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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

ARTIGO PARA REFLEXÃO

O mito de que as religiões causam guerras          

Por Robin Schumacher (editado por Matt Slick)
Os ateus e os humanistas seculares frequentemente fazem a alegação de que a religião é a causa primária da violência e das guerras combatidas pela humanidade através da História. Sam Harris, um dos mais vocais defensores do movimento anti-religioso, afirma no seu livro The End of Faith que a fé a religião são “as mais prolíficas fontes de violência da nossa história.”

Embora não se possa negar que campanhas tais como as Cruzadas e a Guerra dos Trinta Anos dependiam da ideologia religiosa, está incorrecto afirmar que a religião tem sido a causa primária das guerras. Mais ainda, embora não haja debate em torno do facto do islão radical ter sido o espírito por trás do 11 de Setembro, é uma falácia dizer que todas as confissões religiosas contribuem de forma igual sempre que a violência e as guerras de inspiração religiosa se fazem sentir,
Uma fonte interessante de verdade em torno deste assunto são os três volumes de Philip e Axelrod com o nome de Encyclopedia of Wars, que documentam cerca de 1,763 guerras que foram levadas a cabo no decurso da história humana. De todas estas guerras listadas, os autores categorizam 123 como havendo tido natureza religiosa, que são uns espantosos e extremamente baixos 6.8% de todas as guerras. No entanto, quando se subtraem as guerras levadas a cabo em nome do islão (66), a percentagem é cortada em mais de metade para 3.23%.
Guerras_Religiosas_Grafico
Guerras_Religiosas
 
Isto significa que, exceptuando o islão, todas as confissões religiosas do mundo causaram menos de 4% de todas as guerras e conflitos violentos da Historia. Mais ainda, as religiões não tiveram qualquer papel nas maiores guerras que resultaram no maior número de mortos. Certamente que isto coloca em causa o argumento de Harris, certo?
A realidade dos factos é que as motivações não-religiosas, bem como as filosofias naturalistas, são responsáveis por quase todas as guerras da História. As casualidades humanas resultantes de guerras levadas a cabo por motivação religiosa nada são quando comparadas às casualidades resultantes de guerras cujos regimes nada queriam saber do que Deus dizia – algo ressalvado por R. J. Rummel no seu trabalho com o nome Lethal Politics and Death by Government:
ditadores_nao_religiosos_casualidades
 

 Rummel afirma:

Quase 170 milhões de homens, mulheres e crianças foram baleados, espancados, torturados, esfaqueados, queimados, esfomeados, congelados, esmagados, forçados a trabalhar até à morte, enterrados vivos, afogados, enforcados, bombardeados ou mortos de qualquer outra forma através da qual os governos infligiram a morte a cidadãos desarmados desamparados, ou a estrangeiros O número de mortos poderia concebivelmente ser 360 milhões de pessoas. Isto é quase como se a nossa espécie tivesse sido devastada por uma Peste Negra moderna. E de facto, foi, mas foi uma peste de Poder e não de germes.
As evidências históricas são bastante claras: a religião não é a causa primária das guerras.
Se a religião não pode ser culpada pela maior parte das guerras e da violência, então qual é a causa primária? A causa primária é a mesma que despoleta todos os crimes, actos de crueldade, perdas de vida, e todas as outras coisas. O Senhor Jesus didisponibiliza resposta em Marcos 7:21-23:
Porque, do interior do coração dos homens, saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfémia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro, e contaminam o homem.
Tiago (obviamente) concorda com o que o Senhor diz, quando escreve: (Tiago 4:1-2)
DONDE vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? Cobiçais, e nada tendes; sois invejosos, e cobiçosos, e não podeis alcançar; combateis e guerreais, e nada tendes, porque nada pedis.

Resumidamente, as evidências revelam que os ateus estão bastante errados no que toca às guerras que eles tanto menosprezam. O pecado, e não a religião (e certamente que não o Cristianismo), é a causa primária das guerras e da violência.
Fonte: http://bit.ly/1rl49hN
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O que o Senhor Jesus Cristo nos revelou há quase 2,000 anos atrás, confirmou-se de forma gráfica e brutal nos regimes ateus do século 20: quanto mais o governo se afasta de Deus, mais susceptível ele é de se tornar genocida. Portanto, se os militantes ateus realmente se preocupam com as guerras e com a violência, tudo o que eles têm que fazer é garantir que os regimes dos seus países nunca adoptem a anti-religiosidade, e especialmente o anti-Cristianismo, como filosofia dominante.
O governo é o maior genocida da história da humanidade, e desde logo, todos os “movimentos sociais” que apoiam o aumento do poder do governo na vida social, estão a pavimentar um caminho que pode acabar em genocídio. E temos a História para confirmar isto.
Sam_Harris_Most Interesting

 

domingo, 8 de fevereiro de 2015

MENSAGEM DE DOMINGO

Um pé de figo

        “Aprendam a lição que a figueira ensina. Quando seus ramos ficam verdes, e as folhas começam a brotar, vocês sabem que está chegando o verão” (Mc 10.28).
  
            Há muitas espécies de figueira no mundo. Mais de 700! Na Bíblia, lemos que Adão e Eva, depois de pecarem, sentem vergonha da nudez e costuram folhas de figueira para usar como tanga. O figo também é uma das frutas citadas por Moisés, ao falar sobre a terra prometida (Dt 8.8).
            Assim, a figueira era uma árvore muito conhecida nos tempos de Jesus. Por isso, ele a utiliza para falar do fim deste mundo: “Aprendam a lição que a figueira ensina. Quando seus ramos ficam verdes, e as folhas começam a brotar, vocês sabem que está chegando o verão” (Mc 10.28). Jesus acabara de falar sobre sua segunda vinda, descendo nas nuvens, e os anjos reunindo os escolhidos de Deus pelo mundo.
            Nem todos nós conseguimos, hoje, identificar a lição da figueira. Afinal, a sociedade menos rural nem mesmo olha para os brotos em plantas. Compramos figos em conserva, industrializados ou em bandejas em feiras e mercados. Mas Jesus quer nos fazer olhar outros sinais: falsos Messias e falsos profetas fazendo milagres para enganar, notícias de guerra, falta de alimentos, tremores de terra, cristãos perseguidos e mortos, tempo de grande sofrimento. Jesus nos orienta a prestar atenção não para definirmos a data da sua vinda, mas para que, quando ele voltar, estejamos preparados: confiando que ele é o Salvador, que trouxe o perdão e a reconciliação com o Deus que fez a figueira e que fará um novo céu e uma nova terra. “O céu e a terra desaparecerão,” disse Jesus, “mas as minhas palavras ficarão para sempre” (Mc 13.31).
            Olhe para figueira, não para se esconder atrás de suas folhas, mas para lembrar que um dia, Jesus voltará e que seu amor dura para sempre.
Oremos: Salvador Jesus, obrigado por lembrar-me que, mesmo diante do fim deste mundo, estarei contigo eternamente. Amém.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

FRASE DA SEMANA

"NÃO DESPERDICE MAIS TEMPO DISCUTINDO COMO UM HOMEM BOM DEVERIA SER. SEJA UM".
 
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"Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza".
1 Timóteo 4.12

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

IMAGEM DA SEMANA

Kilauea - Hawaii
 
O vulcão mais ativo do mundo nos últimos tempos é o Kilauea, no Hawaii. Apesar do volume de suas erupções, é um dos mais visitados, pois mesmo com atividade constante a lava vem a tona e escoa lentamente.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

ARTIGOPARA REFLEXÃO

O cristão e os esportes.

      O cristão pode praticar esportes? Claro que pode! Nós não podemos condenar o esporte por causa dos abusos que alguns exercem ao praticá-lo. Se os abusos fossem motivo para condenar o esporte, teríamos que condenar também a comida e a bebida, porque ao comer e beber muitos praticam abusos; teríamos que condenar o trabalho, porque ao trabalhar, muitos cometem abusos.
      Ao dizer que o cristão pode praticar esportes, entendemos que através de uma prática honesta, limpa e cordial, o esportista pode até dar testemunho de sua fé. Jesus disse: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.16). Deixar brilhar a luz da fé também se pode no esporte, e é isto o que o cristão deve fazer.
      Em nenhum texto da Bíblia o esporte é proibido. Pelo contrário, o esporte é usado como exemplo da nossa luta e corrida para o céu. Ver 1 Coríntios 9 e Gálatas 2. A coroa de que falam os textos de Tiago 1.12, 1 Pedro 5.4 e Apocalipse 3.11, é uma figura tirada das corridas dos atletas gregos, nas quais os vencedores ganhavam uma coroa de louros como prêmio pela vitória. Assim como Jesus usou figuras e exemplos terrenos para ilustrar verdades celestiais, assim o Novo Testamento usa essas figuras para ilustrar a vida cristã. Se o esporte fosse pecado, com certeza ele não teoria sido tomado como exemplo da luta e da corrida que devemos manter para o encontro no Reino dos céus.
      O cristão está constantemente ameaçado por tentações do diabo. E, principalmente nas horas de lazer as tentações são mais fortes. Por isso o esporte praticado com correção, assim como a oração, o trabalho e a leitura, é um meio de ocupar tanto a mente quanto o corpo em uma atividade útil, não deixando que eles tenham oportunidade para pecar.
      A Bíblia é clara em relação à responsabilidade que nós temos para com a nossa saúde física. Nós devemos cuidar para que a saúde física não seja prejudicada, pois tudo quanto prejudica a saúde do corpo, é pecado contra o mandamento que diz: “Não matar.” Considerando que a prática de esporte é fundamental para melhorar o nosso condicionamento físico, ele pode ser praticado com a aprovação de Deus.
      Diante desses fatos, não podemos tirar outra conclusão senão esta: Enquanto o cristão não furta o tempo que deve dedicar exclusivamente a Deus, ou à sua família, ele pode e deve praticar esportes.
Paulo Kerte Jung, pastor

domingo, 1 de fevereiro de 2015

MENSAGEM DE DOMINGO

Mas ele veio

“A boa notícia que fala a respeito de Jesus Cristo, Filho de Deus, começou a ser dada como o profeta Isaías tinha escrito” (Mc 1.1-2).
 
      “A boa notícia que fala a respeito de Jesus Cristo, Filho de Deus, começou a ser dada como o profeta Isaías tinha escrito” (Mc 1.1-2). Assim começa a narrativa de Marcos sobre a vida e o ministério de Jesus. O evangelista informa que a notícia é boa: Jesus Cristo, Filho de Deus, veio! E, então, começa a falar de João Batista, aquele que “apareceu no deserto, batizando o povo e anunciando esta mensagem: Arrependam-se dos seus pecados e sejam batizados, que Deus perdoará vocês” (Mc 1.4).
      Marcos escreveu. João gritava. Afinal, o Filho de Deus havia sido feito gente, ser humano, habitando entre nós. Nós, pecadores, miseráveis, inconsequentes, seres que dia após dia mostram uma incrível capacidade para o desamor. Que prometem os maiores sacrifícios quando apaixonados e, pouco tempo depois, machucam, traem, separam-se, atacam com um ódio indescritível, causando feridas e mágoas. Mas ele veio…
      João Batista anunciou: “Depois de mim vem alguém que é mais importante do que eu, e eu não mereço a honra de me abaixar e desamarrar as correias das sandálias dele” (Mc 1.7). Não, ele não merecia. Eu não mereço. Você não merece. E nossa história humana, ainda hoje, mostra como continuamos pequenos e empobrecidos, orgulhosos e egoístas. Mas ele veio…
      Veio porque Deus prometeu. Porque Deus amou o mundo tanto. Veio para ser a boa notícia: nossos pecados pesaram sobre ele, na cruz. Quem crer em Jesus, já tem a vida eterna. E diante de tanto sofrimento aqui, tanto injustiça e ilusão midiática, podemos ter esperança, na boa, na melhor notícia. Porque, afinal, ele veio…
      Oremos: Salvador Jesus, obrigado por teres vindo ao nosso mundo. Obrigado por teus profetas que anunciam a boa notícia. Obrigado pelo perdão. Amém.