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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

IMAGEM

A imagem pode conter: oceano, céu, natureza, atividades ao ar livre e texto
 
"OS CÉUS PROCLAMAM A GLÓRIA DE DEUS"!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

MENSAGEM

Não creio

      “Eu queria ter a fé que vocês têm”, muitos já disseram aos cristãos, quase debochando da fé. Mas, como é possível ter essa fé? É preciso falta da razão? É preciso obscurecer o conhecimento e a inteligência? É preciso elevar-se em busca de iluminação? Não. A fé não vem do meu desejo, da minha vontade, do meu conhecimento ou da minha ignorância. “A fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem vem por meio da pregação a respeito de Cristo” (Rm 10.17...). Ouça a mensagem de Jesus e tenha uma vida nova!
        Oração: Salvador Jesus, que o teu Espírito Santo mantenha minha fé em ti. Obrigado por mudares minha visão do mundo, de mim e de ti. E envia mensageiros teus a todos os que não creem. Amém.
Leia em sua Bíblia Romanos 10.14-17

terça-feira, 15 de agosto de 2017

NEBSAGEM

Mas eu lhes digo: não jurem de jeito nenhum. Que o “sim” de vocês seja sim, e o “não”, não, pois qualquer coisa a mais que disserem vem do Maligno. Mt.5.34,37
      Jesus fala aqui alguma coisa sobre conversas e são conversas solenes que envolvem a necessidade de convencer o interlocutor da religiosidade de um juramento.
       Pois, o que nós falamos e como falamos não são apenas palavras ao vento para Jesus.
       Muitas vezes chegamos ao limite em situações que não sabemos como nos defender senão com juramento.
       Às vezes é preciso fazer entender aos outros que nós invocamos uma divindade e que transferimos o juízo sobre a causa a um poder superior. E ainda assim não estamos seguros que por este meio conseguimos, no íntimo das pessoas, convencê-las.
       Aí fica palavra contra palavra, e então, a solução depende apenas de uma declaração.
       Lendo na Bíblia descobrimos que Deus, não tendo nada superior a ele, permaneceu apenas com a sua palavra.
       Quando ouvimos e entendemos isto, fica sem sentido ainda querermos afirmar algo por juramento.
       Como seria isto, o que Deus nos ordenou, não jurar, e jurarmos, estaremos usando  algo não permitido, superior a nós e ainda assim menor que Deus.
       O céu, a terra, Jerusalém, nossa cabeça – tudo isto pertence a Deus e é muito menor do que as suas promessas contidas no Evangelho pelas quais é mais importante nos apegarmos.
       O juramento torna-se para os cristão uma simples, impotente, inatingível forma de convencer alguém.
       Quem exige um juramento certamente é um incrédulo, não conhece a Biblia.
       Quando perguntados sobre o que se trata, não podemos dizer outra coisa que não seja: sim, sim, isto nos foi dito; e, não, não, isto não está escrito.
       Quando crianças nos perguntam por que nós cremos, Cristo não deve ficar encoberto e com a narrativa de experiência pessoal comunicar o motivo de nossa fé.
       Também não deve dar a impressão que seja uma qualquer ciência ou ser superior que reforça a palavra dada em um diálogo, de uma discussão.
       No centro e como fundamento de todo o resto deve permanecer às claras, nítida, soberana a afirmação: Jesus viveu; e ele disse. Sim, sim, isto é assim,  e não, não, ao contrário.
       Oração: Senhor, dá-nos que ouçamos a tua palavra e nela permanecer e testemunhar diariamente. Amém!

Cristian Simon

domingo, 13 de agosto de 2017

DIA DOS PAIS

DOMINGO É O DIA DOS PAIS. DOS PAIS MAUS, COMO FOI O MEU!

         Peço a compreensão do estimado leitor para falar um pouco sobre o meu pai.
      Eu poderia falar sobre todas as suas virtudes, como sua sabedoria, amizade, carinho e amor (mas este é um artigo, não um livro). Porém, hoje, depois de ver o que alguns modernos conceitos de educação de filhos têm feito com as nossas crianças e jovens e como têm muitos pais deixaram de ser pais, decidi falar especificamente e, ironicamente, sobre as maldades cometidas pelo meu pai.
       Sim, meu pai era mau. Muito mau. Tão mau que muitas vezes me respondia “não” quando eu esperava ouvir “sim”. E vice-versa. E o pior: no fim ainda dava tudo certo.
       A maldade do meu pai fazia com que eu estudasse muito e valorizasse meus professores. Desde cedo, aprendi que os fins não justificam os meios – “Se quer tirar uma boa nota, estude, estude e estude, e jamais cole”. Por que eu não podia colar, se outros colavam e se davam bem? E ele dizia: “É uma questão de honestidade com o professor, consigo mesmo e, especialmente, com Deus”.
      Meu pai era mau. Certa vez, participei de uma bagunça dentro de um ônibus repleto de jovens. (Sabe aquela “brincadeira” de passar creme dental em quem está dormindo?) O problema é que a inofensiva brincadeira acabou por sujar e manchar os tecidos e capas dos bancos do ônibus. Uma semana depois, eu e mais alguns fomos até o proprietário pedir desculpas e levar-lhe um valor simbólico em reparação aos danos causados. Sim, meu pai era tão mau a ponto de me fazer entender que devo ser responsável pelos meus atos e assumir as consequências deles, que não posso ser covarde e esconder minhas falcatruas debaixo do tapete.
       Em certo domingo de manhã, tive mais uma prova do quanto meu pai era mau. Era frio e eu queria ficar na cama. Mas ele me convenceu de que havia tempo para tudo e que Deus tinha reservado para mim naquela manhã muito mais do que cobertores e travesseiro. Jesus me esperava ansiosamente para falar ao meu coração no culto, na igreja. Meus irmãos na fé haveriam de estar ali – e eu, dormindo? Meu pai foi muito mau: ele nunca me mandou ir à igreja, mas pegava na minha mão e ia comigo. E me ensinou na marra que há algo mais para minha vida do que minhas vontades egoístas e mesquinhas – há um propósito de Deus para nós, e Sua vontade deve estar acima de tudo. No alto da sua maldade, meu pai me educou para ser espiritualmente responsável, a viver minha fé em Jesus de forma coletiva e a nunca me apoiar em desculpas esfarrapadas para sonegar a vontade de Deus.
       Como percebem, meu pai era mau. Ele nunca permitiu que experimentássemos de tudo, que curtíssemos o que nos desse na telha e que saíssemos sem dar satisfação de onde iríamos, com quem iríamos e a que horas retornaríamos. Ele insistia em saber quem eram os nossos amigos e, por vezes, era tão mau a ponto de nos alertar coisas sobre eles. Assim, por termos um pai muito mau, eu e meus irmãos jamais estivemos envolvidos com drogas, nunca violamos propriedades e nossa ficha policial [ainda] não foi inaugurada.
       Completando sua maldade, meu pai não nos permitia contar uma única mentirinha. Exigia a verdade, apenas a verdade e nada mais que a verdade. E se andássemos fora da linha, como algumas vezes teimávamos em andar, ele era tão mau a ponto de nos repreender e corrigir, com relativa dureza. Ah, e ele era ainda tão mau que preferia nos dar brinquedos simples, e que para brincar com eles precisávamos de amiguinhos. Por causa disso, perdi as contas de quantas vezes ganhei uma bola de futebol no Natal – e também perdi as contas de quantos amigos tinha e tenho.
       Eu teria ainda muito mais coisas para dizer sobre as maldades do meu pai.
       Mas quero terminar agradecendo a Deus pela enorme bênção de ter tido um pai tão mau. E suplicando a Jesus que Ele, por sua graça, me permita ser assim tão mau também com o meu filho. Sem esquecer, é claro, de agradecer a ele, o meu velho pai: “Obrigado, pai. Suas maldades salvaram a minha vida”.
      Por fim, conclamo a todos os pais que sejam pais assim, maus. O mundo está precisando de pais maus. Feliz Dia dos Pais! (Júlio Jandt)

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

MENSAGEM

Eu poderia falar todas as línguas que são faladas na terra e até no céu, mas, se não tivesse amor, as minhas palavras seriam como o som de um gongo ou como o barulho de um sino. 1 Co.13.1

      Quem pode falar tem um dom de alto valor e muitas possibilidades.
      Paulo imagina que ele tem um super dom: transmitir aos outros o que o move interiormente e além de tudo isso, o que os anjos comentam mutuamente e fazem conhecer a Deus, o que cada um da terra carrega dentro de si.
      Isto seria absolutamente a maior maravilha espiritual e o caminho sobre todos os caminhos.
      E agora ele toma para si: o que ele diz e como ele diz, não lhe foi dado por amor, mas no seu discurso só pensa nele, trabalha com isso para si, conquistou grande reconhecimento e ganho.
      Tão glorioso conteúdo de seu discurso, uma forma tão comovente, um estilo inflamante – mas não permanece nada!
      Paulo ama o paradoxo.
      Quanto mais alto algo está, mais simples e despretensioso se defini: o amor.
      Se falta isso a ele então é tudo apenas um ruído pagão.
      É conversa que não leva a nada.
      Na placa de metal na qual se bate, emite muitos sons, mas não significam nada, não tem sentido e não produzem nenhum fruto. Os sons estridentes até produzem irritação.
      Diferente é quando falamos em amor, quando falamos desta maneira porque a nossa atenção está direcionada sobre o juízo e é, o que, exatamente, os outros precisam.
      Quando dizemos a eles que ajuda e que dom isto é, então estas palavras não são apenas um som, mas uma poderosa força.
      Esta palavra não desaparece no meio da multidão, mas penetra fundo no coração, sentido e entendimento.
      Esta palavra permanece, traz frutos e age em pensamentos e lembranças.
      De Maria se conta: ela guardava todas estas palavras em seu coração.
      Oração: Ajuda, Pai, que eu fale sempre sobre o que eu possa me firmar; nenhuma palavra inútil saia da minha boca; e se eu preciso falar a alguém, dá-me palavras e força para convencer sobre teu amor. Amém!

Cristian Simon
Bom dia!

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

MENSAGEM DE ESPERANÇA

 
A prática do perdão
 
Resultado de imagem para IMAGEM DE PESSOA PEDINDO PERDÃO
 
      A vinda de Jesus, sua morte e ressurreição, trouxe a certeza de que Deus Pai, o Rei do universo, oferece perdão para nossos pecados e perdoa.
      E é simples assim: como um rei que, ao ajustar contas com seus servos, perdoou uma dívida impossível de ser paga (Mt 18.27). O rei espera agora que o servo use também de misericórdia com seus semelhantes.
      Seja bondoso você também: o Rei já lhe perdoou.

     Oração: Rei eterno, ajuda-me a perdoar assim como tu me perdoas. Em nome de Jesus. Amém.
Leia em sua Bíblia Mateus 18.23-35

HoraLuterana

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

NOTÍCIAS

A Comunidade Evangélica Luterana Paixão de Barra Mansa, Guamiranga, PR, pertencente a Paróquia Evangélica Luterana Santíssima Trindade de Prudentópolis, celebrou no domingo dia 6 de agosto de 2017, 95 anos de existência.
 
 
 
Estagiário Giliarde Ribet no comando da liturgia.

 
153 de pessoas participaram do culto.

 
Pastor Martinho F. Voss proferiu a mensagem, sob o tema: "Sentir tristeza e dor no coração pelos irmãos que rejeitam a Cristo", (Rm 9.1-5)

 
Orquídeas para enfeitar o altar.

 
Após o culto um delicioso almoço foi servido para membros e visitantes.