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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ARTIGO PARA REFLEXÃO

A violência sempre vai atrapalhar a nossa vida porque "é do coração humano que vêm os crimes de morte" (Marcos 7.21), explica Jesus. Mas existem remédios, espiritual e físicos, para que o "inferno" não tome conta da terra. Se não nos mexermos urgentemente, logo, logo, em vez de jogar futebol, vamos ter que enterrar todos os nossos entes queridos, e chorar. A última linha de frente na guerra contra a violência é a punição severa, o castigo implacável, a lei inflexível.
Por isto hoje o deboche dos criminosos na certeza de que nada ou pouco lhes vai acontecer. Como mudar isto? Só mesmo pressionando os governos, legisladores e juízes - como se fez em frente ao Foro de Novo Hamburgo,RS no protesto pelo assassinato do menino Gabriel. O bandido ou qualquer pessoa que transgredir a lei, precisa pagar pelo que fez. Se o governo não fizer isto, outro mal toma conta, a justiça com as próprias mãos.
  Mas a punição não resolve se queremos paz, ordem e progresso. É preciso o ensino, a instrução, o aprendizado.   Outra desgraça em nosso país com escolas ruins, professores mal pagos e desanimados, crianças e jovens que perderam referências no educador e se espelham em jogadores de futebol, artistas e celebridades. Nada contra estas pessoas, mas elas não podem ser os "mestres" de nossos filhos.
Nem os milhares de amigos do facebook, gente desconhecida que lhes passa a matéria de uma aula sem currículo e controle. O pior mesmo é que a gurizada, longe de bons exemplos, deseja sucesso e dinheiro para comprar tudo o que está no Shopping. Sobre isto a Bíblia já advertia: "Vocês querem muitas coisas; mas como não podem tê-las, estão prontos até para matar a fim de consegui-las" (Tiago 4.1,2). Diante disto, antes de presídios e escolas, só mesmo o ambiente familiar neste jogo mortal contra a violência. Mas, e se o próprio lar virou campo de batalha? Onde encontrar uma saída? Será que nos resta apenas a proteção daquele que morreu violentamente na cruz?
   
pastor luterano

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