
SBB
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
MENSAGEM
O Poder na loucura!
Loucos! Assim os cristãos são chamados por muitos. Loucos porque acreditam em algo que não veem. Loucos porque confiam que um poder divino pode salvá-los da morte e ressuscitar seus corpos. Loucos porque, em um mundo tão científico, muitos pensam que não há razão para crer, não há prova da existência de Deus. Loucos porque dizem que sua vida pertence a Jesus Cristo, seu Senhor e Salvador. Loucura...
“De fato, a mensagem ...da morte de Cristo na cruz é loucura para os que estão se perdendo; mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus” (1Co 1.18).
Oração: Meu Senhor Jesus, obrigado por me fazeres louco para o mundo. Que a tua Palavra me mantenha no caminho da sabedoria eterna. Amém.
Leia em sua Bíblia 1 Coríntios 1.18-31
domingo, 29 de janeiro de 2017
REFLEXÃO
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sábado, 28 de janeiro de 2017
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
A GRANDEZA DE DEUS

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
MENSAGEM
Fica a Dica: SOMBRA PROTETORA
E aí, como você suportou o calorão durante a semana? Água gelada, ar-condicionado, ventilador, piscina, mar. Nestes dias compridos
de verão, de céu azul e o sol forte, há algo bem disputado: a tão simples e necessária sombra! Pode ser a sombra para estacionar o carro, a sombra para descansar, o lado da rua com sombra para caminhar, a sombra no pátio para, mesmo neste calor, tomar um bom chimarrão. Sombra é descanso, refresco, proteção.
Proteção, descanso e abrigo. Assim a ação de Deus em nossa vida é comparada a uma sombra, tão desejada neste verão. “A pessoa que procura segurança no Deus Altíssimo e se abriga na sombra protetora do Todo-Poderoso pode dizer a ele: ‘Ó SENHOR Deus, tu és o meu defensor e o meu protetor. Tu és o meu Deus; eu confio em ti” (Salmo 91.1-2).
Abrigar-se na sombra protetora de Deus. Aí está algo que traz descanso, força e vida. Nesta vida de sofrimentos e decepções que tiram nosso fôlego, todos são convidados a se refrescar no perdão e no amor de Jesus. Esta sombra está à sua espera. Aproveite!
Então fica a dica: como é boa uma sombra nestes dias de calor intenso! Melhor ainda é a sombra protetora de Deus. Ela é refresco para a alma, descanso para as aflições, esperança para os desanimados. Descanse você também nesta sombra cheia de perdão, salvação e recomeço de vida. Assim que você sentar numa sombra refrescante, lembre que há uma sombra muito melhor e protetora!
B. A. K. S.
Proteção, descanso e abrigo. Assim a ação de Deus em nossa vida é comparada a uma sombra, tão desejada neste verão. “A pessoa que procura segurança no Deus Altíssimo e se abriga na sombra protetora do Todo-Poderoso pode dizer a ele: ‘Ó SENHOR Deus, tu és o meu defensor e o meu protetor. Tu és o meu Deus; eu confio em ti” (Salmo 91.1-2).
Abrigar-se na sombra protetora de Deus. Aí está algo que traz descanso, força e vida. Nesta vida de sofrimentos e decepções que tiram nosso fôlego, todos são convidados a se refrescar no perdão e no amor de Jesus. Esta sombra está à sua espera. Aproveite!
Então fica a dica: como é boa uma sombra nestes dias de calor intenso! Melhor ainda é a sombra protetora de Deus. Ela é refresco para a alma, descanso para as aflições, esperança para os desanimados. Descanse você também nesta sombra cheia de perdão, salvação e recomeço de vida. Assim que você sentar numa sombra refrescante, lembre que há uma sombra muito melhor e protetora!
B. A. K. S.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
REFLEXÃO
TEMA:Muros e fronteiras
O assunto são os muros. Trump, com a sua América em primeiro lugar, promete erguer um muro com o México e com o mundo. No presídio de Alcaçuz, um muro para separar as facções rivais. No presídio de nossas casas, muros contra os bandidos que não tiram férias. Com a morte de Teori Zavascki, um muro pichado com pontos de interrogação sobre a Lava Jato, a justiça, a sabotagem. Sem contar os muros do desemprego, das dívidas, das contas, que separam a sociedade entre ricos e pobres. E ainda tem as cercas eletrificadas que afastam marido e mulher, pais e filhos, a família, divisões erguidas pelas pedras do orgulho, infidelidade, desrespeito, ódio e até violência, pior que os containers de Alcaçuz. Ah, lembrei dos muros do Big Brother, esta casa cercada de exibicionismo e voyeurismo, de gente que se mostra e de gente que expia, algo estranho e meio doentio do ser humano, coisa que acontece bastante no Face e redes sociais.
Muros protegem e muros separam. E sempre indicam que vivemos num mundo de perigo, guerra, confusão, interesses, poder, ganância, domínio de território. Imaginem um lugar sem cercas, divisões, fronteiras, portas, enfim, nada que impeça alguém entrar e sair? Utopia, longe da realidade. E quando a tecnologia avança e ergue pontes imponentes e acessos ilimitados, os paredões ficam mais sofisticados e intransponíveis. E o ser humano mais isolado, preso e infeliz.
O assunto são os muros. Trump, com a sua América em primeiro lugar, promete erguer um muro com o México e com o mundo. No presídio de Alcaçuz, um muro para separar as facções rivais. No presídio de nossas casas, muros contra os bandidos que não tiram férias. Com a morte de Teori Zavascki, um muro pichado com pontos de interrogação sobre a Lava Jato, a justiça, a sabotagem. Sem contar os muros do desemprego, das dívidas, das contas, que separam a sociedade entre ricos e pobres. E ainda tem as cercas eletrificadas que afastam marido e mulher, pais e filhos, a família, divisões erguidas pelas pedras do orgulho, infidelidade, desrespeito, ódio e até violência, pior que os containers de Alcaçuz. Ah, lembrei dos muros do Big Brother, esta casa cercada de exibicionismo e voyeurismo, de gente que se mostra e de gente que expia, algo estranho e meio doentio do ser humano, coisa que acontece bastante no Face e redes sociais.
Muros protegem e muros separam. E sempre indicam que vivemos num mundo de perigo, guerra, confusão, interesses, poder, ganância, domínio de território. Imaginem um lugar sem cercas, divisões, fronteiras, portas, enfim, nada que impeça alguém entrar e sair? Utopia, longe da realidade. E quando a tecnologia avança e ergue pontes imponentes e acessos ilimitados, os paredões ficam mais sofisticados e intransponíveis. E o ser humano mais isolado, preso e infeliz.
Tudo por culpa do paredão com Deus. Tem gente que não acredita, mas todos os muros neste planeta são erguidos por causa da separação com Deus. Num tempo quando as muralhas de Jerusalém já dividiam israelenses e palestinos, conflito atual no Oriente Médio que pode trazer a Terceira Guerra Mundial, o apóstolo Paulo indicou a solução para as divisões: “Mas agora, unidos com Cristo Jesus, vocês, que estavam longe de Deus, foram trazidos para perto dele pela morte de Cristo na cruz. Pois foi Cristo quem nos trouxe a paz, tornando os judeus e os não judeus um só povo. Por meio do sacrifício do seu corpo, ele derrubou o muro de inimizade que separava os judeus dos não judeus”. (Efésios 2.13,14). Este é o mundo sem fronteiras.
Marcos Schmidt
marcos.ielb@gmail.com
Marcos Schmidt
marcos.ielb@gmail.com
JELB E 500 ANOS DA REFORMA

Governador Celso Ramos, Santa Catarina ·
Mais de 2.000 pessoas estavam reunidas em culto no encerramento do Congressão da JELB e do culto de lançamento dos 500 anos da Reforma, realizado no dia 22 de janeiro de 2017.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
domingo, 22 de janeiro de 2017
sábado, 21 de janeiro de 2017
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
MENSAGEM
Novo ser humano!
Somos capazes de produzir coisas maravilhosas, desenvolver tecnologias, curar doenças.
E também capazes de deixar o outro sofrer, servir banquetes ao lado de quem tem fome, ficar felizes com a morte de alguns, comemorar a derrota e a vergonha do outro.
Precisamos de outro ser humano. De uma nova vida. E é isso o que Jesus nos oferece com seu perdão: “O Espírito de Deus é quem dá a vida, mas o ser humano não pode fazer isso. As palavras que eu lhes disse são espírito e vida” (Jo 6.63).
Oração: Jesus, que tuas palavras me tragam espírito e vida. Amém.
Leia em sua Bíblia João 6.60-64
Hora Luterana
Somos capazes de produzir coisas maravilhosas, desenvolver tecnologias, curar doenças.
E também capazes de deixar o outro sofrer, servir banquetes ao lado de quem tem fome, ficar felizes com a morte de alguns, comemorar a derrota e a vergonha do outro.
Precisamos de outro ser humano. De uma nova vida. E é isso o que Jesus nos oferece com seu perdão: “O Espírito de Deus é quem dá a vida, mas o ser humano não pode fazer isso. As palavras que eu lhes disse são espírito e vida” (Jo 6.63).
Oração: Jesus, que tuas palavras me tragam espírito e vida. Amém.
Leia em sua Bíblia João 6.60-64
Hora Luterana
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
domingo, 15 de janeiro de 2017
REFLEXÃO
ALGUM DIA QUANDO OS FILHOS TIVEREM CRESCIDOS!!!!
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, as coisas serão diferentes: a garagem não estará cheia de bicicletas, trilhos de trens elétricos fixados em tábuas, serrotes rodeados de pedaços de madeira, pregos, um martelo e serragem, “projetos experimentais” sem terminar e a gaiola do coelho. Poder-se-á estacionar ambos os carros na garagem, no seu lugar correto, e nunca mais tropeçar em skates, bicicletas fardos de papel (guardados para a campanha da escola), ou um pacote de ração de coelho.
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, a cozinha estará incrivelmente limpa. O freezer estará livre de pratos pegajosos, o ralo da pia não estará entupido com chicletes ou clips, a geladeira não estará abarrotada com garrafas de refrigerante e leite, e não perderemos mais as tampas dos potes da geleia, do ketchup, da margarina, da maionese ou da mostarda. A jarra de água não será guardada vazia, as cubas de gelo não ficarão fora a noite toda, o liquidificador não ficará seis horas sujo de restos do lanche noturno e o mel permanecerá, incrivelmente, dentro do pote.
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, minha esposa terá tempo de vestir-se com toda calma, de tomar um longo banho quente (sem três interrupções de pânico), de arrumar as unhas (até as dos pés se desejar) sem responder a uma dúzia de perguntas, de ir ao cabeleireiro à tarde sem tratar de aproveitar o tempo que sobra entre correr com um cão enfermo ao veterinário e levar ao dentista uma menina que está de mau-humor porque perdeu seu walkmann.
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, o aparelho chamado telefone estará realmente disponível. Não parecerá que faz parte do ouvido de um adolescente. Estará colocado ali... silencioso e assombrosamente disponível. Estará livre de batom, saliva humana, maionese, migalhas de bolacha e palitos de dente presos nos seus furinhos.
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, serei capaz de enxergar através das janelas do carro. As impressões digitais, as lambidas com a língua, as marcas de sapatos e patas de cachorro (ninguém sabe como), brilharão por sua ausência. O assento traseiro não será uma área de desastre, já não nos sentaremos sobre lápis de cera e joguinhos, o tanque não estará sempre entre quase vazio e vazio, e (ALELUIA!!!) não precisarei mais limpar porcaria de cachorro.
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, regressaremos às conversas normais. Sabem? Somente uma conversação contínua. Já cada frase não será reforçada sete vezes com expressões de desgosto. Já não se escutará: “Agh”. Não se ouvirão gritos de “apressa, tenho que sair.”, acompanhados de socos na porta do banheiro. Não será necessário buscar um árbitro para resolver questões sobre: “É da minha conta.” E se poderá ler por completo um artigo de uma revista para comentá-lo depois extensamente, sem que tenhamos que nos esconder para terminar a conversa.
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, não ficaremos sem papel higiênico. Minha esposa não perderá suas chaves. Não nos caberá fechar a porta da geladeira. Não teremos de imaginar novas formas de desviar a atenção da máquina de chicletes...nem teremos que responder perguntas como: “Papai, é pecado teres conduzido o carro a 80Km/h em uma área de 60?”...nem prometer dar um beijo de boa noite no coelho, nem esperar uma eternidade para que voltem para casa depois dos seus encontros, nem esperar a vez para poder falar à mesa durante o jantar.
Sim, algum dia, quando os filhos tiverem crescido, as coisas serão muito diferentes. Um a um abandonarão nosso ninho, e o lugar começará a brilhar em ordem e, tomara, elegante. Se ouvirá o tilintar da porcelana e da prata nas refeições. Será possível se ouvir o estalar do fogo na lareira. O telefone estará estranhamente silencioso. A cama estará calada...e tranquila...e sempre limpa...e vazia...e passaremos o tempo não olhando para frente até algum dia, mas sim olhando para trás e lembrando.
E pensando: “Talvez possamos cuidar dos netos, e trazer outra vez um pouco de vida a este lugar”.( Raul Deringer)
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, a cozinha estará incrivelmente limpa. O freezer estará livre de pratos pegajosos, o ralo da pia não estará entupido com chicletes ou clips, a geladeira não estará abarrotada com garrafas de refrigerante e leite, e não perderemos mais as tampas dos potes da geleia, do ketchup, da margarina, da maionese ou da mostarda. A jarra de água não será guardada vazia, as cubas de gelo não ficarão fora a noite toda, o liquidificador não ficará seis horas sujo de restos do lanche noturno e o mel permanecerá, incrivelmente, dentro do pote.
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, minha esposa terá tempo de vestir-se com toda calma, de tomar um longo banho quente (sem três interrupções de pânico), de arrumar as unhas (até as dos pés se desejar) sem responder a uma dúzia de perguntas, de ir ao cabeleireiro à tarde sem tratar de aproveitar o tempo que sobra entre correr com um cão enfermo ao veterinário e levar ao dentista uma menina que está de mau-humor porque perdeu seu walkmann.
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, o aparelho chamado telefone estará realmente disponível. Não parecerá que faz parte do ouvido de um adolescente. Estará colocado ali... silencioso e assombrosamente disponível. Estará livre de batom, saliva humana, maionese, migalhas de bolacha e palitos de dente presos nos seus furinhos.
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, serei capaz de enxergar através das janelas do carro. As impressões digitais, as lambidas com a língua, as marcas de sapatos e patas de cachorro (ninguém sabe como), brilharão por sua ausência. O assento traseiro não será uma área de desastre, já não nos sentaremos sobre lápis de cera e joguinhos, o tanque não estará sempre entre quase vazio e vazio, e (ALELUIA!!!) não precisarei mais limpar porcaria de cachorro.
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, regressaremos às conversas normais. Sabem? Somente uma conversação contínua. Já cada frase não será reforçada sete vezes com expressões de desgosto. Já não se escutará: “Agh”. Não se ouvirão gritos de “apressa, tenho que sair.”, acompanhados de socos na porta do banheiro. Não será necessário buscar um árbitro para resolver questões sobre: “É da minha conta.” E se poderá ler por completo um artigo de uma revista para comentá-lo depois extensamente, sem que tenhamos que nos esconder para terminar a conversa.
Algum dia, quando os filhos tiverem crescido, não ficaremos sem papel higiênico. Minha esposa não perderá suas chaves. Não nos caberá fechar a porta da geladeira. Não teremos de imaginar novas formas de desviar a atenção da máquina de chicletes...nem teremos que responder perguntas como: “Papai, é pecado teres conduzido o carro a 80Km/h em uma área de 60?”...nem prometer dar um beijo de boa noite no coelho, nem esperar uma eternidade para que voltem para casa depois dos seus encontros, nem esperar a vez para poder falar à mesa durante o jantar.
Sim, algum dia, quando os filhos tiverem crescido, as coisas serão muito diferentes. Um a um abandonarão nosso ninho, e o lugar começará a brilhar em ordem e, tomara, elegante. Se ouvirá o tilintar da porcelana e da prata nas refeições. Será possível se ouvir o estalar do fogo na lareira. O telefone estará estranhamente silencioso. A cama estará calada...e tranquila...e sempre limpa...e vazia...e passaremos o tempo não olhando para frente até algum dia, mas sim olhando para trás e lembrando.
E pensando: “Talvez possamos cuidar dos netos, e trazer outra vez um pouco de vida a este lugar”.( Raul Deringer)
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
FIM DO ESTÁGIO
Chegou o dia da despedida do estágio. Obrigado Fagner L. Haese pela amizade, solidariedade, espírito de cooperação, trabalho, etc... Que o Senhor da Igreja esteja contigo e te conceda muita sabedoria para concluíres o último ano do Seminário e partir para o trabalho de pastorear o rebanho de Deus.
Pregação em Barra Mansa.
Homenagem em Boa Boa Vista.
Homenagem em Prudentópolis.
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
MENSAGEM
Amor em meio à rebeldia
Texto: Jeremias 31.16-22
“Sou eu, o Senhor, quem está falando… Povo rebelde, até quando você vai ficar na dúvida?” (Jr 31.16,22).
Parece que nunca houve tantos filhos rebeldes como há em nossos dias! Muitos pais estão chorando amargamente por causa da desobediência dos filhos. Mas como tratar os filhos rebeldes? Abandoná-los à própria sorte? Ajudar e socorrer um filho rebelde é incentivar sua rebeldia? São decisões difíceis diante da rebeldia. Por mais carinho e amor que tenhamos por nossos filhos, nossas decisões podem não ser as mais acertadas para cada situação.
Através do profeta Jeremias, Deus enviou uma mensagem de amor, misericórdia e esperança para seus filhos rebeldes: “Povo de Israel, você é o meu filho querido, o filho que eu mais amo. Sempre que digo o seu nome, penso em você com amor” (Jr 31.20). O problema é que os filhos, de tão rebeldes, não ouviam a mensagem enviada pelo amoroso Pai. O exílio que estavam enfrentando, as dificuldades, as mortes, eram tidos como ação de um Deus irado e não como ação amorosa de um Pai que deseja o arrependimento. E o Pai disse: “Povo rebelde, até quando você vai ficar na dúvida?” (Jr 31.22).
Como têm sido os seus dias? Quais dificuldades está enfrentando? Mesmo que os seus dias difíceis sejam consequência de sua rebeldia, não tenha dúvidas: Deus ama você. Deus ama seus filhos e por maior que tenha sido a sua desobediência, maior é o amor e a misericórdia de Deus, pois “Deus nos mostrou o quanto nos ama: Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado” (Rm 5.8).
Oremos: Querido Deus, obrigado por comunicar-me o teu amor, mesmo estando eu vivendo em rebeldia. Perdoa as minhas rebeldias, sê complacente para comigo e ajuda-me a deixar de ser um filho rebelde. Em nome de Jesus. Amém.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
domingo, 8 de janeiro de 2017
sábado, 7 de janeiro de 2017
MENSAGEM
Escutem, agora, vocês que dizem: Hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal,... Vocês não sabem o que acontecerá amanhã. O que é a vida de vocês? Vocês não passam de neblina que aparece por um instante e logo se dissipa. Em vez disso, deveriam dizer: “Se Deus quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tiago 4.13-15).
Nesta primeira semana de 2017, muitos estão analisando dados, fazendo cálculos e forjando planos. Como cristãos também o fazemos, mas o fazemos com oração. Pedimos que Deus nos mostre nossas responsabilidades, possibilidades e tarefas. Pedimos que Deus abençoe o trabalho e conceda os resultados desejados. Também que Deus abra nossos olhos para as necessidades do próximo e nos dirija no fazer o bem.
Também apresentamos a Deus nossas preocupações com o futuro de nossa família, de nossos governos e das nações no mundo, para podermos viver em paz.
Em tudo isso, no entanto, queremos lembrar e ter diante de nós de que não somos senhores de nossa vida, mas Deus, nosso Senhor, Jesus Cristo. Se ele não disser o sim ao nosso fazer, trabalhamos em vão. Por isso examinamos todos nossos planos, mesmo os menores, à luz da Palavra de Deus. Fazemos isso, preferencialmente, conforme a Tábua dos Deveres que Lutero elaborou em março de 1529 e os acrescentou em 1542 ou 43 ao Catecismo Menor. Essas Tábuas brotaram do profundo estudo da Bíblia. Elas são o evangelho prático para o lar, a igreja a vida profissional. À luz delas fazemos nosso planejamento e o colocamos em oração diante de Deus para sua aprovação e bênção.
No meio das pressões e angústias de nossos dias, não queremos permitir que sejamos desviados de nosso objetivo principal de vida, tornando-nos escravos do trabalho e do amor ao dinheiro, raiz de todos os males (1 Tm 6.10).
Lutaremos para termos tempo para nossa devoção particular e familiar, bem como o culto e nossa Comunidade.
Que Deus em sua graça nos guie passa a passo nesse ano, sabendo que:
Do poder de Deus depende / tudo que o homem empreende, / e não de outro bem qualquer. / Quem puser sua esperança / no Senhor, de certo alcança / tudo quando lhe couber. (HL 478.1
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
MENSAGEM
TEMA:Pés no chão e confiança
Há três maneiras de encarar o ano novo. Do jeito negativo, a gente sabe, é atitude de pessoas que só reclamam e atrapalham. São os pessimistas de plantão e para eles, 2017 vai ser o pior ano da história. Do lado oposto estão os otimistas. Eles vão fazer um financiamento para comprar um carro novo mesmo atolados em dívidas. E tem os realistas. Eles sabem que 2017 vai ser um ano difícil, que podem até perder o emprego, e por isto seguem o exemplo da formiga. Não deixam de olhar o futuro de forma positiva, mas com os pés no chão.
Viver a realidade com atitudes positivas é a maneira para sobreviver num mundo em constantes crises. Não é só no Brasil que as coisas estão complicadas. E sempre foi assim, fome, violência, epidemias, guerras, tragédias, catástrofes naturais. E hoje somos mais de sete bilhões povoando o planeta, cada um disputado o seu espaço. E onde tem muita gente, tem confusão. A solução, então, é acabar com o ser humano e deixar os bichos reinarem? É a saída para os pessimistas.
Encarar os fatos de forma positiva é atitude daquele que tem fé e esperança no Deus que assumiu a nossa triste realidade. “Aos cansados Deus dá novas forças e enche de energia os fracos” (Isaías 40.29). Ou seja, a injeção de ânimo vem do Criador, daquele que se fez homem e disse: “Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso” (Mateus 11.28). Acreditar em si mesmo, nas próprias capacidades, isto é coisa de criança vestida de super-herói, na louca ideia que pode vencer o mundo.
Jesus disse numa parábola que alguém quer construir uma torre, primeiro senta e calcula quanto vai custar, para ver se o dinheiro dá (Lucas 14.28). Isto faltou ao Brasil, e por isto a decepção e a vergonha. Mas Jesus fala de outro assunto, das condições para seguí-lo. Tem muita gente que transformou as promessas da Bíblia num conto de fadas, um otimismo sem pé e sem cabeça. “No mundo vocês vão sofrer”, disse Jesus sobre a realidade, “mas tenham coragem, eu venci o mundo” (João 16.33), lembrou o Salvador com otimismo.
Marcos Schmidt
marcos.ielb@gmail.com
Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil
Há três maneiras de encarar o ano novo. Do jeito negativo, a gente sabe, é atitude de pessoas que só reclamam e atrapalham. São os pessimistas de plantão e para eles, 2017 vai ser o pior ano da história. Do lado oposto estão os otimistas. Eles vão fazer um financiamento para comprar um carro novo mesmo atolados em dívidas. E tem os realistas. Eles sabem que 2017 vai ser um ano difícil, que podem até perder o emprego, e por isto seguem o exemplo da formiga. Não deixam de olhar o futuro de forma positiva, mas com os pés no chão.
Viver a realidade com atitudes positivas é a maneira para sobreviver num mundo em constantes crises. Não é só no Brasil que as coisas estão complicadas. E sempre foi assim, fome, violência, epidemias, guerras, tragédias, catástrofes naturais. E hoje somos mais de sete bilhões povoando o planeta, cada um disputado o seu espaço. E onde tem muita gente, tem confusão. A solução, então, é acabar com o ser humano e deixar os bichos reinarem? É a saída para os pessimistas.
Encarar os fatos de forma positiva é atitude daquele que tem fé e esperança no Deus que assumiu a nossa triste realidade. “Aos cansados Deus dá novas forças e enche de energia os fracos” (Isaías 40.29). Ou seja, a injeção de ânimo vem do Criador, daquele que se fez homem e disse: “Venham a mim, todos vocês que estão cansados de carregar as suas pesadas cargas, e eu lhes darei descanso” (Mateus 11.28). Acreditar em si mesmo, nas próprias capacidades, isto é coisa de criança vestida de super-herói, na louca ideia que pode vencer o mundo.
Jesus disse numa parábola que alguém quer construir uma torre, primeiro senta e calcula quanto vai custar, para ver se o dinheiro dá (Lucas 14.28). Isto faltou ao Brasil, e por isto a decepção e a vergonha. Mas Jesus fala de outro assunto, das condições para seguí-lo. Tem muita gente que transformou as promessas da Bíblia num conto de fadas, um otimismo sem pé e sem cabeça. “No mundo vocês vão sofrer”, disse Jesus sobre a realidade, “mas tenham coragem, eu venci o mundo” (João 16.33), lembrou o Salvador com otimismo.
Marcos Schmidt
marcos.ielb@gmail.com
Pastor da Igreja Evangélica Luterana do Brasil
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
REFLEXÃO
Horst Reinhold Kuchenbecker
Deixo-vos a terra em que não trabalhastes, e cidades que não edificastes e habitais nelas, comeis das vinhas e dos olivais que não plantastes (Josué 24.13).
Estamos no novo Ano de 2017. – Quando o povo de Israel estava para entrar na terra prometida por Deus, Josué, o sucessor de Moisés, reuniu o povo e lhes disse as palavras do nosso texto bíblico. Estas palavras nos dão o que pensar, nesses primeiros dias de 2017. Sim, elas valem para nós também.
Deus nos deu a vida e a mantém. Ele concede as mais diversas bênçãos: dons, oportunidades, bênção materiais, conforme lhe apraz e nos faz residir num pais que, apesar de seus problemas, é um pais muito abençoado. Vejam os produtos que se encontram num supermercado. Quantos países podem desfrutar de tal mercado? Muitos países vivem em guerra e fome, jamais viram tal abundância.
Sobretudo, Deus nos mandou seu unigênito Filho, Jesus Cristo, “que foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu da virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desdeu ao inferno, no terceiro dia ressuscitou dos mortos, subiu ao céu”. Esta, a mais sublime verdade, está sendo, livremente, proclamada em nosso pais. [Os países hoje em guerra ou ameaças de guerras: Israel, Líbano, Turquia, Irã, Iraque, Arábia Saudita, Jordânia, tiveram essa verdade, mas eles a desprezaram.] Deus fez tudo pela salvação da humanidade. Só podemos agradecer e louvar.
Será que todos os cristãos - assim eu me perguntava e pergunto ainda hoje, no meio de todo o barulho da passagem de ano, especialmente, também com relação aos membros de nossa comunidade (IELB) - estão cientes dessa verdade e agradecidos a Deus?
E mais, será que nós cristãos damos testemunho dessa verdade ao nosso próximo, cada qual em sua área de influência. Muitos não sabem que Deus decidiu salvar também todos os brasileiros e guia-los à terra prometida. Todos devem ouvir a boa nova do evangelho. Ao ouvirem o evangelho, Deus está batendo na porta e convidando para a festa no reino de Deus. Ele preparou tudo e espera que as pessoas creiam nele e recebam tudo com agradecimento. E para que o evangelho posso chegar a todos, Deus está abençoando as profissões honestas entre nós e dá sua bênção à sementeira e as colheitas, para que possamos desfrutar delas. Em agradecimento e confiança na providência divina, cantamos e oramos:
Entrega o teu caminho / e toda a tua dor / ao mais file carinho / do altíssimo Senhor. / Se as nuvens, mesmo o vento, / faz ele caminhar, / decerto a teu contente / teu pé fará andar. (HKL 424.1)
Estamos no novo Ano de 2017. – Quando o povo de Israel estava para entrar na terra prometida por Deus, Josué, o sucessor de Moisés, reuniu o povo e lhes disse as palavras do nosso texto bíblico. Estas palavras nos dão o que pensar, nesses primeiros dias de 2017. Sim, elas valem para nós também.
Deus nos deu a vida e a mantém. Ele concede as mais diversas bênçãos: dons, oportunidades, bênção materiais, conforme lhe apraz e nos faz residir num pais que, apesar de seus problemas, é um pais muito abençoado. Vejam os produtos que se encontram num supermercado. Quantos países podem desfrutar de tal mercado? Muitos países vivem em guerra e fome, jamais viram tal abundância.
Sobretudo, Deus nos mandou seu unigênito Filho, Jesus Cristo, “que foi concebido pelo Espírito Santo, nasceu da virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desdeu ao inferno, no terceiro dia ressuscitou dos mortos, subiu ao céu”. Esta, a mais sublime verdade, está sendo, livremente, proclamada em nosso pais. [Os países hoje em guerra ou ameaças de guerras: Israel, Líbano, Turquia, Irã, Iraque, Arábia Saudita, Jordânia, tiveram essa verdade, mas eles a desprezaram.] Deus fez tudo pela salvação da humanidade. Só podemos agradecer e louvar.
Será que todos os cristãos - assim eu me perguntava e pergunto ainda hoje, no meio de todo o barulho da passagem de ano, especialmente, também com relação aos membros de nossa comunidade (IELB) - estão cientes dessa verdade e agradecidos a Deus?
E mais, será que nós cristãos damos testemunho dessa verdade ao nosso próximo, cada qual em sua área de influência. Muitos não sabem que Deus decidiu salvar também todos os brasileiros e guia-los à terra prometida. Todos devem ouvir a boa nova do evangelho. Ao ouvirem o evangelho, Deus está batendo na porta e convidando para a festa no reino de Deus. Ele preparou tudo e espera que as pessoas creiam nele e recebam tudo com agradecimento. E para que o evangelho posso chegar a todos, Deus está abençoando as profissões honestas entre nós e dá sua bênção à sementeira e as colheitas, para que possamos desfrutar delas. Em agradecimento e confiança na providência divina, cantamos e oramos:
Entrega o teu caminho / e toda a tua dor / ao mais file carinho / do altíssimo Senhor. / Se as nuvens, mesmo o vento, / faz ele caminhar, / decerto a teu contente / teu pé fará andar. (HKL 424.1)
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
MENSAGEM PARA INÍCIO DE SEMANA
Muitos são os projetos para o Novo Ano! - Que tal apostar neste e esperar os resultados fantásticos?


João Carlos Tomm - pastor da ELB
domingo, 1 de janeiro de 2017
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