da condenação eterna e fez algo por nós. Movido por grande compaixão e disposto a realizar a obra que o Pai lhe dera para fazer, ele deixou a sua glória, humilhou-se ao vir a este mundo sofrer e morrer por nós pecadores para nos libertar da terrível miséria do pecado em que nos encontrávamos. Ele é o nosso Misericordioso Salvador, o Bom Pastor que deu a vida por suas ovelhas.
        Que a infinita misericórdia do Nosso Bom Pastor Jesus Cristo console nosso coração e também nos motive a seguir o seu exemplo de sermos misericordiosos.
        Há enfermos e necessitados, abatidos e aflitos precisando de consolo e ajuda? Quem deve visitá-los? Todos nós. Cristo nos chama a olhar para estas pessoas com misericórdia e agir em favor delas levando-lhes o evangelho da salvação que nós já conhecemos. Mas também, Jesus pede para orarmos ao Senhor da seara pedindo que ele mande mais pastores para a sua seara a fim de preparar o povo de Deus para levar consolo a quem sofre, (v. 38).  Esta é a nossa missão. Que Deus abençoe nossos pastores, para que sejam fiéis na pregação, no ensino. Que Deus abençoe os membros da Igreja, para que sejam fiéis na fé e no transmitir o que aprenderam. Amém. (Martinho F. Voss – adaptado para o período)
8. Hino – Na terra acende fogo, ó Deus / Aquece muitos corações
Pois é preciso proclamar a Boa Nova entre as nações

Acende fogo, ó Deus / Senhor, tem compaixão
Pois muita gente morre aqui sem Cristo e sem perdão

Na terra acende fogo, ó Deus / Aquece muitos corações
Pois é preciso proclamar a Boa Nova entre as nações

Acende fogo, ó Deus / Teu povo faze agir
E venham grandes multidões à glória do porvir

Na terra acende fogo, ó Deus / Aquece muitos corações
Pois é preciso proclamar a Boa Nova entre as nações

Acende fogo, ó Deus / Oh, vem aqui reinar
E faze o mundo, com louvor, teu santo nome honrar
Na terra acende fogo, ó Deus / Aquece muitos corações
Pois é preciso proclamar a Boa Nova entre as nações
09. Oração: Senhor Jesus, tu me chamaste das trevas para a maravilhosa luz da salvação. Obrigado! Quantas vezes fui distraído e me desviei do reto caminho traçado por ti para os teus filhos. Peço que me perdoes e me ajudes com a ação do teu Espírito Santo. Fortalece minha fé em ti e me orienta com a tua Palavra que eu cresça em conhecimento e consagração ao teu nome.
Olha pelas nossas famílias e por todos os nossos irmãos de fé. Estende também a tua mão graciosa sobre o nosso país para que governantes e o povo ouçam a tua voz e vivam de maneira pacífica, ordeira, justa e em harmonia entre os poderes instituídos e entre governantes e povo. Dá-nos a tua graça e protege a todos. Oramos em teu nome, Senhor Jesus. Amém.
10. Oração do Pai Nosso – em conjunto.
11. Bênção (em conjunto): O Senhor nos abençoe e nos guarde. O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre nós e tenha misericórdia de nós. O Senhor sobre nós levante o seu rosto e nos dê a paz. Amém.
Deus abençoe o Culto Doméstico e todos os participantes

Quadro Decorativo Religioso Parede Jesus Cristo O Bom Pastor ...

LEITURAS BÍBLICAS PARA O DIA 14/06/2020

  • 2º Domingo após Pentecostes
  • 14/06/2020  
  • Trienal A
  • Sl 100
    Êx 19.2-8
    Rm 5.6-15
    Mt 9.35-10.8(9-20)