SBB

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

FRASE DA SEMANA

"UM HOMEM DE HONRA ARREPENDE-SE DE UM ATO DESACREDITADO, MESMO QUANDO ESTE TENHA DADO CERTO".
 
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"O coração do sábio se inclina para a direita, mas o coração do tolo para a esquerda".
Eclesiastes 10.2

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

ARTIGO PARA REFLEXÃO

O cristão e a guerra.

INTRODUÇÃO
- 3 diferentes posições em relação ao assunto: ativismo, pacifismo, seletivismo.
ATIVISMO
- “O cristão é obrigado, pelo seu dever de obedecer ao seu governo, de participar de todas as guerras”.
- Problema: no caso de guerras claramente injustas, sendo promovidas por motivações ímpias, pode o cristão simplesmente apelar para a obediência ao governo? (Cf. Amós 1.2-15 – a ira de Deus sobre nações que agiram com crueldade contra outros povos)
PACIFISMO
- “Nunca é certo participar de guerras”.
- Argumento: “Não matarás”; filhos de Deus não devem reagir ao mal com o mal; guerras resultam em grandes males e causam mais guerras.
- Problema: as guerras relatadas na Bíblia, em que o povo de Deus participou, com a bênção de Deus; o poder dado por Deus à autoridade, de “usar a espada” (Rm 13.4)
SELETIVISMO
- Algumas guerras são justificáveis; mesmo o cristão poderia participar delas, sem estar pecando. Outras não se justificam e o cristão deveria agir com sua consciência e não participar dela, assumindo as conseqüências de seu ato.
- Nem sempre se deve obedecer à autoridade (Dn 3; Dn 6; At 4.18-20; 5.27-29; Ex 1.17,19-21).
- Em alguns casos Deus mesmo ordenou a guerra, contra povos ímpios (Dt 20.16,17) e deu auxílio ao seu povo na guerra (2 Cr 13.15,16).
- É certo que Deus deu à autoridade poder para tirar a vida de pessoas merecedoras de castigo (Gn 9.6; Ex 21.26; Rm 13.4).
- Jesus falou da necessidade dos discípulos terem uma espada (Lc 23.36), não para uma batalha espiritual, mas para proteção da vida física.
- É certo o uso da força para proteção de inocentes (Gn 14.1-17; 1 Sm 23.1,2; At 22.25-29).
- Mesmo em uma guerra justa, o indivíduo será culpado de assassinato se matar por um desejo pessoal, por ódio, vingança, etc.
- Pode uma guerra atômica ser moralmente justa? “O seletivismo aplica-se somente à guerra limitada que visa libertar um povo da agressão maligna e conservar uma comunidade que progrida depois da guerra” (N. Geisler, Ética Cristã, 151).
PRINCÍPIOS ÉTICOS
- Algumas perguntas que têm de ser respondidas para se verificar se uma guerra é justa:
1) A guerra acontece sob a ordem de autoridade legítima?
2) Está sendo conduzida dentro de padrões aceitos internacionalmente?
3) Está acontecendo para resgatar direitos que foram violados?
4) Todos os meios pacíficos para resolver o problema foram exauridos?
5) A destruição causada será excessiva comparando-se aos objetivos a serem alcançados?
6) Está ocorrendo com base em intenções justas ou por propósito de agressão?
7) Os resultados trarão maior oportunidade para justiça e liberdade do que se não houver aquela guerra?
(Retirado de: Guidelines for Crucial Issues in Christian Citizenship [Orientações sobre Questões Críticas na Cidadania do Cristão]; Comissão de Teologia e Relações Eclesiais, da LC-MS, 1968)
CONCLUSÃO
- o cristão precisa decidir responsavelmente, perante Deus, diante da possibilidade de uma guerra. Sabe que cada guerra é uma conseqüência do pecado no mundo, que aponta para o fim total que um dia virá (Mt 24.6-8). Mas, em todo o tempo sua atitude será de orar para que haja paz (Jr 29.7; 1 Tm 2.1,2) e para que o Evangelho possa ser anunciado, a fim de que as pessoas tenham paz com Deus, por meio de Cristo, e vivam em amor a Ele e ao próximo.

domingo, 25 de janeiro de 2015

MENSAGEM DE DOMINGO

Entre lágrimas e risos

      “O Senhor fez grandes coisas por nós, e por isso estamos alegres” (Sl 126.3).
            Milhões de pessoas comemoraram e se alegraram em 1989 quando foi derrubado o muro de Berlim, que separava famílias, amigos e uma nação. Se, daqui do distante Brasil fomos motivados a nos comover, imaginem quantas lágrimas e risos brotaram daqueles cidadãos ao ver raiar a liberdade.
            O Salmo 126 também fala de lágrimas e risos de alegria. É um hino de vitória pela liberdade após longo período de escravidão na Babilônia. Durante esse tempo, em meio a sofrimentos, dificuldades e trabalhos forçados, ouviram a zombaria de cidadãos de outras nações. Mas agora, vendo-os em liberdade, as outras nações dizem: “O Senhor fez grandes coisas por eles”.  E os israelitas respondem entre lágrimas de alegria e risos: “De fato, o Senhor fez grandes coisas por nós e por isso estamos alegres”.
            O povo de Deus no Século 21 também vive entre lágrimas e risos. Mesmo morando “num país tropical abençoado por Deus”, há escravidões que oprimem, dividem e matam. Falamos do pecado, dos prazeres, do egoísmo e do comandante das forças do mal – o Diabo.
            Nossa liberdade plena e perfeita temos em Jesus. Ele pagou o preço da nossa libertação com seu sacrifício no Calvário. Ele venceu as forças do mal e esmagou a cabeça de Satanás – a astuta serpente – debaixo dos seus pés.  Sempre que choramos a morte de um jovem consumido por drogas, uma morte brutal no trânsito ou por uma família que se divide, somos consolados pelo nosso gracioso Deus que nos ama e perdoa. Choramos lágrimas de arrependimento e recebemos de Deus o sorriso de alegria por uma consciência em paz, perdoada e tranquila. Porque “se o Filho os libertar, vocês serão, de fato, livres”.
Oremos: Obrigado, Senhor, pelos teus grandes feitos que nos alegraram no passado e nos alegram no presente tempo. Continua conosco no futuro para que, entre lágrimas e risos, possamos viver na tua presença. Amém.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

FRASE DA SEMANA

"SE AMAS A VIDA, ENTÃO NÃO DESPERDICES O TEMPO, POIS A VIDA É FEITA DELE".
 
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"Senhor... lembra-te de quão breves são os meus dias..."
Salmo 89.47

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015