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terça-feira, 30 de junho de 2020

TESTEMUNHO DE FÉ!

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Eu, Martinho Frederico Voss , até que o Senhor me chame deste mundo para o seu Reino, quero deixar claro que acredito em " Jesus Cristo" como verdadeiro Senhor e Salvador da minha vida. Eu acredito que Jesus é o filho de Deus, foi crucificado na Cruz, morreu pelos nossos pecados e ressuscitou. E está sentado à direita do Deus Pai Todo Poderoso. Ama a todos e perdoa os nossos pecados se nos arrependermos. Sua palavra diz: "Eu sou a Ressurreição e a Vida; Quem crê em mim, ainda que esteja morto viverá; e todo àquele que vive, e crê em mim, não morrerá eternamente". Jo 11. 25-26". "Eu sou o Caminho a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai a não ser por mim". Jo 14.6.
Que esta seja a mensagem permanente de todo cristão.
Que possamos sair dessa "Pandemia " e voltar a uma vida mais normal, o quanto antes, em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém

segunda-feira, 29 de junho de 2020

ANSIEDADE

CONTRA A ANSIEDADE
“Não fiquem preocupados com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã trará as suas próprias preocupações.
Para cada dia bastam as suas próprias dificuldades” (Mt 6.34), disse Jesus. Mas, como? Com um vírus que tem alarmado o mundo, com a incerteza do salário no próximo mês, com as notícias de corrupção que aumenta a injustiça e a morte, como não ficar “morrendo” de preocupação com o amanhã?
E então Jesus nos faz olhar para ele, não para nós. Ele faz crescer as plantas, ele alimenta os pássaros, ele perdoa o nosso passado e garante o nosso futuro. Nele, lidaremos com o hoje sem que as culpas do passado nos atormentem e planejaremos o futuro sem ansiedade. Nele, aproveitaremos melhor o hoje olhando para o futuro com ele, vivendo sob os seus cuidados mesmo com todas as dificuldades deste dia.
Oração: Jesus, dá-nos mais fé em ti para vivermos sem ansiedade, ouvindo a ti a cada dia e cuidando das pessoas. Em teu nome. Amém.
Fonte: Hora Luterana

sábado, 27 de junho de 2020

CULTO DOMÉSTICO PARA 27,28 DE JUNHO DE 2020


Contatos: martinho@ielb.org.br - (51) 99644-0761
Siga também em: ielbprudentopolis.blogspot.com
Culto Doméstico – 15/2020 – 28/junho/2020
1. Saudação e acolhimento (pelo líder)
2. Invocação: Iniciamos em nome de Deus Pai, Filho e Espírito Santo, um só Deus para todo o sempre!
3. Oração – Lembrando o 116º aniversário da IELB
Louvado sejas, Senhor, nosso Deus e Deus de nossos pais. Recordamos hoje toda a tua fidelidade e misericórdia que demonstraste para com a tua Igreja, através de todos os 116 anos da IELB. Rogamos-te: Continua também no futuro sendo o nosso escudo e amparo. Protege a tua Igreja com a tua mão poderosa, de modo que ela possa abrigar-se confiantemente à sombra de tuas asas. Guarda-nos de todos os perigos. Ajuda-nos para sermos fiéis na fé de nossos antepassados e para permanecermos firmes no fundamento que está posto, Jesus Cristo, nosso Salvador. Afasta de nós o espírito de discórdia e não deixes diminuir a fé nem esfriar o amor. Abençoa o Culto de hoje, por tua graça e amor. Amém.
4. Hino 213 (HL) – Louvor pelos 116 anos da IELB(Poderão seguir via internet em: Hinário Luterano - LETRAS.MUS.BR)

1. Louva ao Senhor, potentíssimo Rei das alturas. / Canta, minha alma, /jubila com todas criaturas. / Vinde, exultai! / Harpas, saltérios tocai, / Gratos por tantas venturas.
2. Louva ao Senhor que com grande potência governa. / Sobre asas de águia te leva à morada paterna; / Que te mantém / como melhor te convém: / Sua bondade é tão terna.
3. Louva ao Senhor por fazer-te assim maravilhoso. / Dando-te vida e saúde, / é teu Pai mui bondoso, / Pois na aflição / ele te dá proteção / Sob suas asas, gracioso.
4. Louva ao Senhor, / que abençoa-te visivelmente. / Chove, amoroso, dos céus / seus dons, torrencialmente. / Lembra-te bem: / com seu amparo ele vem; / Pois o Senhor é clemente.
5. Leitura – Salmo 119.153-160
6. Confissão de fé – Credo Apostólico
7. Reflexão – Ler Texto: Mt 9.10-13. Destaque: “Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento” (Mt 9.13 - ARA).
Bom samaritano – Wikipédia, a enciclopédia livre
Tema: Misericórdia quero!
Um sociólogo estava sendo entrevistado num programa na TV sobre os relacionamentos humanos neste tempo de pandemia. Destacou que o longo confinamento e convívio social em espaço limitado está gerando conflitos e separações de casais. Enfatizou, no entanto, que os cristãos têm uma vantagem porque superam mais facilmente as dificuldades causadas pelo prolongado período de convívio em pequenos espaços (casas), devido à fé e ao vínculo amoroso de compreensão, de ajuda mútua, de perdão cultivado por eles.
Este pronunciamento me levou a pensar sobre como deve ser nosso convívio com nossos familiares, irmãos de fé e pessoas em geral, especialmente quando surgem algumas dificuldades e desvios de comportamento de alguém próximo a nós.
Lembrei do texto de Mateus 9.10-13, com o título “Jesus come com pecadores”, que narra um fato de como Jesus acolheu pessoas em sua casa. O procedimento de Jesus neste episódio nos fornece ensinamentos preciosos.
Lemos que Jesus estava “em casa, à mesa” e que publicanos e pecadores vieram e “tomaram lugares com Jesus e seus discípulos”. Isto significa que foram aceitos para participarem da refeição na companhia de Jesus e seus discípulos.
Este fato levou os fariseus a questionar a presença de publicanos e pecadores: “Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores”? Esta pergunta revela a arrogância dos fariseus e a ignorância a respeito da missão de Jesus no mundo. Os fariseus sempre achavam que eram os bons e perfeitos - e condenavam os outros.
Jesus reage e diz: “Os sãos não precisam de médicos, e, sim, os doentes”. E complementa: “Misericórdia quero, e não holocaustos ...”
Esta reação de Jesus é uma clara afirmação de que Ele veio para salvar a humanidade pecadora. Fica claro também que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23).
Não há ninguém que pode dizer que é melhor do que os outros, por duas razões: 1. Todos pecaram; 2. Todos dependem do favor de Deus, do seu amor, misericórdia e do perdão de Deus, conquistado por Jesus para nós!
Jesus criticou severamente a hipocrisia dos fariseus e de todos os que se acham melhores do que outros e entendem que por alguma obra praticada (no caso, holocausto) estão quites com Deus e não necessitam do Salvador. Que engano!
Por que Jesus condena os falsos holocaustos? A lei dos holocaustos, estabelecia: “Quando alguma pessoa pecar, e cometer ofensa contra o Senhor ... (Lv 6.2). Continua: “E, por sua oferta pela culpa, trará, do rebanho, ao Senhor um carneiro sem defeito ...” (Lv 6.6). E, ainda: “E o sacerdote fará expiação por ela diante do Senhor, e será perdoada de qualquer de todas as coisas que fez ...” (Lv 6.7). Os fariseus não reconheciam culpa, pois se achavam perfeitos. É por esta razão que Jesus diz: “Misericórdia quero e não holocaustos”. Deus não estava interessado em falsos sacrifícios de bois e carneiros.
É triste perceber que os “fariseus” da atualidade relutam em reconhecer seus pecados e desprezam, condenam e se afastam dos que tiveram um tropeço na vida, sem lhes dar uma chance de recomeçar na vida.
Jesus acolhe os que se arrependem e creem nele, por maior que tenha sido a lama do pecado na vida deles. Assim também saibamos acolher aqueles que precisam de uma mão pacificadora estendida aos que dela necessitam.
Temos entre nós atitudes semelhantes das que tiveram os fariseus?
Por que nem sempre sabemos perdoar e acolher aquele que caiu e se desviou, mas que anseia pelo perdão e reintegração no convívio com os familiares, com os irmãos e com a igreja? Jesus disse: “MISERICÓRDIA QUERO”!
Jesus é especialista em transformar os fracassos de pessoas em sucesso, mediante o perdão e fortalecimento daqueles que vem a Ele com humildade, reconhecendo seus pecados e crendo nele!
Analisemos as nossas atitudes diante de Deus e das pessoas em nossa volta. Aos que tropeçaram, ofereçamos a oportunidade de recuperação. Sejamos portadores do amor de Deus, não apenas de palavra, mas de fato e de verdade, sabendo pedir perdão e perdoar e acolher!
No último dia 24 deste mês celebramos o 116º aniversário da IELB. Durante todos os 116 anos a IELB anunciou o evangelho da reconciliação com Deus que informa: “ ... pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8). Somos gratos a Deus porque Ele nos perdoou, acolheu e abençoou.
Deus nos capacite para que sejamos gratos por esta graça maravilhosa e para que pratiquemos este amor no relacionamento com os nossos familiares, colegas, irmãos e todas as pessoas em nossa volta! Amém.  (Martinho Sonntag)

1. Castelo Forte é nosso Deus, /defesa e boa espada; / da angústia livra desde os céus / nossa alma atribulada. / Investe Satã / com hábil afã / e sabe lutar / com força e ardil sem par; / igual não há na terra.
2. Sem força para combater, / teríamos perdido. / Por nós batalha e irá vencer / quem Deus tem escolhido. / Quem é vencedor? Jesus Redentor, / O próprio Jeová, / pois outro Deus não há; / triunfará na luta.
3. O mundo venham assaltar / demônios mil, furiosos, / jamais nos podem assombrar, / seremos vitoriosos. / Do mundo opressor, / com todo rigor / julgado ele está; / vencido cairá / por uma só palavra.
4. O Verbo eterno ficará, / sabemos com certeza, / e nada nos perturbará / com Cristo por defesa. / Se vierem roubar / os bens, vida e o lar - / que tudo se vá! / Proveito não lhes dá. / O céu é nossa herança.
09. Oração – Pela divulgação do Evangelho
Amado Senhor e Salvador. Conheces as multidões humanas que, afastadas de ti, trilham seus próprios caminhos, sem viva esperança, indo ao encontro da morte eterna. Rogamos-te por todos os pregadores de teu Evangelho – queiras provê-los de coragem, força, alegria, fidelidade à tua Palavra e abençoar o seu trabalho com fruto abundante. Ajuda-nos para que cada um em seu lugar, seja testemunha de teu imenso amor. Ensina-nos a viver de acordo com a tua vontade, para que por nós muitos sejam conduzidos a ti e assim todos nós sejamos obreiros úteis em tua seara, para louvor de tua glória no Dia Derradeiro. Chegamos a ti, confiantes em teu amor a acolhimento. Amém.
10. Oração do Pai Nosso – em conjunto.
11. Bênção (em conjunto): O Senhor nos abençoe e nos guarde. O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre nós e tenha misericórdia de nós. O Senhor sobre nós levante o seu rosto e nos dê a paz. Amém.
Deus abençoe a IELB e este Culto Doméstico e todos os participantes

sexta-feira, 26 de junho de 2020

REFLEXÃO- CULTO

Vamos ao culto?!


Nossos cultos são oportunidades muito especiais para sermos acolhidos pelo Deus que nos socorre em meio à tensão entre justos e pecadores ao mesmo tempo.

Vamos ao culto?!


           Eis um convite, aliás, um convite conhecido. Nem todos os convites recebidos são aceitos. É até impossível aceitar todos. Às vezes acontece que temos conosco dois ou até mais convites para a mesma ocasião. É quando surge a necessidade de fazer escolhas. Aceita-se um e não o outro. Por quê? Porque sempre haverá uma razão para a opção em favor de um em vez de outro. “Vamos ao culto” é um convite que recebemos a cada domingo, normalmente, embora haja exceções em alguns locais (cultos nem todos os domingos ou em outros dias e horários). Ele sempre provocará reação em nós. O que segue neste artigo procurará nos ajudar a ter um tipo de reação. O valor dela para a vida do cristão aparecerá no decorrer do escrito, convidando-nos a refletir sobre o proveito da reação positiva diante do convite “vamos ao culto”.
            O convite destina-se ao cristão, em primeiro lugar, embora nada impeça que também um não cristão o receba. A sua aceitação ou não por parte do cristão dependerá da maneira como este vê a si próprio. A propósito, como nós nos vemos? Quem somos? Mesmo que possamos nos definir de várias maneiras, concentremo-nos apenas numa delas. O cristão é alguém em cuja vida aconteceu uma grande transformação. Antes de sua conversão, era apenas pecador; após a conversão continua sendo pecador, mas também é justo. Essa é a grande transformação realizada pelo Espírito Santo na vida do ser humano, por causa da graça de Deus que age na pessoa e obra de Jesus Cristo para tornar possível tal transformação e fazer com que ela aconteça. Cabe aqui um alerta para se evitar conclusões equivocadas a respeito de tal transformação. Ela não é de pecador para justo, porém de pecador para justo e pecador ao mesmo tempo. Mas o que tem isso a ver com o convite para ir aos cultos? Seguem algumas reflexões sobre a essa pergunta.
            Não somos apenas justos. Se assim o fôssemos, naturalmente estaríamos presentes em todos os cultos, a não ser que alguma razão realmente intransferível nos impedisse de ir à igreja. O fato de continuarmos sendo pecadores é determinante para não aceitarmos o convite em algumas ocasiões, trocando-o, talvez com facilidade, por outras atividades.
            Tivemos nossa vida transformada para justos e pecadores ao mesmo tempo. Desfrutamos, portanto, de uma nova vida. Esta, todavia, não é igual a uma contínua ascendente, porém, tem altos e baixos. Sim, altos e baixos! Por quê? Porque vivemos e viveremos, até morrer, em meio a uma tensão: a tensão entre carne e espírito, entre a velha natureza e a nova. O apóstolo Paulo aponta para essa realidade ao dizer: Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço (Rm 7.18,19). Ora, quem está em meio a uma tensão sabe que se encontra entre duas forças, cada uma puxando para um lado. Cabe não esquecer que nossa velha natureza sempre nos puxará para o lado contrário dos convites que recebemos do nosso Deus gracioso.
            Quem se encontra em meio à tensão mencionada, como é o nosso caso, necessita sempre, ininterruptamente, de socorro. Não está na pessoa o poder para fazer prevalecer os impulsos de sua nova natureza sobre a compulsão da velha natureza. Bem, se tal não existe dentro da pessoa, onde, então, encontrá-lo? Ou melhor, ele existe? Sim! Existe. O único capaz de atender à nossa necessidade. É trazido pelo próprio Deus. Temos testemunhos de textos confessionais sobre isso. A Confissão de Augsburgo, III, 4,5, assim declara: “Ensina-se, outrossim, que o mesmo Cristo desceu ao inferno, no terceiro dia ressurgiu verdadeiramente dos mortos, subiu ao céu e está assentado à destra de Deus, para dominar eternamente sobre todas as criaturas e governá-las, a fim de santificar, purificar, fortalecer e consolar, pelo Espírito Santo, a quantos nele crêem, dar-lhes também vida e toda sorte de dons e bens, e proteger e defendê-los contra o diabo e o pecado”. A Fórmula de Concórdia, Declaração Sólida, II, 37-39, afirma: “E, ainda que os renascidos mesmo na presente vida avançam até o ponto onde querem o bem e o amam e também o praticam e nele crescem, todavia isso não vem de nossa vontade e poder, mas o Espírito Santo, como o próprio Paulo fala a esse respeito, opera tal “querer e efetuar” (Fp 2.13”.
            VAMOS AO CULTO para receber o socorro de Deus alcançado a nós por meio de sua Palavra e Sacramentos. É pela Palavra anunciada e também presente no Batismo e na Santa Ceia, que o Espírito Santo faz tudo que foi dito nos dois textos confessionais acima citados. Nossos cultos são oportunidades muito especiais para sermos acolhidos pelo Deus que nos socorre em meio à tensão entre justos e pecadores ao mesmo tempo. Alguém poderia lembrar, com razão, que somos convidados a ir aos cultos também para louvar a Deus. Correto! Todavia, o louvor não nasce de mero sentimentalismo. Pelo contrário, brota de corações consolados e alegres porque ouviram que, apesar de pecadores (realidade apontada pela lei), continuam amados pelo Deus que os socorre na Palavra, na absolvição e na santa ceia. Graças a tal socorro, eles sobrevivem em meio à tensão, e tal sobrevivência significa nada menos do que permanecer com a justiça que recebemos do nosso Salvador Jesus por meio da fé. Em outras palavras, é estar salvo.
            Qualquer convite cria expectativas em nós. Por exemplo, o que iremos encontrar se aceitarmos o convite? Não acontece nada diferente com o convite para o culto. Não cabe tal coisa neste escrito, porém, não deixaria de ser interessante e importante pesquisar entre os cristãos quais são as expectativas que possuem quando se dirigem ao culto. O resultado de tal pesquisa poderia ser ótimo instrumento para algumas ações, como por exemplo: o preparo dos cultos, o preparo do sermão, o preparo individual de cada pessoa para o encontro com o Senhor na sua casa, entre outras. Com as respostas em mãos, poderíamos, se pastores, ir ao encontro daqueles que vão ao culto para receber o socorro de que precisam dentro da permanente tensão entre justos e pecadores, deixando evidente que tal socorro está naquilo que o culto oferece. Se congregados, poderemos ser auxiliados a ir ao culto esperando receber aquilo que vem a ser nossa maior necessidade: o socorro gracioso de Deus alcançado no perdão dos pecados e no evangelho confortador e poderoso. Ainda precisamos do perdão; continuamos sendo pecadores. Mas também somos justos, pois recebemos, por meio da fé, a justiça de Cristo, que nos cobre e termina com o poder que o pecado tem para nos condenar diante de Deus. É uma nova vida, criada e mantida pela misericórdia e poder de Deus. Conhecedores dessa verdade, com os corações cheios de gratidão porque Deus providenciou tudo para que tal verdade fosse a realidade de nossa vida, o que fazer diante do convite “vamos ao culto”? Ora, será natural a resposta: SIM, VAMOS AO CULTO!
                        Rev. prof. Paulo Moisés Nerbas
Seminário Concórdia e ULBRA

quinta-feira, 25 de junho de 2020

REFLEXÃO - MENTIRA

Bom dia!
Nunca houve tanta mentira como em nossos dias. Convivemos com uma indústria de mentiras, de informações falsas que ganham espaço, principalmente, em redes sociais. Quando Deus criou o mundo, o diabo usou a mentira para enganar Eva. Os nossos primeiros pais caíram em pecado justamente por não acreditarem nas palavras de Deus e ,sim, nas mentiras proferidas pelo diabo. Quando o assunto é mentira, o diabo não brinca. Ele é o pai da mentira: “Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (João 8.44).Depois da queda do homem, o que não faltou no mundo foram pessoas mentirosas. Isso explica por que o salmista escreve que os ímpios “andam errados desde que nasceram, falando mentiras” (Salmos 58.3).
Deus não suporta a presença de pessoas mentirosas: “Os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor.” (Provérbios 12.22). ).” A falsa testemunha não fica impune, e o que profere mentiras não escapa.”(Provérbios 19.5). O Senhor já teria dito a Moisés, no capítulo 19 de Levítico para o povo não furtar, nem mentir, nem usar de falsidade cada um com o seu próximo. E ainda em Êxodo 20.16: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.” A atitude de Deus para com os mentirosos fica evidente na Bíblia: Em Juízes 16, Sansão mentiu três vezes para Dalila.Ananias e Safira, em Atos 5, mentiram ao Espírito Santo. E todos sofreram consequências.
Neste sentido, somos alertados: “ deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.” (Efésios 4.25).O nosso compromisso é com a verdade, por isso, “não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos” (Cl 3.9). Jesus também diz no sermão do monte que o discípulo deve ter postura e falar sempre a verdade: “Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt 5.37).
Você tem mentido para alguém? Enganado a si mesmo? Abandone essa prática. Conte a verdade.
Um ótimo dia!
Pastor - Alcemar Cabreira.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

FARDOS PESADOS EM OMBROS FRACOS

Meus e teus ombros são fracos. eles não suportam fardos além do que nossa estrutura física pode suportar. Facilmente colocamos fardos pesados nos ombros de pessoas do nosso relacionamento. Quando fazemos dela a fonte da nossa esperança, a base para nossa felicidade, a razão do nosso viver; quando colocamos nela toda nossa esperança; quando esperamos dela nossa mudança interior ou a mudança do nosso passado, ou expiação das nossas culpas ou ainda a paz e o descanso do nosso coração Esperar tudo isso de outro ser humano é colocar sobre seus ombros um fardo pesado.
Naturalmente todos nós carregamos um fardo que além de pesado deteriora nossa vida, nos esgota e nos leva a consequências eternas: o fardo do pecado. Já nascemos com ele(Sl 51.5).
Esse fardo está tão preso a nós que não conseguimos nos livrar dele por nós mesmos. O preço é muito alto. Está além da nossa capacidade. Foi necessário, o próprio Deus fazer esse serviço.
Isaías 53.4-6 diz que que o Pai fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós, que foi traspassado pelas nossas transgressões, que o castigo que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Colossenses 2.4 está escrito que Ele removeu o escrito da dívida que era contra nós, encravando-o na cruz.
Está livre desse fardo todo aquele que crer nele, Cristo Jesus. São convidados a vir a Ele todos os que estão cansados e sobrecarregados para receber o alívio. Aqueles que atendem ao convite acharão descanso Nele, pois seu fardo é leve e seu jugo é suave(Mt 11.28-30).
Quando vivemos no descanso Dele não necessitamos impor fardos pesados a ninguém, mas compartilharemos o que dele recebemos. Busque nele o alívio dos fardos do dia a dia, não seja agente que impõe fardos a outrem porque os ombros humanos são fracos. Pense nisso: Deus não coloca fardos pesados em nossos frágeis ombros. Grande abraço!
Elmar Zilki

segunda-feira, 22 de junho de 2020

REFLEXÃO - TEMPOS DIFÍCEIS

Existem manhãs em que levantamos sem vontade de fazer nada. Alguns talvez até sem vontade de continuar vivendo. À medida que os dias passam, parece que o isolamento social e as más notícias da pandemia vão minando nossas forças .
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Esperar e resistir até quando? Há razão para continuar? Claro que sim! Olhe para o seu lado e veja as pessoas que você ama e que amam você. Pense nos amigos e irmãos na fé, que não o abandonaram, apesar do distanciamento social.
Mas, acima de tudo, olhe para aquele que diz: “Você é precioso aos meus olhos e digno de honra... eu o amo... Não tenha medo, porque eu estarei com você” (Isaías 43.4-5).
Vamos continuar vivendo com a mesma confiança do salmista: “O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra” (Salmo 121.2).
Com certeza, há muitas razões para não desistir. Há muitas razões para levantar de manhã e dizer: “Esse dia eu nunca vivi. Obrigado, Senhor, por poder vivê-lo sob tuas bênçãos!”
Que Deus abençoe e proteja a todos.
Jonas Flor - pastor

sábado, 20 de junho de 2020

CULTO DOMÉSTICO PARA 21/06/2020


Culto Doméstico - 08.2017 – Reeditado - 21.06.2020
Contatos para sugestões e colaborações com: Pastor Martinho Sonntag - martinho@ielb.org.br - (51) 99644-0761 ou (51) 3332-2111 (IELB)
Siga também em ielbprudentopolis@blogspot.com
1. Saudação e acolhimento (pelo líder)
2. Invocação - Iniciamos este Culto Doméstico em nome de Deus Pai, Deus Filho e
Deus Espírito Santo, um só Deus em três Pessoas. Amém.
3. Oração (todos) Amado Deus Pai eterno, estamos muito felizes por sermos teus filhos. Somos muito gratos por seres nosso Pai Eterno, por graça de Jesus Cristo, teu Filho e nosso Salvador.
Pedimos que olhes para cada um de nós com a tua compaixão e misericórdia. Perdoa todos os nossos pecados, sejam eles de ação ou de omissão - quando não fazemos o que Tu queres que seja feito por nós. Ajuda-nos com o teu Espírito Santo para que nossa fé seja fortalecida e sejamos capazes de Te servirmos no lar, no trabalho, na igreja e na pátria.  Abençoa o Culto Doméstico de hoje e a cada um dos presentes. Em nome de Jesus. Amém.
4. Hino: 322 HL
1. Guia-nos, Jesus, teu caminho é luz. Vacilar nós não queremos, Sempre a ti fiéis seremos. Toma a mão dos teus, Leva-os para os céus.
2. Em aperto e dor mostra o teu favor. Quando vem a desventura, O teu filho não murmura. Pelas aflições vamos às mansões.
3. Quando a provação fere o coração, sob o peso da inclemência, dá-nos sempre paciência. Faze-nos fitar o celeste lar.
4. Vem-nos conduzir ao feliz porvir. Não nos deixes sem amparo no caminho agreste e amaro. Finda a vida aqui, leva-nos a Ti.
5. Leitura Bíblica: Rm 13
Reflexão – Tema: Paciência!
O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece” (1 Co 13.4)
Imagine a situação no aeroporto: Muitas pessoas aguardavam o embarque num voo internacional. Mas o voo atrasou por causa de problemas mecânicos. Foram 15 minutos de espera para saber se o embarque aconteceria. O tempo passava. Foram mais 30 minutos, e depois mais 2 horas e nenhuma solução. Os tripulantes procuravam acalmar a multidão de pessoas que estava cansada de tanto esperar.
O tempo passava sem que houvesse uma solução. Em consequência, as pessoas ficavam mais irrequietas e iradas. Com o tempo, quase todos perderam a paciência. A multidão enfurecida começou um alvoroço gritando palavrões não publicáveis. Até o piloto foi chamado para explicar as providências que estavam sendo tomadas para resolver o problema mecânico. Em vez de ser ouvido, ele foi insultado.
Em meio à confusão generalizada, um dos poucos homens que ainda aparentava calma, falou: “A paciência vai ser uma atitude necessária hoje à noite”.
O apóstolo Paulo menciona a paciência como uma das manifestações de quem ama.
O apóstolo indica que a paciência é fruto do Espírito. Ele escreve: “Mas o Espírito de Deus produz o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade, a humildade e o domínio próprio” (Gl 5.22-23 - NTLH).
Caros irmãos, a vida reserva momentos difíceis para todos, também para os cristãos. Cada um está sujeito à dificuldades pessoais, por exemplo, com doenças, com a falta de recursos financeiros, com acidentes e frustrações por causa de anseios e projetos que não se realizaram. A irritação, o nervosismo e a falta de paciência podem resultar de situações como estas.
A impaciência pode gerar outros males, como atritos com os familiares, violência e injustiças com pessoas que nada tem a ver com os problemas que a pessoa enfrenta.
Disse alguém: “A impaciência é um reflexo do nosso egocentrismo, em resposta às decepções da vida”. Este pensamento faz sentido. Michel Quoist escreve no livro “Construir o Homem e o Mundo” que “amar é dar-se”. Diz ele que amar é sair de si e ir ao encontro dos outros. O egocentrismo é o oposto do amor.
A melhor demonstração de amor é a que encontramos descrito em Jo 15.13: “Ninguém tem mais amor pelos seu amigos do que aquele que dá a sua vida por eles” (NTLH). Foi Jesus quem deu a sua vida por nós. Ao longo de sua trajetória terrena, Ele demostrou muita paciência com a humanidade. E esta paciência se prolonga até hoje e se projeta até à Sua Segunda Vinda.
A paciência, que é manifestação de amor, põe de lado nossos interesses e projetos puramente pessoais e procura seguir o modelo de Jesus Cristo. Inspirados por Deus, nós podemos ter paciência com os outros e ajudá-los.
Muitas vezes temos dificuldades em manter a paciência, especialmente quando sofremos injustiças, violência, calúnias e outros males que nos são impostos por pessoas maldosas. O apóstolo Paulo escreve que a paciência é uma demonstração de que um cristão é servo de Deus. “Em tudo mostramos que somos servos de Deus, suportando com muita paciência as aflições, os sofrimentos e as dificuldades” (2 Co 6.4 - NTLH).
Quando:
· Cônjuges convivem com paciência, amparando-se em amor;
· Pais e filhos interagem e se amparam mutuamente com paciência;
· Congregados convivem e trabalham com amor, harmonia e paciência;
· Todos se relacionarem com paciência em todos os relacionamentos, então, os desentendimentos, conflitos, separações e afastamentos são minorados e passamos a ser mais solidários, agradáveis e produtivos.
Em Gálatas 5, a paciência é mostrada como fruto do Espírito Santo. Ele nos capacita para sermos pacientes. Quanto mais nos alimentarmos dos meios da Graça (Palavra e Santa Ceia) e orarmos, mais seremos capacitados.
Sigamos a orientação da Palavra de Deus e apeguemo-nos com fé na obra de nosso Senhor Jesus Cristo, conforme o texto que segue:
“Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima. Irmãos, não vos queixeis uns dos outros, para não serdes julgados. Eis que o juiz está às portas. Irmãos, tomai por modelo no sofrimento e na paciência os profetas, os quais falaram em nome do Senhor. Eis que temos por felizes os que perseveraram firmes. Tendes ouvido da paciência de Jó e vistes que fim o Senhor lhe deu; porque o Senhor é cheio de terna misericórdia e compassivo” (Tiago 5.7-11).
Deus tem muita paciência com cada um de nós. Ele nos perdoa sempre quando vamos a ele em arrependimento e fé no Senhor Jesus Cristo, nos acolhe e ampara. É uma graça que não merecemos, mas Ele a dá por amor.
Supliquemos a Deus para que nos ajude a amar e a ter muita paciência com todos. Saibamos perdoar as pessoas e também pedir perdão pelos nossos erros.
E sabem mais? Quando interagimos com amor e paciência com as pessoas que queremos evangelizar, mais facilmente elas aceitam nosso testemunho de fé. Amém.
6. Canto: “Ninguém nos amou como o Filho de Deus” (102 LS).
a. Ninguém nos amou como o Filho de Deus, que a glória deixou nas venturas dos céus, fazendo-se igual ao homem mortal.
b. Ninguém nos amou como Cristo Jesus, que, humilde, aceitou a vil morte na cruz, a fim de nos dar no céu novo lar.
c. Ninguém nos amou como o Cristo Senhor, que as almas guiou como seu bom Pastor; na Bíblia nos deu consolo do céu.
d. Se Cristo, o Senhor, como nunca ninguém, nos deu tanto amor, vamos todos também com fé o adorar e o amar sem cessar.
7. Oração
Pai querido, o Senhor ouve a nossa oração, conhece nossos pensamentos, desejos e necessidades. Todos que vivemos nesse mundo passamos por momentos de tribulação, angústia, sofrimento, tentação, fracasso, problemas etc. Mas eu espero no Senhor e minha confiança está em Ti. Eu oro em nome de Jesus. Amém
8. Pai Nosso – em conjunto.
9. Bênção em conjunto

116 ANOS DA IELB

Live 116 anos da IELB

Em junho, a Igreja Evangélica Luterana do Brasil completa 116 anos. 

Participe da live em comemoração a essa data, no dia 24/06/2020, às 20h, com 

a participação do músico luterano Carlos Magrão.
 A live será transmitida nos canais do YouTube da IELB e do Carlos Magrão:

youtube.com/carlosmagraooficial Durante a transmissão você poderá doar qualquer valor!
Sua ajuda levará publicações da Editora Concórdia às pessoas atendidas pelos projetos sociais das congregações da IELB.

sexta-feira, 19 de junho de 2020

A INTENÇÃO E OBJETIVO DO PASTOR

Pastor 1 (com imagens) | Artesanatos bíblicos, Ovelhas, Desenhos
"A intenção do pastor é despertar as pessoas de sua sonolência e alertá-las contra a auto-ilusão. Esse, entretanto, não pode ser o objetivo último do pastor. Seu objetivo último deve ser este: fazer com que seus ouvintes tenham a certeza de que seus pecados estão perdoados diante de Deus, a certeza da esperança da vida eterna e a certeza de que podem enfrentar a morte com tranquilidade. Todo aquele que não faz disso seu objetivo último, não é pastor evangélico." [C. F. W. Walther]
Topper Pastor (com imagens) | Bolo com plaquinhas, Bolo evangelico ...

quarta-feira, 17 de junho de 2020

REFLEXÃO

PALAVRA DE DEUS - PALAVRA DE VIDA
"O Senhor Deus diz: - Está chegando o tempo em que farei uma nova aliança com o povo de Israel e com o povo de Judá. Essa aliança não será como aquela que eu fiz com os antepassados deles no dia em que os peguei pela mão e os tirei da terra do Egito. Embora eu fosse o Deus deles, eles quebraram a minha aliança. Sou eu, o Senhor, quem está falando. Quando esse tempo chegar, farei com o povo de Israel esta aliança: eu porei a minha lei na mente deles e no coração deles e escreverei; eu serei o Deus deles, e eles serão o meu povo. Sou eu, o Senhor, quem está falando. Ninguém vai precisar ensinar o seu patrício nem o seu parente, dizendo: Procure conhecer a Deus, o Senhor. Porque todos me conhecerão, tanto as pessoas mais importantes como as mais humildes. Pois eu perdoarei os seus pecados e nunca mais lembrarei das suas maldades. Eu, o Senhor, estou falando." Jeremias 31.31-34 (Bíblia na Versão NTLH)
Nova Aliança
Par de Alianças De Tungstênio 4mm no Elo7 | Laura Mello Joias (6EFEFF)
Mesmo não sendo um paralelo exato, a palavra "aliança" na Bíblia é muito parecida com um contrato. Em Jeremias 31, Deus fala sobre duas alianças. Uma nova, e uma que havia sido quebrada, mas não por Ele.
O povo havia quebrado uma aliança! Qual aliança? A aliança feita conforme Êxodo 19.5-6: "Agora, se me obedecerem e cumprirem a minha aliança vocês serão o meu povo, escolhido por mim. Vocês são um povo separado somente para mim e me servirão como sacerdotes." E um pouco adiante o povo responde no v. 8: "Nós faremos TUDO o que o Senhor ordenou."
Simplificando, Deus faria de Israel seu povo especial para um propósito especial, e do outro lado Israel deveria obedecer a Deus plenamente. O contrato estava pronto e assinado por ambas as partes de comum acordo. Deus cumpriu com sua parte. Mas o seu povo não.
Infelizmente, os israelitas eram como todos nós: PECADORES. Diariamente tendemos a escolher o pecado ao invés de o que é certo; mentira ao invés da verdade; palavras que ofendem ao invés de palavras bondosas; guardar rancor ao invés de perdoar; alimentar a raiva ao invés de ser pacientes; egoísmo ao invés de preocupação com o próximo..... Ou seja: Somos pobres e miseráveis pecadores.
Se nosso status diante de Deus dependesse de manter um acordo com Ele, estaríamos perdidos. Isso não significa e nunca significou que podemos descuidar de procurar viver da melhor forma possível, seguindo os mandamentos de Deus. Bem pelo contrário. A partir do momento que confessamos nossa fé em Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, estamos oficialmente assumindo o compromisso de viver como ele espera que vivamos. E ele sabe quando o nosso viver da fé é verdadeiro, mesmo que cheio de falhas. A Deus ninguém pode enganar. Dele não podemos esconder nada.
A nós só cabe ser gratos a Deus por ele fazer algo por nós. Ele diz conforme o v. 31: "Pois eu perdoarei os seus pecados e nunca mais lembrarei das suas maldades. Eu, o Senhor, estou falando." Era Deus quem estava deixando claro que mantém a sua aliança. Este perdão é conquistado para nós por meio da vida sem pecado de Jesus, sua morte na cruz, e sua ressurreição vitoriosa dentre os mortos. E hoje, pela fé em Jesus, o Deus do céu e da terra é o nosso Deus; e nós somos dele.
A única aliança, o único contrato que importa para você, é o que Deus assinou com o sangue de seu Filho, nosso Salvador, Jesus Cristo.
Oração: Bondoso Deus, obrigado por manter a tua parte nesta aliança. Sei que falho muito e não consigo nem de perto corresponder as tuas expectativas. Obrigado por me lavar do pecado por intermédio do Sangue de Jesus. Obrigado Deus por me amar. Eu também te amo. E quero melhorar no cumprir com minha parte neste contrato de serviço em amor. Amém.

segunda-feira, 15 de junho de 2020

REFLEXÃO PARA INICIAR A SEMANA.

O exercício de amar.
Mateus 5. 43 - 48.
Deus criou todas as coisas, e criou o amor amando a sua criação. Sim, Deus é amor. E é a ausência do amor que produz a indiferença e o ódio. Contrariando o senso comum e a Lei de Talião, que sugere punir um mal provocando outro em igual proporção e intensidade, Jesus nos ensina a responder o mal com o bem e a ausência do amor, com o amor.
Sinceramente, amar é uma tarefa muito difícil. A tal ponto que uma religiosa cristã, Teresa de Calcutá, falou: “É fácil fingir amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado”. Essa afirmação é fácil de explicar: entre conhecidos e familiares sabemos bem os defeitos uns dos outros, os hábitos que irritam. Por isso, a convivência é difícil. É mais fácil demonstrar afeto e preocupação por alguém distante, que não nos provoca desconforto.
Jesus quer mudar essa situação. Ele disse: “Mas eu lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que perseguem vocês” (Mt 5.44). Ele nos convida, por seu amor, a amar o inimigo e orar pelos que nos perseguem ou desejam o nosso mal. O natural em nós seria desejar aniquilar o inimigo ou desafeto. Jesus nos propõe algo diferente, que contraria a lógica humana. É uma tarefa humanamente impossível. Sendo assim, estamos desobrigados a fazê-lo? Jesus diz que não e nos incentiva a amar. Primeiro, porque ele mesmo amou os seus inimigos e deu a sua vida por eles. Na cruz, pediu ao Pai que perdoasse aqueles que lhe maltratavam e ofendiam. Não esqueçamos jamais: Jesus deu a sua vida pela humanidade que era inimiga de Deus. Assim, ele nos transformou de inimigos em amigos de Deus. Exercitemos o amor, para transformar os nossos inimigos em amigos de Deus.
Oremos: Senhor, Deus de amor, tem paciência conosco que não sabemos amar. Ensina-nos a amar a todos, especialmente aos que nos têm por inimigos. Amém.
Rev. André Luis Bender

sábado, 13 de junho de 2020

CULTO DOMÉSTICO-14 DE JUNHO DE 2020



Culto Doméstico – 14/junho/2020 – 2º Domingo após Pentecostes
1. Saudação e acolhimento (pelo líder)
2. Invocação: Iniciamos em nome de Deus Pai, Filho e Espírito Santo, um só Deus para todo o sempre!
3. Oração: Deus Pai, Filho e Espírito Santo - Santíssima Trindade. Ouve o nosso louvor e nossas súplicas. Sabemos que tu amas o teu povo e que estás sempre pronto para nos ouvir. Assiste-nos como Pai que ama os seus filhos. Olha também por todos aqueles que ainda estão na descrença e angústia e envia o teu Espírito Santo para que os transforme em teus filhos. Manifesta a benignidade e o poder de teu Filho a todos que te buscam para que te possam contemplar com fé e gratidão. Fortalece a comunhão fraterna entre todos nós, para que juntos proclamemos com vigor a mensagem de salvação em Jesus Cristo. Compadece-te de nosso povo e guia as deliberações das autoridades. Abençoa as nossas escolas e ampara os nossos filhos. Compadece-te dos enfermos e solitários e ouve o suspiro daqueles que estão em doenças terminais. Abençoa o culto doméstico de hoje, por amor de Jesus Cristo. Amém.
4. Hino – 11 do HL (Os hinos podem ser acompanhados no site: Hinário Luterano-Letras e músicas)
Ide, consolai meu povo! É o clamor do terno Deus;
Aos que estão em densas trevas /Urge a voz dos altos céus.
A Jerusalém pregai / Sobre a paz de Deus, o Pai,
E dizei que perdoados / Foram todos os pecados.

Escutai a voz que clama / No deserto e na amplidão,
Anunciando aos penitentes / A graciosa salvação.
Do Senhor a voz ouvi, / E um caminho a ele abri;
Vales, montes, reverente, / Recebei-o mui contentes.

Mesmo cheios de pecado, / Em sua graça confiai;
Revestidos de humildade, / Em seu reino assim entrai.
Pois a glória do Senhor / Revelada é por amor,
E há de vê-la o mundo inteiro- / Eis a voz do mensageiro.
5. Leitura – Salmo 100 e Mateus 9.35 até 10.8
6. Confissão de fé – Credo Apostólico
7. Reflexão – Texto: Mateus 09.35 até 10.8
Amados irmãos no Senhor Jesus Cristo,
O Tema para hoje é: A misericórdia de Jesus pelas ovelhas sofridas e perdidas
        Da sua manifestação pública logo depois do seu batismo no rio Jordão até sua morte na cruz do Calvário, o Senhor Jesus trabalhou muito entre os homens. Em todas estas suas obras realizadas entre os homens, Jesus mostrou duas coisas:  1. O seu grande poder como Filho de Deus. 2. A sua grande misericórdia pela humanidade caída em pecado.
        O texto que lemos, enfatiza a misericórdia de Jesus. Aqui nos é revelado o coração misericordioso do Nosso Senhor pelas multidões sofridas que vinham ao seu encontro. “Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor” (v. 36).
        Quando Jesus contemplou aquelas multidões com misericórdia, ele mostrou aos discípulos o motivo da sua vinda ao mundo. Seu trabalho provocou admiração nas multidões e revolta nos líderes religiosos de Israel daqueles dias, conforme Mt 8,9.
        Qual era a real condição daquelas pessoas de quem Jesus se compadeceu? Jesus contemplou diante de si muitas pessoas que já se encontravam a algum tempo numa condição de total desamparo, abandono e opressão. Pessoas que caminhavam como um rebanho de ovelhas entregue a sua própria sorte, e sem nenhum pastor para conduzi-las e protegê-las.
        Jesus estava diante de pessoas sem conhecimento da palavra de Deus, sobrecarregadas de culpa e pecado, sem consolo e esperança de salvação. Por que aquelas multidões encontravam-se nessa triste e miserável situação? O problema em si não foi a falta de pastores, pois naqueles dias havia muitos líderes religiosos em Israel, os quais tinham o dever de pastorear o povo no caminho do Senhor e buscar as pessoas desviadas. O problema é que estes não estavam cumprindo fielmente o seu dever de pastorear aquelas pessoas. Houve negligência e descaso no pastoreio.
        As ovelhas perdidas não eram buscadas; as fracas não eram fortalecidas; as ignorantes não recebiam a boa instrução da palavra de Deus; enfim, as multidões caminhavam entregues a si mesmas, sem pastores para alimentá-las com a palavra de Deus e protegê-las dos inimigos. E quando havia pastoreio, este era realizado sem conhecimento e sem misericórdia. Muitas ovelhas estavam sendo oprimidas. Os pastores infiéis daqueles dias dominavam sobre as ovelhas com rigor e dureza, com regras e leis humanas. Por isso que Jesus os repreendeu severamente numa outra ocasião, conforme Mt 23.4,23.
        Vendo-as cansadas e abandonadas pelos pastores da época, Jesus, o Bom Pastor, compadeceu-se delas. Seu coração ficou muito comovido e ele encheu-se de misericórdia.      Misericórdia, segundo a Bíblia, não é apenas sentir pena de alguém que está sofrendo. Mas é um sentimento de compaixão que resulta numa ação para ajudar aquele que sofre. Jesus nos ensinou isto na parábola do bom samaritano. E ele praticava o que ensinava.
        Ele “percorria todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda a sorte de doenças e enfermidades”. Esse texto é um relato comovente de como Jesus agia em favor daquelas pessoas aflitas e desamparadas que não tinham pastor. Todas as cidades e povoados eram para ser atingidas com a sua palavra, chamando os pecadores à fé e ao arrependimento e oferecendo-lhes a graça, a paz e a salvação que ele mesmo veio trazer como o Messias de Deus.
        Ele buscava instruir seus ouvintes para terem vida e alcançarem a salvação. Enquanto os líderes de Israel sobrecarregavam as pessoas com seu ensino cheio de regras e costumes humanos, o Senhor Jesus oferecia alívio e descanso aos pecadores sobrecarregados de culpa e pecados que vinham ouvi-lo ( Mt. 11.28-30).
        Neste contexto, ele chama doze pessoas e as prepara para continuarem este trabalho levando consolo e conforto a todos. Para que preparem outros, e outros, e tantos outros, para realizarem o mesmo trabalho.
        Todas estas obras de misericórdia realizadas por Jesus o encaminhavam à sua morte na cruz, a qual foi a grande manifestação da sua misericórdia por nós pecadores. Dos altos céus, o Senhor contemplou a nossa terrível miséria como pecadores perdidos e dignos da condenação eterna e fez algo por nós. Movido por grande compaixão e disposto a realizar a obra que o Pai lhe dera para fazer, ele deixou a sua glória, humilhou-se ao vir a este mundo sofrer e morrer por nós pecadores para nos libertar da terrível miséria do pecado em que nos encontrávamos. Ele é o nosso Misericordioso Salvador, o Bom Pastor que deu a vida por suas ovelhas.
        Que a infinita misericórdia do Nosso Bom Pastor Jesus Cristo console nosso coração e também nos motive a seguir o seu exemplo de sermos misericordiosos.
        Há enfermos e necessitados, abatidos e aflitos precisando de consolo e ajuda? Quem deve visitá-los? Todos nós. Cristo nos chama a olhar para estas pessoas com misericórdia e agir em favor delas levando-lhes o evangelho da salvação que nós já conhecemos. Mas também, Jesus pede para orarmos ao Senhor da seara pedindo que ele mande mais pastores para a sua seara a fim de preparar o povo de Deus para levar consolo a quem sofre, (v. 38).  Esta é a nossa missão. Que Deus abençoe nossos pastores, para que sejam fiéis na pregação, no ensino. Que Deus abençoe os membros da Igreja, para que sejam fiéis na fé e no transmitir o que aprenderam. Amém. (Martinho F. Voss – adaptado para o período)
8. Hino – Na terra acende fogo, ó Deus / Aquece muitos corações
Pois é preciso proclamar a Boa Nova entre as nações

Acende fogo, ó Deus / Senhor, tem compaixão
Pois muita gente morre aqui sem Cristo e sem perdão

Na terra acende fogo, ó Deus / Aquece muitos corações
Pois é preciso proclamar a Boa Nova entre as nações

Acende fogo, ó Deus / Teu povo faze agir
E venham grandes multidões à glória do porvir

Na terra acende fogo, ó Deus / Aquece muitos corações
Pois é preciso proclamar a Boa Nova entre as nações

Acende fogo, ó Deus / Oh, vem aqui reinar
E faze o mundo, com louvor, teu santo nome honrar
Na terra acende fogo, ó Deus / Aquece muitos corações
Pois é preciso proclamar a Boa Nova entre as nações
09. Oração: Senhor Jesus, tu me chamaste das trevas para a maravilhosa luz da salvação. Obrigado! Quantas vezes fui distraído e me desviei do reto caminho traçado por ti para os teus filhos. Peço que me perdoes e me ajudes com a ação do teu Espírito Santo. Fortalece minha fé em ti e me orienta com a tua Palavra que eu cresça em conhecimento e consagração ao teu nome.
Olha pelas nossas famílias e por todos os nossos irmãos de fé. Estende também a tua mão graciosa sobre o nosso país para que governantes e o povo ouçam a tua voz e vivam de maneira pacífica, ordeira, justa e em harmonia entre os poderes instituídos e entre governantes e povo. Dá-nos a tua graça e protege a todos. Oramos em teu nome, Senhor Jesus. Amém.
10. Oração do Pai Nosso – em conjunto.
11. Bênção (em conjunto): O Senhor nos abençoe e nos guarde. O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre nós e tenha misericórdia de nós. O Senhor sobre nós levante o seu rosto e nos dê a paz. Amém.
Deus abençoe o Culto Doméstico e todos os participantes

Quadro Decorativo Religioso Parede Jesus Cristo O Bom Pastor ...