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domingo, 23 de abril de 2017

MENSAGEM

O melhor interesse
 
      Quais são os seus interesses? O que mais importa para você nesta vida? Deus nos diz para pormos nosso “interesse nas coisas que são do céu, onde Cristo está sentado ao lado direito de Deus” (Cl 3.1).
     Em Cristo, somos também ressuscitados, passamos da morte para a vida, a verdadeira vida. Por causa de Jesus, todos os interesses da terra, desde os que endurecem corações, causam decepções, geram conflitos, até os que trazem prazer e satisfação, ficam sob a per...spectiva correta: vão passar. Mas, a vida, com Jesus, é eterna.
      Oração: Jesus, que a tua ressurreição na Páscoa me lembre de olhar para onde encontro vida. E, assim, eu aprenda a lidar com sabedoria com as coisas que passam. Em teu nome. Amém.
Leia em sua Bíblia Colossenses 3.1-4

sábado, 22 de abril de 2017

REFLEXÃO

 

quinta-feira, 20 de abril de 2017

REFLEXÃO

     A onda e preocupação do momento: jogo da BALEIA AZULl -   "Supostamente, o "jogo" envolve uma série de tarefas que os jogadores devem completar, algumas das quais envolvem auto-mutilação. A última tarefa é o suicídio."
      Por isso a importância de uma Igreja Cristã: o cristianismo teima em ser uma religião de ouvidos num mundo seduzido pelos olhos.
Nicholas Kardaras, afirma que a exposição das crianças às telas é semelhante ao vício em heroína.
      Um pai e uma mãe cristãos - sempre serão impopulares num contexto de telas grandes, médias e pequenas. Necessariamente e urgentemente - está na hora de desligar mais a TV, o computador, o iPad e o iPhone!
      E se necessário, o conselho bíblico: "Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte" (Provérbios 23.13,14)
Leandro Born

quarta-feira, 19 de abril de 2017

REFLEXÃO

Esqueceram de mim
      Um húngaro, não agüentando ver crianças sem atendimento hospitalar adequado, vendeu a casa e pegou suas economias para comprar equipamentos que faltavam. Na rua e sem dinheiro, confessou: "Sinto-me triste por aquelas crianças que não podem viver uma vida plena porque estão doentes. Vivi 85 anos e agora acho que é a vez delas serem felizes". Este gesto caridoso realizado dias atrás lembra que, se tem algo que mexe com os sentimentos, é a criança. Este sentimento arde no coração de Deus. Tem uma história na Bíblia que diz tudo. O profeta Jonas ficou triste com a morte de uma planta, devorada por um inseto. Antes disto já tinha ficado extremamente decepcionado por Deus não destruir a inimiga cidade de Nínive. O livro tem um desfecho surpreendente: “Então o Senhor Deus disse: - Essa planta cresceu numa noite e na noite seguinte desapareceu. Você nada fez por ela nem a fez crescer, mas mesmo assim tem pena dela! Então eu, com muito mais razão, devo ter pena da grande cidade de Nínive, onde há mais de cento e vinte mil crianças inocentes...”.      O sentimento contraditório do profeta está no coração de todos nós. Poderia falar das crianças que morrem nas guerras, que ficam gravemente feridas, órfãs, sem casa e comida. Um genocídio infantil neste planeta que gasta bilhões em armamentos – dinheiro suficiente para livrar os 600 milhões de pequeninos que vivem em condições de pobreza absoluta, junto com os 12 milhões que morrem a cada ano por doenças evitáveis. Disto a gente sabe e procura logo esquecer, porque a guerra agora é nas bolsas de valores e que pode estragar planos pessoais. Poderia também falar das crianças assassinadas no ventre materno, um crime hediondo que pretende ser legalizado. Só no Brasil são um milhão de abortos a cada ano. No entanto, o que falar daquelas que vivem sob os nossos cuidados?
      A Bíblia lembra os pais para não irritar os filhos e não desanimá-los (Colossenses 3.21). O significado original no grego para “desanimado” é sem alma, sem espírito. Na verdade, se os filhos estão desanimados, estressados, violentos, desobedientes, egoístas, gananciosos, materialistas, consumistas – aprenderam isto de nós. Os tratamos igual ao amor biológico de Jonas – como plantas vegetais, isto é, sem alma. Queremos o melhor para eles – estudo, saúde, segurança material etc. Mas esquecemos daquilo que é verdadeiramente importante para lhes dar ânimo.
      As crianças são um presente de Deus, uma grande bênção (Salmo 127.3). Uma lição elementar e que esquecemos. E sem nos dar conta, elas viram objetos em meio aos nossos planos egoístas. E ainda falamos que fazemos tudo por elas. “Deixem que as crianças venham a mim” (Marcos 10.14), insiste Jesus. É um pedido daquele que abandonou a sua casa celestial por não agüentar ver tanta criança sem vida plena.
Marcos Schmidt

terça-feira, 18 de abril de 2017

JESUS RESSUSCITOU!

      Saiu, pois, Pedro e o outro discípulo (João), e foram ao sepulcro. (Jo 20.3)

       Maria Madalena chegou aos discípulos quase sem fôlego, com a espantosa notícia: Tiraram do sepulcro o Senhor e não sabemos onde o puseram! Que notícia. Que susto. Saiu, pois, Pedro e o outro discípulo (João), e foram ao sepulcro. Ambos corriam juntos, mas João chegou primeiro. João relata: Ele (João) chegou primeiro ao sepulcro; e, abaixando-se viu os lençóis de linho, todavia não entrou....
Então Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele (Pedro) também viu os lençóis e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte. (v. 4-8)
       O que os dois discípulos viram na sepultura foi maravilhoso. Os lençóis de linho, com os quais haviam envolvido o corpo de Jesus estavam deitados ali. O lenço que cobria a cabeça de Jesus estava num lugar separado. Tudo bem ordenado. Portanto, a sepultura não fora violada, nem o corpo de Jesus roubado. Mãos humanas não deixariam tudo em ordem como se vê aqui. Os sinais de ordem indicavam claramente de que aquele que estava deitado aqui ressuscitara para a vida e deixou os panos nos quais estava enrolado cuidadosamente nos seus devidos lugares.
       João viu e creu. Ele creu o que? Ele creu que Jesus ressuscitou dos mortos. Isto vale também para Pedro. Alguns exegetas o interpretam diferente, julgando que eles creram o que Maria Madalena lhes havia dito, a saber: Tiraram do sepulcro o Senhor. O contexto, no entanto, não permite tal interpretação.
       Pois ainda não tinham compreendido a Escritura que era necessário ressuscitar ele dentre os mortos (v.9). Eles creram, pois até aqui eles não tinham compreendido a Escritura. Jesus o havia predito várias vezes. (Mt 20.18-19). Mas eles não compreenderam nem podiam imaginar sua morte, muito menos sua ressurreição. Agora, diante dos fatos, eles creram que Jesus ressuscitou e voltaram.
       Cristo entregou-se à morte vil, / livrou-nos do pecado; / venceu por nós o mundo hostil: / Seu nome seja honrado! / Nós queremos exultar / e eternamente te exaltar. / Cantemos: Aleluia! Aleluia! (HL 109.1)