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domingo, 28 de junho de 2015

MENSAGEM PARA DOMINGO

A bondade de Deus
Deus é bom! Muitas vezes parece difícil de acreditar. Muitos já falaram: “Se Deus é bom, por que ele permite que coisas más aconteçam?” Será que realmente Deus é a fonte das coisas más? Claro que não! Infelizmente, coisas más acontecem, e a culpa é nossa. Por nossa natureza somos todos pecadores. O egoísmo faz parte de nós. Desde pequenos já demonstramos o nosso egoísmo. A nossa sociedade está cada vez mais individualista e materialista. A ganância e a maldade humana é que causam a violência, a fome e a guerra. Mas, como mudar? A verdadeira mudança começa no arrependimento. Pedir perdão é o primeiro passo para, em seguida, mudar. Olhe mais para o lado e tente ajudar as pessoas. Cristo é o grande exemplo. Ele nos serviu com a sua própria vida. O que ele ganhou com isso? Tortura, sofrimento e morte. Mas, ele sabia que isso era preciso para nos salvar. E ele fez isso por você. Para dar a você vida plena e eterna.
Oração:
Grandioso e amado Deus, olha pela minha vida e da minha família. Permita que vivamos em comunhão e amor. Que nada interfira no bom relacionamento familiar. Cuida, Senhor, dos meus familiares e ajuda-nos no que precisamos. Amém. 

sábado, 27 de junho de 2015

HOMENS DA BÍBLIA

Homens do Novo Testamento – Filemon 
M     orador da cidade de Colossos, Filemom era cristão, muito provável que tenha conhecido Cristo através de Paulo. Com evidências de ser casado com Áfia. Ele torna-se conhecido numa das menores epistolas, sendo esta dirigida por Paulo a ele no final da década de 50 d. C. ou início da década de 60 d. C.
     Filemom era muito bem quisto de Paulo. Ele é chamado de amado, companheiro de lutas e ainda Paulo manifesta que a igreja se reunia na casa de Filemom.
     Porque uma epístola a Filemom?
     Filemom possuía Onésimo como escravo. Onésimo havia fugido e levado com ele alguns pertences de Filemom. Onésimo entra em contato com Paulo, e convertera-se a fé cristã. E Paulo envia Onésimo de volta a Filemom, como mandava a lei. E junto envia uma carta de apelo a Filemom, para que não castigue Onésimo, como lhe seria por direito, e muito pelo contrário o receba como “irmão caríssimo” (v. 15,16). Grande é a possibilidade de Filemom ter aceito o pedido de Paulo de receber Onésimo com carinho.
     Contribuição de Filemom
     A breve carta não expõe temas doutrinários de destaque. A relevância da carta é pela sua mensagem no que tange ao relacionamento pessoal. No século I, a escravidão era aceita como parte natural do curso da vida. O escravo era considerado uma ferramenta viva e não uma pessoa. A grande ênfase da mensagem de Paulo nesta epístola é quando ele pede que Filemom não receba Onésimo como ele merecia (castigo), mas que o recebesse com “não mais como escravo, mas, acima de tudo, como irmão amado” (v. 16). É um convite a renúncia daquilo que a escravidão pode proporcionar. Paulo sugere que não fosse apenas esta uma atitude isolada na vida de Filemom, mas que fosse praticada sempre.
Por ter escravo, com facilidade Filemom poderia julgar-se superior a outra pessoa. Mas como Paulo já tinha manifestado na epístola aos Filipenses: “que em Cristo não há nem escravo, nem liberto” (Fl 3. 28), ele agora queria que Filemom também praticasse essa imparcialidade por Onésimo.  Ainda é interessante observar que Paulo crê que Filemom receberia Onésimo com amor, quando diz: “Certo, como estou, da tua obediência, eu te escrevo, sabendo que farás moas do que estou pedindo” (v. 21).
     Aplicação da vida de Filemom
     A mudança de vida é uma proposta sempre atual. A vida santificada que queremos ter nunca é obra concluída. Por isso o apelo de Paulo a Filemom serve-nos de exemplo. Filemom tinha o direito de maltratar seu escravo Onésimo, mas por amor não o fez. Que exemplo positivo podemos citar dizendo: Poderia muito bem ter feito errado, mas a luz de Cristo mudou minha decisão e por seu amor por mim, fiz não o que quis fazer, mas sim o que fui movido a fazer pela minha fé!
     O cristão perdoa o irmão faltoso por amor, assim como ele é perdoado pelo amor do Criador.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

CURIOSIDADES

CIDADES-FANTASMAS PELO MUNDO! VEJA PORQUE
 
<p>O grande empresário norte-americano Henry Ford adquiriu o território de Aveiro, no estado do Pará, com a intenção de criar um grande pólo para extração de látex. O alto investimento não deu resultados e algumas crises de mão de obra e pragas levaram o projeto ao fracasso, deixando a cidade completamente abandonada. Ela sofre até hoje com roubos e vandalismo, enquanto aguarda ser nomeada como patrimônio histórico pela Unesco.</p>

Fordlândia – Brasil

O grande empresário norte-americano Henry Ford adquiriu o território de Aveiro, no estado do Pará, com a intenção de criar um grande polo para extração de látex. O alto investimento não deu resultados e algumas crises de mão de obra e pragas levaram o projeto ao fracasso, deixando a cidade completamente abandonada. Ela sofre até hoje com roubos e vandalismo, enquanto aguarda ser nomeada como patrimônio histórico pela Unesco.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

VÍDEO DA SEMANA

 
(Se o vídeo não abrir, clique em youtube)

quarta-feira, 24 de junho de 2015

IMAGEM DA SEMANA

Entardecer em Chapada dos Guimarães, MT
(foto de Martinho F. Voss)

terça-feira, 23 de junho de 2015

IDEOLOGIA X NATURALIDADE

Foto de Marcel van Hattem.

Marcel van Hattem- Deputado Estadual, RS
         CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO
      Hoje será analisado pelo plenário da Assembleia Legislativa o Plano Estadual de Educação (PEE). A ideologia de gênero, reprovada no Congresso Nacional, foi sorrateiramente e ilegalmente reincluída em muitos planos municipais de educação por orientação da Conferência Nacional de Educação e do Governo Federal, em Brasília e, aqui no RS, no PEE por proposta redigida ainda no Governo Tarso Genro, do PT. Ou seja: enquanto o Estado e o país precisam, urgentemente, avaliar a QUALIDADE da educação das nossas crianças, mentes atrasadas, de viés totalitário, querem impor doutrinação em salas de aula.
      Mas, afinal, o que é a ideologia de gênero?
      A ideologia de gênero pressupõe que o ser humano é sexualmente indefinido, e que o gênero é um mero construto social. De acordo com essa ideia, as pessoas não são homens ou mulheres por assim nascerem, mas porque foram ensinadas a se comportarem como tal. Em outras palavras: na forma proposta, o Plano obrigaria as escolas a adotarem essa posição, e a educarem as crianças com base nessa premissa.
      Essa proposta é absurda e ultrajante. Além de tratar-se de uma “ideologia” (ou seja, não trata-se de uma noção biológica e, no limite, mesmo científica), ela não reflete a posição da sociedade sobre o tema, o que é extremamente importante de se ressaltar quando o assunto está prestes a ser votado em uma Casa que deve representar o povo. Como tem ocorrido em tantos outros temas, uma pequena minoria adotou uma bandeira e o fez de forma tão ruidosa que parece ser a voz da maioria, que permanece silenciosa. Não é!
      O Estado não deve ter o poder de obrigar os professores a ensinarem essa ideologia em todas as salas de aula para crianças em idade escolar. Ao contrário: são os pais que devem conduzir a formação moral dos seus filhos. Escolas confessionais, por exemplo, por fazerem parte da rede estadual de ensino, seriam obrigadas a reproduzir um conteúdo profundamente contrário aos seus valores morais - e, na grande maioria das vezes, aos valores morais dos pais que escolhem ali educar seus filhos. Não é para contrariar a sociedade desse jeito rasteiro que existe o Parlamento Gaúcho.
      Premidos pelo prazo, os deputados estaduais analisarão agora o Plano. O PEE, assim como os planos municipais, precisa ser aprovado até 25 de junho, sob pena de perder-se repasses de verbas federais. Ou seja, há ainda uma CHANTAGEM envolvida em todo o processo.
      Em vez de nos preocuparmos em debatermos metas que nos tirem da situação calamitosa da educação estadual e nacional, lanterna em todos os rankings mundiais sérios, somos obrigados a debater um tema absolutamente ideológico, imposto por uma minoria totalitária e que se julga de mentalidade superior, inclusive, superior ao conhecimento científico. Por isso, é dever moral da Assembleia evitar que essa excrescência passe a ser obrigatória em todas as escolas do Rio Grande do Sul, preservando o caráter científico do ensino e impedindo que o Estado interfira na pluralidade de visões de mundo existentes na sociedade e nas famílias gaúchas e brasileiras.
      SOU CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO E ATUAREI HOJE NO PLENÁRIO PARA ELIMINÁ-LA DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO. SE VOCÊ QUISER ASSISTIR À SESSÃO, VENHA HOJE À TARDE À ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, A PARTIR DAS 14H