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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O SOCCORRO DE DEUS

 
 
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TEXTO: Sl 121
TEMA: O MEU SOCORRO VEM DO SENHOR


      O salmista inicia, dizendo: “Elevo os olhos para os montes” (v.1a). É uma oração em busca de ajuda, pois o salmista se vê impotente para chegar ao seu destino em segurança por seus meios próprios. Por isso, ele busca por um protetor. Sendo assim, ao se deparar diante de perigos e dificuldades olhou para dentro de si e chegou a uma questão importante: “De onde me virá o socorro?” (v.1b). Onde posso encontrar ajuda? Ele não encontra socorro nos montes. Não é dos montes que ele espera o auxilio. Não seria nos montes que os peregrinos encontrariam ajuda, diante das dificuldades que enfrentariam durante a viagem. Por mais elevado que fosse um monte, dele não poderia vir o esperado socorro. Mas somente no Senhor. 
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      Também precisamos de ajuda, auxílio, socorro, pois enfrentamos situações difíceis na família, na saúde, no trabalho, no casamento, no relacionamento com pessoas. Nessas horas, costumamos recorrer aos amigos, parentes, irmãos na fé etc. Mas estes, algumas vezes, por certas razões, não conseguem nos ajudar. Ficamos desesperados e olhamos ao redor e formulamos a mesma pergunta: De onde virá o meu socorro? Para muitas pessoas o socorro vem do mundo e das pessoas; outras procuram nas vãs filosofias, no dinheiro e nos vícios; também têm aquelas que procuram olhar para dentro de seu interior, procurando respostas para seus problemas, ao invés de buscar ajuda no próprio Deus. 

      Nesses momentos devemos recorrer ao nosso Senhor e Salvador que Ele nos dará o socorro esperado. Somente o nosso Senhor é capaz de nos tirar das situações difíceis e atender ao nosso pedido de socorro. Foi o que fez Davi.
      Depois de pensar coerentemente nas possíveis soluções para os seus problemas, Davi chega a uma conclusão magnífica. Ele encontrou uma resposta: "O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra” (v.2).  O clamor provém de quem já conhece Deus. Reconhece que Deus “fez a terra”. Ele associa Deus ao ato da criação. Aquele que nos criou também nos sustenta. Ele nos conhece. Cuida e está pronto a nos ajudar. Esse era o seu protetor: o Deus onipotente e soberano. 
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     Deus conhece muito bem os caminhos pelo qual teremos que trilhar para alcançar o propósito que Ele projetou para nossas vidas, o mais importante é saber que o nosso socorro vem do Senhor, e que Ele continua guardando a nossa entrada, a nossa saída desde agora e para todo sempre. Amém!

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

REFLEXÃO

AS TEMPESTADES NA VIDA!
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      Acredito que a maioria já presenciou uma tempestade. Ela nem sempre é previsível, pois, muitas vezes, ela ocorre repentinamente. As tempestades da vida também são inesperadas. Geralmente somos apanhados de surpresa, são enfermidades inesperadas, desemprego, problemas conjugais, acidentes, mortes, conflitos, etc.
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     Diante de tal situação ficamos preocupados, ansiosos, assustados ou até mesmo desesperados. Os ventos têm soprado por todos os lados, deixando o mar cada vez mais revolto e as ondas cada vez mais altas ao ponto de balançar toda a estrutura do nosso barco. Sentimos que o nosso barco realmente vai afundar, e parece que Deus se esqueceu de nós ou até mesmo não nos ouve mais, parecendo que este será o nosso fim, tão trágico, achamos que jamais iremos conseguir passar do outro lado, da outra margem do mar.
 
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      Porque Deus age assim conosco? Esta é a pergunta que a maioria das pessoas têm feito. Não se conformam com esta realidade. Foge da compreensão humana tal situação.
     Lembre-se que as tribulações e os problemas que enfrentamos, nos planos de Deus, sempre visam um objetivo: Deus quer por à prova a nossa fé, para torná-la mais forte e pura, nos momentos de extrema angustia, tristeza, dores, doenças, acidentes, ou problemas de ordem econômica e desemprego. É justamente nestes momentos que deixamos de confiar em Deus. Deixamos Deus de lado. Como se tudo dependesse da nossa inteligência e da capacidade humana. Mas não há motivos para temer! Não estamos sós neste barco! Jesus está conosco! Este é o grande consolo!
      Queira Deus dar-nos confiança quando o mar da vida se agita e assim agarremo-nos em Cristo, confiando plenamente em suas promessas.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

QUARESMA

A PALAVRA QUARESMA
      A palavra quaresma vem do latim, quadragésima dies (o dia quadragésimo, antes da Páscoa). É um período de 40 dias. Ele começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira da Semana Santa, ou seis semanas que antecedem a páscoa.
     É um tempo litúrgico de arrependimento; de reflexão e reconhecimento da obra redentora do Salvador Jesus Cristo. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

NOTÍCIAS

Inscrições abertas para o Congresso Nacional de Professores de Escola Dominical da IELB
Confira a programação do evento que será realizado nos dias 19 e 20 de maio de 2018, em Florianópolis, SC
Inscrições abertas para Congresso Nacional de Professores de Escola Dominical da IELB

     Já estão abertas as inscrições para o 1º Congresso Nacional de Professores de Escola Dominical da IELB, que será nos dias 19 e 20 de maio de 2018, em Florianópolis, SC. É uma excelente oportunidade para os Professores de Escola Dominical, tanto para os que já atuam como professores e para aqueles que desejam iniciar em Escola Dominical.
Saiba mais
1. Data: 19 (Sábado) até 20 (domingo) de maio de 2018.  A chegada pode ser no dia 18 (Sexta-feira). O jantar do dia 18 está incluída no pacote do Congresso, nos custos do evento.
2. Local: Hotel Tropicanas - Florianópolis, SC - Rua Mário Lacombe, 352, Praia de Canasvieiras, Florianópolis, SC.
3. Temática: “Ensinando na alegria da salvação: Restitui-me a alegria da tua salvação” (Sl 51.12).
4. Palestras: a) Ensinando na alegria da salvação - Na família
b) Ensinando na alegria da salvação - Na Escola Dominical
5. Vídeos: Vídeos de capacitação de professores estão sendo produzidos e serão disponibilizados aos participantes. Os participantes poderão trazer Pen-Drives para copiar estes vídeos.
6. Oficinas: Diversas oficinas de atividades práticas serão oferecidas aos participantes.
7. Inscrições: Até o dia 02 maio de 2018 pelo e-mail: martinho@ielb.org.br (informar : a) Nome; b) Sexo; c) Congregação; d) Hora de chegada e de saída)
8. Custos: R$ 250,00 por pessoa. Neste custo estão incluídas duas diárias completas com as refeições (Da janta de sexta-feira de noite até o almoço de domingo). É um preço especial para o nosso Congresso. O pagamento será feito na chegada ao Congresso.
 
Lembrete
Durante o ano de 2018 não serão realizados os ERPEDS regionais oferecidos pela Comissão de Escola Dominical da IELB. O Departamento de Educação Cristã da IELB recomenda que os distritos e as paróquias organizem ERPEDs locais, podendo fazer uso do material e orientações que serão oferecidos neste Congresso Nacional.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

João 7.43
Houve uma dissensão entre o povo por causa de Jesus.

      Após ser batizado por João Batista, Jesus iniciou seu ministério. Ele escolheu alguns discípulos e foi para a Galileia, onde começou a pregar currar doentes. Sua fama correu célere. Multidões vieram de todos as partes. Certo dia, a multidão o apertou tanto que ele pediu a um de seus discípulos para que lhe preparasse um barco, para servir-lhe de púlpito (Marcos 3.9).
      Não demorou muito, já nos primeiros dias “houve divisão entre o povo por causa dele”. O profeta Simeão, por ocasião da circuncisão de Jesus, havia dito: “Eis que este menino está destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos em Israel, e para ser alvo de contradição” (Lucas 2.34). Isto se mostrou já no início do seu ministério. O evangelista Marcos nos dá três exemplos disso, que ainda hoje são atuais.
      Primeiro exemplo são os escribas que vieram de Jerusalém para ver que movimento era esse, o de Jesus.
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Eles ouviram a mensagem de Jesus. Viram seus milagres. Não tinham resposta para isso. Mas declararam: “Ele está fora de si. Possesso de Belzebu, o maioral dos demônios” (Marcos 3.21,22). Os fariseus e escribas rejeitaram Jesus, acusando-o de falso profeta.
      Jesus ouvindo tal afronta, lhes falou sobre o pecado contra do Espírito Santo. Ele disse: “Aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu do pecado eterno” (Marcos 3.29). Eles ouviram as pregações de Jesus. Viram seus milagres, mas em seu egoísmo blasfemaram de Jesus. Enquanto permaneciam nessas blasfêmias, não teriam perdão. Perdão é para pessoas que reconhecem seus pecados e desesperam em si.
      Segundo exemplo. São os próprios familiares de Jesus.
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 Eles vieram de Nazaré para ver o que estava acontecendo com Jesus. Compreenderam sua mensagem, mas opinaram que isto era fanatismo demais, que traria problemas com a igreja. Queriam levá-lo para casa.
     Devido a multidão, não conseguiram chegar perto. Então avisaram a Jesus: “Tua mãe e teus irmãos e irmãs estão aí a tua procura”. Jesus respondeu: “Quem é minha mãe e meus irmãos? Olhando ao seu redor disse: Eis minha mãe e meu irmãos. Portanto, qualquer que fizer a vontade de Deus esse é meu irmão e mãe” (Marcos 3.31-35).
     Lembremos a palavra de Jesus: “A vontade de meu Pai é esta que creiam naquele que por ele foi envaido (a saber, em Jesus)” (João6.29). Esta é a vontade de Deus Pai. Sua mãe e seus irmãos queriam o bem de Jesus, como muitos outros após eles. Mas, faltava-lhes ainda uma compreensão melhor da pessoa e obra de Jesus. Que reconheceram mais tarde.
      Terceiro exemplo, os discípulos de Jesus.
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O que eles pensavam a respeito de Jesus? O evangelista Marcos nos revela algo a respeito, de como eles lutaram com a perguntas: Quem é Jesus? Jesus não se revelou logo completamente a eles. Ele os chamou e deixou que primeiro ouvissem a ele e vissem seus milagres, que eram os sinais de ser ele o Messias prometido, o Filho de Deus. Suas palavra e atos estavam cheios de dicas que despertavam a pergunta: Quem é este? Ele perdoa pecados. Algo que só Deus pode fazer. Ele se chama o “noivo” da igreja. Só Deus é o noivo da igreja. Ele se diz Senhor do sábado. Isso só cabe a Deus.
       As pessoas que acompanhavam Jesus ouvindo suas palavras e vendo seus milagres reconheceram, mesmo que com vagar, que Jesus era o Messias prometido, o Filho de Deus. Passo a passo Jesus os conduzia ao conhecimento. – como hoje os estudantes de teologia são aprofundados no conhecimento da Palavra de Deus. Eles lutam durante o estudo com muitas perguntas e dúvidas - até chegarem à grande confissão do apóstolo Pedro: “Tu és o Messias, o Filho de Deus”.
     Este foi o caminho pelo qual Jesus guiou e firmou seus discípulos no conhecimento. E ele o faz ainda hoje assim. Quando Jesus chama alguém para que o siga, ele não exige da pessoa logo uma confissão completa de sua fé. Ele só pede que ouça sua palavra. Também um discípulo de Jesus se defronta com dúvidas e perguntas.
      Após Jesus ter acalmado a tempestade (Marcos 4.35-41), os discípulos se perguntaram: Quem é este?
      Vem o dia em que ouviram e viram o bastante para poderem responder com suas próprias palavras a pergunta de Jesus: E vós quem dizeis que eu sou. E eles responderam: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus” (Mateus 16.16).
      Esse é o caminho ainda hoje para quem quer seguir a Jesus. E mesmo como discípulo, ao longo da caminhada surgem perguntas, dúvidas e discussões. Para clarificá-las a igreja reuniu seus melhores pastores e professores, os quais elaboraram os Credos, para afirmar a verdade e combater os erros. Credo Apostólico (desde cedo), Credo Niceno (ano 325), Credo Atanasiano, no 5º século. No tempo de Lutero a Confissão de Augsburgo (1530) e outros que foram reunidos no Livro de Concórdia (1580). As principais doutrinas foram reunidas de forma simples no Catecismo Menor do Dr. Martinho Lutero. Hoje o temos com uma explicação do pastor Heinrich C. Schwan. Este Catecismo é usado na instrução de Confirmandos e deveria ser relido pelo menos uma vez em cada ano, ao longo de nossa vida.              
HK

domingo, 11 de fevereiro de 2018

REFLEXÃO

Carnaval
       Estamos entrando na semana do carnaval. Vamos falar um pouco dele. Por vezes as pessoas nos perguntam: Pastor, posso pular o Carnaval? Há até blocos de igrejas que se dizem cristãs. Isto nos leva à pergunta: Que espírito impera no Carnaval?
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      A Bíblia afirma: “Andai no Espírito e jamais satisfareis a concupiscência da carne... Os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gl 5.16-26). Será que Deus tem prazer no carnaval?
       O mundo, isto é, as pessoas que não conhecem o verdadeiro Deus, sempre procuraram e procuram alegrias nas paixões da carne, dando liberdade a seus desejos carnais. Assim, os povos antigos promoviam grandes festas com danças, bebidas fortes, que terminavam em orgias sexuais. Tais festas encontramos na antiga Babilônia, na Grécia e na antiga Roma, dedicadas aos deuses Baco e Saturno. Como, porém, tais festas vieram a florescer em território cristão?
       Nos primeiros séculos, os cristãos estabeleceram o tempo quaresmal, um período de 40 dias antes da páscoa, sem contar os domingos. O papa Gregório o grande (500 d.C.), fixou o último domingo antes da quaresma, como tempo de abstenção de carnes, com a expressão “ad carnes levandas, expressão abreviada: carne levale (carnevale). Um período dedicado à meditação sobre o amor de Deus revelado em Cristo Jesus, que veio ao mundo para salvar a humanidade do pecado, da morte e do poder de Satanás.
      Este período começa com a quarta-feira de Cinzas, denominado assim, por ser um período de arrependimento, um voltar-se de coração a Deus e renunciar ao pecado. Neste período, o povo cristão reunia-se, diariamente, após o trabalho, em suas igrejas para meditação e oração. Evitavam festas e tudo que pudesse desviar da devoção. Os hipócritas, pessoas que se dizem cristãos mas não o eram, detestavam esse período. Eles diziam: “Agora começa esse período chato. Vamos aproveitar a terça-feira e nos divertir a valer, dançar e beber”. Eles denominaram esse dia de “carne valet” (italiano popular) ou “carne levare”, isto é, carne adeus ou viva a carne. A esta festa logo se juntaram os antigos costumes pagãos. Faziam passeatas com carros ornamentados, especialmente de embarcações sobre rodas, nas quais se postavam mulheres semi nuas. Chamavam isto de “Carrum navale,” ou “currus navalis”, carros navios. Estas festas proliferaram especialmente no sul da Europa. Até o ano 1945, não se tem notícias de tais celebrações no norte da Europa. Hoje, no entanto, o Carnaval está espalhado por toda a Europa. Ao Brasil, o carnaval foi trazido pelos espanhóis, pelo século XI e XII.
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            Como cristãos se posicionam diante do carnaval? Apesar dos muitos elogias que o Carnaval recebe, tais como: É uma belíssima festa popular, folclórica. Largar-se uma vez, faz bem à saúde mental. É uma brincadeira gostosa. Exageros sempre houve e são inevitáveis, mas nem por isso, dizem muitos, deve-se condenar o Carnaval. Mesmo sendo tais afirmações hoje endossadas até por líderes religiosos, precisamos voltar-nos a Deus e ouvir a sua voz. Ouçamos:       - Andai no Espírito e jamais satisfareis a concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que porventura seja do vosso querer... As obras da carne são prostituição, impurezas, bebedices, glutonarias... a respeito das quais eu vos declaro, como já outrora vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais cousas praticam... E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gl 5.16... ).
      - O apóstolo Tiago escreve: “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo” (Tg 1.27).
      - E o apóstolo Paulo recomenda: “Fugi da impureza” (1 Co 6.18).
      Sabemos como é difícil manter-se incontaminado, com a televisão em casa. Quantas vezes erramos. Precisamos suplicar perdão a Deus e pedir ao Espírito Santo: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim espírito reto. Não me lances fora da tua presença, nem retires de mim o teu Espírito Santo. Torna a dar-me alegria de tua salvação e sustem-me com um voluntário espírito. Amém.”
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      Sim, importa irmos a Jesus. Confessar a ele nossos pecados. Suplicar-lhe perdão e, pela fé na graça de Cristo, voltar à comunhão com Deus. O Espírito Santo nos guiará na luta contra o pecado e na prática do bem. Teremos prazer na lei de Deus. E experimentaremos o que significam as palavras: “Se o Senhor vos libertar, verdadeiramente sereis livres.”       Que Deus em sua graça nos fortaleça para resistirmos às tentações, lutarmos por vida santificada, louvando e servindo a Deus, e sermos fiéis a ele até ao fim. Amém.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

IR AO CULTO TODO DOMINGO?

O cristão precisa ir todos os domingos ao culto? Achei uma reflexão interessante sobre o tema: *Ir ao culto aos domingos É obrigatório?!? Veja que resposta interessante.*

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 *Fernanda-Joinville/SC*
*Pergunta:*
*–Olá * *pastor, paz do Senhor! Estou com uma dúvida e penso que o senhor poderá me ajudar. É preciso ir todo domingo ou final de semana ao culto?*
*Eu não tenho conseguido ir e minha mãe fala que é errado, porém eu penso que não adianta eu ir todos os finais de semana se não estiver bem para receber o que vem de Deus. Gostaria de uma resposta, pois isso tem me intrigado muito! Um abraço e que Deus o abençoe!*
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*Pastor Responde:* *–Fernanda, se você *entende que ir ao culto todos os domingos é uma obrigação, não vá.*
*Se você entende que ir ao culto todos os domingos é bobagem, não vá.*
*Se você entende que ir ao culto todos os domingos é muito chato, não vá.*
*Se você entende que ir ao culto aos domingos é perda de tempo, não vá.*
*Se você entende que não ir ao culto aos domingos é pecado, não vá.*
*Vá ao culto todos os domingos, Fernanda, somente nas circunstâncias abaixo:* *quando você entender que ir ao culto é uma resposta de amor a Deus por todo o amor que você recebe dele constantemente;*
*quando você entender que é preciso alimentar a sua fé com a* *Palavra de Deus e com o Pão da Vida que é Jesus; quando você entender que você participa de uma grande família e que, quando você não vai seu lugar fica vazio na mesa; quando você entender que não basta ter fé, é preciso viver a sua fé;*
*quando você entender que o domingo é dia de curtir a família, os amigos, a vida, mas também é dia de curtir o Deus maravilhoso que a ama de todo coração. Sabe,* *Fernanda, certamente você já deve ter experimentado aquela sensação de que o culto não muda. É tudo igual, tudo repetitivo, etc.* *Lembre-se, porém, que sua família não muda e você a ama; sua escola é a mesma, e você a frequenta; seus amigos são os mesmos e você não se enjoa deles. Você vai ouvir também de muita gente que ir ao culto só vale quando a gente tem vontade. Eu também acho. Mas também acho, querida, que devemos educar a nossa vontade para querer coisas boas que nos fazem crescer, que nos fazem felizes.