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sábado, 13 de agosto de 2022

DIA DOS PAIS


    Reflexão: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28).
    Tema: Um convite aos pais e suas famílias.

     Estimados irmãos, Não preciso perguntar a vocês, queridos pais e filhos, se querem ter uma família muito abençoada, onde reine a harmonia e prevaleça um relacionamento amoroso, agradável, alegre e construtivo.
Por que não? Porque sei que este é o desejo de todas as famílias, cristãs ou não.
Como construir e manter um “lar doce lar”, em que haja saúde espiritual, emocional e social? Provavelmente obteremos as mais diversas e contraditórias respostas, dependendo a quem iremos recorrer em busca de orientação e aconselhamento.
Conheço e recomendo um “manual” infalível. Ele foi escrito pelo autor da vida, que criou os seres humanos, instituiu a família e conhece perfeitamente todas as pessoas com suas imperfeições, necessidades e anseios. Esse “manual” é a Sagrada Escritura, a Bíblia, escrita por inspiração de Deus. O que lá está escrito é verdade pura e as orientações são absolutamente certas para vivermos amparados e em segurança com o Senhor.
Deus resolveu o maior problema da humanidade por meio de Jesus Cristo que veio ao mundo, assumiu a forma humana e derramou seu sangue perfeito na morte, pagando a culpa pelo pecado da humanidade. Ele é o nosso Senhor Jesus Cristo que triunfou sobre a morte, pecado e condenação. Ele está vivo e governa o universo. Ele, Senhor do universo está com os seus filhos e os ampara. Jesus acolhe a todos os que vem a ele em arrependimento. Por meio da sua santa Palavra, oferece as orientações necessárias para os que necessitam de sabedoria para conduzir a sua vida particular e a da sua família.
Tiago 1.5: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida”.
Jesus faz um generoso convite e uma promessa: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). O convite: “Vinde a mim...”. E a promessa: “vos aliviarei”.
Com essa generosa promessa de alívio, os pais e filhos são convidados a depositarem diante do Senhor todos os pesados fardos, em confiança no seu amor, dizendo: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem-presente nas tribulações” (Sl 46.1).
Que fardos? Os fardos são muitos. Um deles, sem dúvida, é a consciência atribulada pela culpa do pecado. Essa culpa maltrata o íntimo das pessoas. É o sentimento de culpa por pecados praticados. Este fardo, por mais pesado que seja, Jesus já o tomou sobre si e pagou a culpa de todos diante do Pai eterno: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido” (Isaías 53.4).
Todo aquele que chega diante de Deus com humildade, arrependimento e fé em Jesus Cristo, é aliviado com o perdão gratuito, que recebe por graça e misericórdia do Senhor.
O salmista Davi apresenta uma confortadora mensagem: “Bendito seja o Senhor que, dia a dia, leva o nosso fardo! Deus é a nossa salvação” (Sl. 68.19). O salmista nos lembra que o Senhor carrega o nosso fardo no nosso dia a dia.
Olhemos para a história na cruz do Calvário. Lá Jesus sacrificou a sua vida em nosso favor. Esta história nos traz um grande alívio. É lá que entendemos que Jesus disse: “Eu vos aliviarei”. O convite que os pais e filhos recebem é que confiem no Senhor, ouçam a sua Palavra e peçam ao Espírito Santo para que os ilumine, dando-lhes sabedoria e capacidade para organizarem a vida do dia-a-dia em conformidade com as Suas orientações.
Mesmo os mais fiéis cristãos carregam inúmeros fardos. São os medos e pressões que afligem os corações; são perigos que rodam a vida; são as tentações; são as decepções e frustrações no mundo em decadência; são relacionamentos abalados e sofrimentos causados por separações; por doenças, e assim por diante. Mas, ninguém precisa desesperar! Mesmo que a caminhada dos cristãos seja de muitos percalços e adversidades, as famílias cristãs podem caminhar com passos firmes e decididos porque o Senhor Jesus dá a guarida com sua graça e poder.
O salmista informa: “A pessoa que procura segurança no Deus Altíssimo e se abriga na sombra protetora do Todo-Poderoso pode dizer a ele: “Ó SENHOR Deus, tu és o meu defensor e o meu protetor. Tu és o meu Deus; eu confio em ti ” (Sl 90.1-2). Aqueles que vão andando e confiando em Deus, estão seguros e amparados pela graça e poder de Jesus.
Confie no amor e graça de Jesus e coloca os teus fardos aos pés do Senhor Jesus. E não esqueçamos: TEMOS UM PAI NOS CÉUS QUE NOS AMA! Amém!
Pastor Martinho Sonntag



sexta-feira, 12 de agosto de 2022

SUICÍDIO - A DEPRESSÃO COMO CAUSA

 


    A dor emocional é silenciosa e angustiante!!! Muitas vezes a pessoa que sofre já cansou de ouvir certas frases que a faz se sentir pior, pois muitos por falta de conhecimento sobre o assunto as rotulam de estar querendo "chamar a atenção" e até falta de Deus. Não entendem a dimensão da dor e a luta interna que a pessoa está enfrentando.

    Quem tenta tirar a própria vida não quer morrer, ela quer matar a dor que a consome por dentro!
Precisamos falar sobre o suicídio e cuidarmos uns dos outros.

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

MENSAGEM DO DIA

Declare seu amor..

O que você diria para alguém que lhe dá segurança? O que diria para alguém que protege você e salva você de qualquer inimigo, alguém que ouve você quando você precisa de ajuda? Como você expressaria a gratidão por alguém que livrou você da morte, que escutou o seu grito desesperado por socorro? O poeta bíblico o fez assim: “Ó Senhor Deus, como eu te amo!” (Sl 18.1). Jesus ama você – e oferece liberdade e vida! Declare seu amor também!
Oração: Senhor Deus, obrigado por enviar Jesus por me amar. Encha meu coração de gratidão e amor. Em Jesus. Amém.
Leia em sua Bíblia o Salmo 18.1-6
Hora Luterana

segunda-feira, 8 de agosto de 2022

PARA A SEMANA DO DIA DOS PAIS

 Nesta semana do Dia dos Pais, desejo antecipadamente, um Feliz Dia dos Pais a todos os pais. Deixando a reflexão abaixo para vivermos como exemplo aos pequenos:

"Você não pode fazer muito por seus ancestrais, mas pode influenciar consideravelmente os seus descendentes. Veja bem como você vive".
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".... porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor".
Josué 24.15



domingo, 7 de agosto de 2022

REFLEXÃO

 Escolhendo os Fracos

João Batista Maria Vianney foi um sacerdote francês que passou por inúmeras dificuldades antes de se tornar famoso por sua obra de caridade com crianças. Embora ninguém duvidasse de sua fé, os professores do Seminário o julgaram rude e ignorante demais para estudar teologia. Mas, mesmo assim, Deus abençoou João Vianney, que foi ordenado padre e fundou um orfanato. Sua obra de caridade ajudou centenas de crianças na França. O padre Vianney é um exemplo de que “para envergonhar os poderosos, [Deus] escolheu o que o mundo acha fraco” (1Co 1.27). Deus escolheu trazer salvação ao mundo permitindo que seu Filho se tornasse fraco a ponto de morrer na cruz. Assim, independentemente do tamanho de sua força, Deus abençoa você com o perdão que vem da cruz.
Oração: Poderoso Deus, tu escolheste o que o mundo acha fraco pra fazer tua obra de amor. Agradeço-te por haveres me escolhido, mesmo eu sendo fraco e pecador. Ajuda-me a servir teu Reino conforme a tua vontade. Amém.
Leia em sua Bíblia 1 Coríntios 1.2-27

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quinta-feira, 4 de agosto de 2022

BELEZA LUTERANA

Por que a missa Católica moderna e a missa Luterana são tão semelhantes?
Algumas pessoas pensam que Lutero simplesmente jogou tudo fora e começou do zero. Nada poderia estar mais longe da verdade.
Lutero teve problemas específicos com o ensino e a prática da Igreja de seu tempo, muitos deles bem fundamentados. Poucos deles tinham a ver com liturgia. Na maior parte, Lutero manteve a estrutura básica da liturgia como era então celebrada.
As principais questões de Lutero com a prática litúrgica então atual foram:
- Ele achava que o cálice não deveria ser reservado apenas ao padre, mas também colocado à disposição dos leigos.
- Ele se opunha às práticas supersticiosas então comuns em torno da Eucaristia.
-Ele queria que a liturgia fosse celebrada na língua do povo e que houvesse oportunidades para a participação dos leigos, especialmente o canto.
- Deveria haver maior atenção à qualidade e conteúdo da pregação.
As mudanças de Lutero na estrutura da liturgia foram poucas; de fato, ele também se referiu à celebração eucarística como Missa (alemão: die Messe ). As nomeações e arranjos das igrejas luteranas diferiam pouco das igrejas católicas; o altar permaneceu central. Outros reformadores foram mais radicais do que Lutero; em Genebra, por exemplo, as igrejas foram despojadas de estátuas e ornamentação e altares foram removidos; ações com as quais Lutero discordava fortemente.
Durante o final do século XIX e início do século XX, o Movimento Litúrgico procurou compreender as antigas raízes da liturgia. Até então, a suposição usual entre os católicos era que a Missa Tridentina (mandada após o Concílio de Trento, 1545-1563) foi a forma como a Eucaristia sempre foi celebrada desde o tempo de Cristo (ainda hoje os católicos ultratradicionalistas se referem à Missa Tridentina como "A Missa dos Séculos"). Em vez disso, os estudiosos do Movimento Litúrgico pesquisaram cuidadosamente documentos antigos para compilar o formato básico da Missa dos tempos apostólicos e traçaram sua evolução ao longo dos séculos.
Os membros do Movimento Litúrgico não eram apenas católicos, mas também cristãos de outras tradições, incluindo luteranos. Como resultado, esses princípios litúrgicos começaram a ser adotados por várias tradições litúrgicas cristãs ocidentais.
Após o Concílio Vaticano II (1962-1965), o Papa Paulo VI supervisionou a restauração da liturgia romana de acordo com as ordens dos Padres conciliares expressas na Sacrosanctum Concilium. Entre os princípios instituídos na nova liturgia que também foram defendidos por Lutero cerca de 400 anos antes estavam permitir que a liturgia fosse celebrada na língua do povo, removendo acréscimos devocionais medievais que encorajavam a superstição, permitindo que os leigos recebessem do cálice e incentivando a participação mais ativa da assembleia.
Após o Concílio, floresceu a cooperação ecumênica em assuntos litúrgicos. Talvez o maior fruto dessa cooperação tenha sido a criação do lecionário trienal, um livro de leituras litúrgicas que são usados ​​aos domingos ao longo de três anos pelas Igrejas Católica, Anglicana e a maioria das Igrejas Protestantes. Embora existam pequenas diferenças entre o Lecionário Católico e o Lecionário Comum Revisado usado por anglicanos e protestantes, a maioria dos cristãos ocidentais ouvem as mesmas leituras em qualquer domingo, não importa qual seja sua tradição.
Então a resposta é que houve uma convergência; Os luteranos se aproximaram da prática católica e os católicos se aproximaram da prática luterana. Ambas as tradições foram motivadas por estudos litúrgicos que deixaram de lado suposições comuns sobre a liturgia e, em vez disso, foram às raízes (o termo conciliar usado para essa abordagem foi a palavra francesa resourcement ) para entender nossa rica herança litúrgica.
Como resultado, um observador casual teria dificuldade em identificar as pequenas diferenças entre as liturgias católica e luterana de hoje.
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