Os estudos acontecem uma vez por mês, em horários combinados pelos participantes do grupo. Mas, atenção! A iniciativa é somente para quem mora fora do Brasil.
Para participar, entre em contato com a equipe de RI pelo e-mail ri@jelb.org.br e cadastre-se.
Existem igrejas que se tornaram “experts” em maltratar seus pastores
O ministério pastoral é extremamente árduo. Servir a Cristo como pastor ao contrário do que alguns pensam não é nada fácil. Na verdade, não são poucos os líderes que vivem debaixo de uma enorme pressão espiritual. A igreja em alguns casos é implacável exigindo do pastor muito mais do que ele pode dar.
Uma pesquisa feita nos Estados Unidos afirma que cerca de 90% dos pastores estão trabalhando entre 55 a 75 horas por semana. O percentual de esgotamento está no máximo, com somente 50% dos pastores cumprindo seus anos de trabalho como pastor. A pesquisa também afirma que mais de 50% dos graduados nos seminários deixam o ministério depois de 5 anos. Mais de 1200 pastores a cada mês deixam o ministério devido a tensão ou situações relacionadas com a igreja, assuntos familiares ou falha moral.
Pois é, complicado não é mesmo? Para piorar a situação existem igrejas que se tornaram “experts” em maltratar seus pastores. Eu particularmente, conheço inúmeras igrejas que de forma acintosa e perversa arrebentaram com as vidas de seus líderes.
Lamentavelmente o “pacote de maldades” de algumas igrejas para com o seu pastor é de deixar qualquer um ruborizado.
Veja por exemplo algumas atitudes que podem contribuir para a “morte” do pastor:
1-) Trate-o com desdém, minando pelos cantos da igreja sua autoridade espiritual.
2-) Trate mal sua esposa e exija dela mais do que ela pode dar.
3-) Trate mal seu filhos chamando-os de pestinhas ou coisa pior,
colocando sobre eles um peso que não foram chamados a suportar.
4- ) Pague um salário de fome para ele.
5-) Desrespeite-o publicamente.
6-) Semeie duvidas no coração dos irmãos quanto ao caráter dele.
7-) Desvalorize seus ensinos e pregações.
8) Comporte-se dolosamente falando mal dele para a liderança da igreja.
9-) Murmure o tempo todo demonstrando sua insatisfação com o trabalho desenvolvido.
10-) Faça-o trabalhar além da conta não concedendo a ele o direito a férias e descanso.
“Em vez disso, quero que haja tanta justiça como as águas de uma enchente e que a honestidade seja como um rio que não para de correr.” (Am 5.24)
Justiça e honestidade, eis duas virtudes indispensáveis para uma sociedade feliz. No entanto, eis aí dois artigos que, muitas vezes, vemos faltar em nosso país. Entre o povo de Israel, no Antigo Testamento, já havia problemas nessa área. O povo oferecia sacrifícios, aparentava uma santidade que, na verdade, era hipócrita, falsa e não agradável a Deus. E Deus diz ao seu povo: “Em vez disso, quero que haja tanta justiça como as águas de uma enchente e que a honestidade seja como um rio que não para de correr” (Am 5.24).
Um comentário sobre esse versículo, em uma Bíblia de Estudo, diz: “O povo de Deus deve produzir justiça continuamente, sem cessar, como o fluxo de um rio. Assim como plantas e animais precisam de um suporte seguro de águas para sobreviver, também as comunidades humanas poderão florescer apenas quando a justiça e a retidão prevalecerem” (Bíblia de Estudo da Reforma, p.1430).
Deus deseja que justiça e honestidade estejam presentes na vida das pessoas. E de forma rica e intensa, como um rio que não para de correr, como uma enchente que inunda tudo, e isso para a felicidade humana.
Neste mundo, onde reina a injustiça, a desonestidade, os interesses egoístas e de pura vaidade humana, não permitamos que a nossa vida, como cristãos, se deixe envolver e vencer pela maldade dos que aparentam bondade e mansidão, mas estão longe de Deus e do seu caminho. Justiça e honestidade são frutos de um coração tocado e transformado pelo amor de Deus. Elas frutificam na vida de quem sabe que é amado pelo Salvador Jesus e o serve em amor e fidelidade.
Oremos: Deus, sou fraco e constantemente deixo-me envolver por sentimentos errados e pecaminosos. Perdoa-me, Senhor, e ajuda-me a viver como teu filho amado, seguindo os teus mandamentos e agindo sob a tua orientação. Em nome de Jesus. Amém.
No dia 22 de setembro de 2019, a Congregação Evangélica Luterana Santíssima Trindade de Prudentópolis festejou os 20 anos de inauguração do seu templo. Um belo culto com mais de 160 pessoas presentes, no qual aprendemos sobre a fidelidade no trabalho do Reino de Deus. Ao meio dia, um delicioso almoço com churrasco. À tarde, momentos de lazer. Nossos sinceros agradecimentos a todos que doaram alimentos, brindes, trabalho. Agradecimentos também aos visitantes. Que Deus abençoe a todos.
Bom dia! Que a paz e o amor do Senhor e Salvador Jesus Cristo esteja sobre você e toda sua família hoje e sempre. Hoje, vamos refletir sobre o Salmo 113.
O salmo inicia com o convite para louvar ao Senhor. A convocação é endereçada aos servos do Senhor. Aqueles que serviam no templo, ou eram responsáveis pela música. São eles que deveriam louvar o nome do Senhor. O salmista também recomenda que o louvor deveria ser exclusivamente ao Senhor. Ele é digno de todo o louvor: louvai o nome do Senhor! ( v.1). O nome do Senhor refere - se à pessoa de Deus. Nos tempos bíblicos, havia forte associação entre o nome e a identidade da pessoa. O nome simbolizava a pessoa. Assim, louvar o nome de Deus significa concentrar o pensamento no caráter de Deus. Significa que o louvor tem endereço certo: no nome do Senhor. O Senhor é único. Não há lugar para outras divindades.
E ainda se torna perceptível esta recomendação, quando o salmista afirma que o nome do Senhor, seja bendito, agora e sempre. (v.2). Significa que o nome do Senhor é abençoado, que a presença do Senhor confere bênção, e é somente em seu nome que outros podem conferir bênção a alguém. Na verdade, o nome de Deus, a glorificação de seu poder, a manifestação de sua natureza redentora, é o centro de toda a bênção que o povo de Israel recebia, diante da aliança firmada com Deus. o nome do Senhor deveria ser louvado, ou seja, por toda eternidade. Se o louvor a Deus se estende pelos séculos, também se estende por toda a face da Terra: Do nascimento do sol até ao acaso, louvado seja o nome do Senhor. (v.3). Do oriente ao ocidente nos apontam para a extensão do louvor
É neste Deus supremo e poderoso que depositamos a nossa confiança. Ele se inclina até ao pó a fim de levantar ao desprezado, rejeitado e humilhado pela sociedade. Ele se lembra dos pequeninos, indignos e necessitados de amor e atenção. Ele revive a esperança de quem já não espera mais nada e dá alegria a quem já perdeu todas as expectativas de se alegrar. Ele olha com amor para nós, seres pecadores, fracos e indignos.
Se você está abatido, ferido, se sentindo rejeitado, ignorado e humilhado pela vida e não consegue louvar, saiba que Deus é bendito, eterno, onipotente, onisciente e onipresente. Portanto, temos muitas razões para louvar ao Senhor, em todo tempo da nossa vida. Por isso, nunca perca a oportunidade de prestar louvor ao Senhor que é digno de toda honra e glória. Não só Deus é digno de louvor como, na verdade, somente Ele deve ser adorado. Seja por agradecimento, por misericórdia ou por alegria, o Senhor é digno de louvor em todo tempo em nossas vidas. Você tem aproveitado as oportunidades de louvar a Deus?
Pastor da IELB participa de programa da TV Aparecida
No Bem-Vindo Romeiro, Bianca Láua recebe o assessor da Comissão para Ecumenismo de São José dos Campos, SP, Padre Sebastião Cesar Barbosa, e o Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, Lucas Graffunder, para falarem sobre a importância da união entre os cristãos.
Reportagem sobre fundamentalismo religioso no Brasil traz posição da IELB
Presidente interino da IELB concedeu entrevista à reportagem do UOL
Segundo reportagem publicada no blog do colunista Jamil Chade, no site UOL, uma versão fundamentalista do cristianismo está legitimando medidas do governo Bolsonaro que vão justamente contra as bases da religião - entre elas a discriminação, violação aos direitos humanos e mesmo a proteção do planeta. O alerta está sendo feito por parte das igrejas nacionais que, alarmadas com a situação no país, se reuniram na Suíça para debater o cenário religioso no Brasil e pedir a ajuda do Conselho Mundial de Igrejas para que uma estratégia seja estabelecida.
A separação entre o Estado e a Igreja, é tema também defendido pelo pastor Joel Müller, presidente interino da Igreja Evangélica Luterana no Brasil.
Por outro lado, o pastor participou do encontro com a Frente Parlamentar Evangélica em Brasília no último dia 8. A reunião, liderada pelo deputado Silas Câmara, terminou em um encontro com o presidente Jair Bolsonaro, acompanhado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Ele reverbera que o fundamentalismo é danoso, por impor o "tradicionalismo de forma preconceituosa e a imposição da fé da Igreja ao Estado". "Usar a religião para violar direitos humanos é um equívoco, a menos que haja deturpação das Escrituras Sagradas", diz. Mas pondera."A Bíblia não nos autoriza o racismo, sexismo ou outra forma de preconceito, mas não pode ser usado como manual de sociologia, pois se trata da Revelação de Deus e da sua obra de criação e salvação da humanidade, essencialmente no relacionamento deste Deus criado com o seu povo", conclui.